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Information Society: Informações Direto da Sociedade

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Publicada em 14, Aug, 2009 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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Na última terça-feira, 11 de agosto, os simpáticos integrantes da banda Information Society Paul Robb e James Cassidy receberam esta equipe no hotel onde ficaram hospedados, a poucas quadras do local de realização do show da turnê em São Paulo. Confira resumo da entrevista abaixo.

Musicão: Como vocês vêem este revival dos anos 80 no mundo?
Paul: É divertido porque este revival começou há mais ou menos uns cinco anos nos EUA. E parece que no Brasil isso está acontecendo agora... Os anos 80 foi uma época muito boa para a música...

Musicão: Nos shows desta turnê... Os fãs podem esperar por surpresas?
James: Nós estamos trazendo músicas novas e algumas que nunca gravamos antes. Acho que as músicas são a surpresa... Elas estão ótimas!

Musicão: Como surgiu a idéia de se reunirem?
Paul: Foi quando nós tocamos em um grande show em Nova York promovido por uma rádio... Então, as portas se abriram para tocarmos e isso foi divertido. Pensamos em continuar a tocar por mais algumas datas... Cerca de 20 dias, talvez. Mas só por diversão. Todos nós temos nossas carreiras, moramos em lugares diferentes agora e nunca entramos em turnê por muitos meses, somente por um curto período de tempo...

Musicão: Em sua sétima vez no Brasil, quais são as expectativas?
James: Muitas expectativas… Nós sempre esperamos ser bem recebidos no Brasil.
Paul: A única vez que nós ficamos surpresos com o Brasil foi na primeira vez que estivemos aqui e foi realmente uma grande surpresa.
James: Em 1989, nós não fazíamos ideia que éramos tão populares, então, resumindo, São Paulo, os aeroportos, os gritos, fãs, o grande show. Tudo foi uma grande surpresa mesmo.

Musicão: Quais são seus planos para o futuro?
Paul: Nenhum. Nós estaremos lançando um DVD ao Vivo no outono (primavera no Brasil). Depois disso não temos planos, não sabemos o que vai acontecer, qualquer coisa pode acontecer, na verdade.

Musicão: Quais são suas influências na música? O que vocês gostam de ouvir?
James: Eu passo um bom tempo ouvindo música clássica, jazz... Paul é um homem de negócios, é músico. Eu sou um acadêmico, porém, a música é o seu negócio.
Paul: Eu gosto de todas essas novas músicas eletrônicas, como Justice, LCD Soundsystem e Freeze Pop. São muito legais.

Musicão: Quais são as principais mudanças em sua carreira neste retorno? Como os antigos fãs estão aceitando estas modificações?
Paul: Bem, eu acho quer não mudamos tanto assim, a não ser pelos 10 quilos extras (Risos). Não houve mudanças significativas nos últimos 20 anos. Na tecnologia, quando realizamos performances ao vivo, perseguimos uma alta qualidade, que não era possível antes, então, os avanços são diferentes e isto é muito bom.

Musicão: Vocês vêm conquistando novos fãs ao redor do mundo nos últimos anos... Como analisam este momento de sua carreira?
Paul: Eu não sei... Acho que isso é difícil de responder. Por exemplo, Synthesizer foi uma escolha aleatória na Alemanha e isso nunca tinha acontecido conosco antes. Todo mundo é diferente, têm reações diferentes e estamos abertos às mudanças.

Musicão: Vocês trabalharam com muitas pessoas diferentes na banda. Acreditam que é mais fácil trabalhar como um trio?
Paul: Nós somos um grupo que cresce e que diminui. As pessoas vêm e vão, nós temos músicos convidados que entram e compomos com pessoas diferentes, mas o processo de gravação é diferente. No palco, normalmente somos nos 3 e mais alguns amigos, ajudantes...

Musicão: O que é mais duro nas turnês, ficar longe de suas famílias ou de suas carreiras individuais?
James: Sem problemas em relação às nossas famílias. Não é muito fácil ficar longe delas, mas é muito mais difícil ficar por duas semanas convivendo com eles... (Refere-se aos outros integrantes da banda. Risos).

Musicão: Como vocês analisam este período na música.
Paul: Eu acho que a música pop está terrível hoje em dia e acho que o desaparecimento das gravadoras tem a ver com o fato das pessoas estarem comprando singles via internet e não mais os álbuns. Isso não é bom... Se você colocar numa rádio de música pop, todas as músicas são exatamente as mesmas. Mas também tem muita música underground... A música eletrônica é muito mais interessante hoje em dia, dance music é melhor agora do que 10 anos atrás.
James: Existem músicos muito jovens. E eles estão dispostos a produzir qualquer coisa desde que seja ouvida de qualquer jeito. E existem milhões e milhões de bandas hoje em dia. Isso é bom mas música pop é uma porcaria.

Musicão: Deixem uma mensagem para seus fãs brasileiros.
James: As mulheres brasileiras são lindas e nos amamos estar no Brasil por mais uma vez. Eu, particularmente, amo o Brasil... E temos muitos amigos aqui e estamos felizes por estarmos de volta.


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