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Faith in the Future: Louis Tomlinson

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Publicada em 12, May, 2024 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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Na noite do último sábado, 11 de maio, Louis Tomlinson (ex-One Direction), realizou show em São Paulo em única apresentação no Allianz Parque, com abertura da divertida banda alemã Giant Rooks a partir das 20h00, que traz em seu som o delicioso pop moderno com pitadas retrô.

A apresentação do Giant Rooks tem início ao som de "For You", seguida por "Bright Lies", duas canções pop de andamento ágil, com elementos eletrônicos da atualidade fundidos ao rock, sem abrir mão de pinceladas generosas da sonoridade retrô.

Para "Pink Skies", uma canção gostosa e suavizada na cadência do pop rock, o andamento constante das guitarras encontra apoio no baixo e no galope frenético da bateria de Finn Thomas, em precisa condução.

Em "New Estate" elementos da sonoridade 80's surgem por meio dos efeitos dos sintetizadores de Jonathan Wischniowski, que exploram a metálica aura futurista em meio ao potente baixo grooveiro de Luca Göttner em doom, expondo sonoridade arrojada. Em riffs simples, porém de grande efeito estético, as guitarras surgem em dedilhados e cromatismos para a cadência alquebrada da bateria. Remonta suavemente à new wave 80's na linha melódica adotada... Grande momento da apresentação.

"Morning Blue" trazendo elementos do post-disco 80's em um delicioso groove, muito bem pontuado pela precisão do baixo em contraponto à bateria de cadenciado constante e marcha nas conversões ao refrão, emolduram o potente e jovial vocal de Frederik Rabe.

Explorando elementos extraídos de vertentes como o punk de 1ª geração no cadenciado firme e contundente da bateria de Thomas, "Wild Stare" segue se aliando com perfeição ao fraseado vocal charmosamente despojado, que dialoga intensamente com o blueseiro baixo em doom. Em resposta, a guitarra de Finn Schwieters surge em riifs altos nas finalizações, em mais um privilegiado e divertido momento da passagem da banda pelo palco...

Em uma urgente balada moderna, trazendo o apelo da letra em métrica suavizada para o andamento em crescendo da melodia, surge mais um importante momento da performance de Rabe em "Somebody Like You" onde seu timbre vocal claro explora tessituras simples, que cativam pela singeleza e pela aura de jovialidade. No refrão, uma explosão de energia, acompanhada pelo coro uníssono dos presentes, aponta mais um feliz momento do show. Amazing!

Subindo ao palco por volta das 21h00, Louis Tomlinson inicia sua apresentação ao som de "The Greatest" na cadência marcante do pop rock, com ambientação levemente retrô, bem determinada pelos sintetizadores de Zak Craner, explorando acordes de notas em suspensão.

Trazendo o rascante poderoso das guitarras em glissandos aliadas ao pulsar forte e urgente da bateria de "Kill My Mind" surge mais uma canção de sucesso, com intensa participação do público no coral e no coreografado jogo de luzes da platéia, em um espetáculo bonito de se ver!!!

Na execução de "Bigger Than Me" uma balada potente, cadenciada, apresentando faceta suavizada do vocal de Louis, surge mais um bom momento da apresentação, com conversões precisas da bateria de Steve Durham que se une às cordas, onde o diálogo entre o suave dedilhado da guitarra melódica de Michael Blackwell encontra apoio nos intervalos firmes da guitarra rítmica, apoiados pelo baixo em dub, seguida pela descontraída "Holding on to Heartache".

Trazendo deliciosa aura retrô, remontando à sonoridade urban dos anos 90 no contraste bem medido entre a bateria cadenciada e as cordas frenéticas "Face the Music" surge seguida por "We Made It", em mais um grande hit com participação intensa do público, num importante ponto de sinergia palco/plateia.

Em "Night Changes", composição de sua carreira junto ao One Direction, Louis traz mais uma canção pautada no pop rock, trazendo a bateria em cadenciado firme e constante aliada às guitarras em riffs rascantes e ao baixo em doom de Matt Dinnadge, em mais um belíssimo momento de performance vocal, explorando tessituras agudas em modulações intensas.

Para a linda balada "Chicago" num instante introspectivo, percebemos a grande versatilidade do baterista Steve Durham, em conversões nada óbvias de extrema perícia técnica, emoldurando o timbre suave, porém potente de Louis.

Em "Chemical", releitura para a canção de andamento frenético pautada na sonoridade do pop rock com acentos cyber de Post Malone, repleto de vigor em sua interpretação, Louis denota ar de urgência à letra com grande propriedade, revelando maturidade estilística e domínio de palco, apesar de sua pouca idade, sem perder o carisma e a aura de frescor juvenil, revelando características de um grande intérprete.

Remontando levemente à sonoridade indie/dark 80's, o medley entre "All this Time" e "She is Beauty We Are World Class" surge trazendo a dinâmica pesada da bateria cadenciada para o andamento ralentado, dialogando com as guitarras em riffs repletos de cromatismos, emoldurando o vocal de Louis.

"Copy of a Copy of a Copy" uma balada ralentada revela em seu instrumental linhas melódicas diferenciadas nos arranjos da guitarra melódica de Blackwell, em cromatismos de grande beleza. A bateria, explorando tessituras arrojadas, apoia o suave instrumental com propriedade e firmeza.

Para a balada "Walls", com o forte acento e influência do country na cadência e nos arranjos folk das guitarras surge o baixo de Dinnadge, blueseiro e bem colocado, traduzindo colorido extra no apoio à cadência constante da bateria.

"Written All Over Your Face" traduz deliciosa aura retrô no fraseado vocal e na métrica desenvolvida para a letra, que se sobrepõe ao andamento ralentado da melodia. Explorando belíssimos efeitos da cenotécnica nas cascatas de fogos incidindo do proscênio, além do belíssimo jogo de luzes e imagens, marca mais um importante ponto do show.

Após a execução da aguardada "505", releitura para o sucesso de Arctic Monkeys, trazendo o apelo gostoso do soft rock nos riffs encadeados das guitarras aliados ao pulsar linear da bateria de Durham, surge a execução de "Back to You" mais um sucesso na roqueira e frenética versão.

Após a execução da lindíssima balada "Angels Cry" e encerrando a memorável noite "Out of My System".

Para o momento do bis, algumas gratas surpresas foram reservadas nas execuções de "Where Do Broken Hearts Go", clássico da carreira com o One Direction e "Silver Tongues".


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