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Power To Play: McFly em São Paulo

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Publicada em 05, May, 2024 por Marcia Janini

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Na noite da última quinta-feira, 2 de maio o McFly, uma das bandas ícones do movimento emocore do início dos anos 2000, realizou show de sua turnê Power To Play no Espaço das Américas em São Paulo.

Subindo ao palco ao som de "Where Did All the Guitars Go?" uma canção descontraída e leve, na gostosa cadência do pop rock de linhas suavizadas, apresenta na bateria de e na guitarra de acordes simples o andamento suave de uma canção com deliciosa aura retrô.

Em um belíssimo trabalho da bateria em intensas variações dinâmicas, "Land of the Bees" apresenta o contraste para a letra suave e o acompanhamento constante da guitarra. Baixo em dub de Dougie Poynter no contraponto auxilia na manutenção do dinâmico andamento.

Mais uma canção repleta de dinamismo e vitalidade "One For the Radio" surge nos galopes firmes da bateria, alternando em momentos de suavidade na porção média da canção. Trazendo elementos do rockabilly nas guitarras em simples arranjos, denota mais um momento especial da apresentação.

Outra canção com o delicioso acento doo wop 60's "God of Rock & Roll" traz na firmeza da condução da bateria e nos joviais vocais em cânone do refrão, aliadas aos acentos pop, aura de dinamismo.

Para "Friday Night", uma melodia animada, de andamento frenético na bateria e interessantes cromatismos nas guitarras traz também o vocal cheio de vitalidade de Danny Jones. Blueseiro, o baixo explora tonalidades em doom, no contraponto à agilidade da bateria. Great!

Em "Corrupted" uma injeção de peso surge, apontando linha melódica firme, no andamento frenético e nos rascantes riffs das guitarras de em palhetadas vigorosas na introdução. Em diminuendo na segunda porção da melodia, suaviza levemente com os ruflares em afretado da bateria. Na finalização, grande peso das guitarras encadeadas e do baixo explorando ágeis desenhos sonoros.

Para o hit "Lies" mais uma condução perfeita e dinâmica, revelando mais um grande momento da performance vocal de (?). Com grande perícia em sua exímia condução, a bateria de Harry Judd reina soberana na condução do andamento levemente ralentado, trazendo elementos de sonoridades como o r&b nas guitarras de preciosos arranjos. Amazing!

Trazendo a deliciosa aura de aventura e descontração "Route 55" traz na balada moderna pautada no soft rock, com esparsos elementos do country determinados pelas guitarras de acordes encadeados, mais um grato momento do show, onde os desenhos dos dedilhados da guitarra melódica de Danny Jones se aliam com perfeição aos acordes rascantes da guitarra rítmica de Tom Fletcher, com o apoio do belíssimo baixo.

Traduzindo momentos intimistas com seu público, para a balada "I'm Fine", trazendo elementos do hard rock na construção da melodia, seguida pela urgente e aguardada balada "Too Close For Comfort", surgem dois dos maiores pontos de sinergia palco/platéia, com o belíssimo espetáculo do coro uníssono dos fãs, entoando com entusiasmo os versos da canção.

Após uma rápida e linda introdução, a dorida balada "Broken By You" traz apenas o suave acompanhamento da guitarra emoldurando o vocal precioso de timbre claro de Danny Jones, em modulações de rara beleza, e solfejos, atingindo notas altas na finalização, para em momento posterior, a participação mais que especial da banda brasileira Fresno trazer mais um especial momento do show, onde os músicos do McFly generosamente dividem o palco com os principais expoentes nacionais do estilo, que cheios de fúria no fraseado vocal, trazem o peso de guitarras distorcidas em afinação alta e um primoroso trabalho do baixo em doom, determinando dinâmica extra à urgência da letra.

Para "Everybody Knows" mais uma canção com o delicioso apelo retrô dos acordes firmes das guitarras, traduzindo ao pop rock elementos de sonoridades clássicas do rock como o rockabilly. A firmeza da bateria de Harry Judd traz uma gostosa dinâmica no andamento, que remonta ao hard rock, permeada pela junção do blueseiro baixo em dub step. Mais um momento importante do show. Em mais um presente aos fãs, os carismáticos astros trazem uma representante da platéia para uma participação especial na percussão, ao lado de seus ídolos.

Divertida "Star Girl" traz mais um ponto alto da apresentação, onde o grande mote foi a descontração, tanto do público quanto dos integrantes da banda, transmitindo ao público atmosfera de genuína alegria e prazer em sua performance, com guitarras explodindo em acordes rápidos, seguidos pela fluidez da bateria.

Trazendo elementos do soul/disco no andamento e nos elaborados arranjos de "Happiness", com fraseado vocal de métrica diferenciada e recursos verticalizadores extraídos do pop, surge a grata surpresa e forte diferencial de uma composição inusitada na linear apresentação.

Em "Obviously" elementos do country rock das guitarras em solapados se unem perfeitamente ao cadenciado ralentado da bateria, emoldurando o belo vocal de Tom Fletcher. Breaks estratégicos apoiam a força do refrão em mais um instante de rara beleza do espetáculo.

Além destas canções, hits como "Not Alone", "Red" e "Five Colours In Her Hair" fazem parte do setlist da brilhante apresentação.


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