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Bon Jovi e Goo Goo Dolls: Alternativo e Hard Rock em Memoráveis Apresentações

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Publicada em 28, Sep, 2019 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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Na noite da última quarta-feira, 25 de setembro, o Allianz Parque em São Paulo recebeu duas grandes atrações do rock mundial, as bandas Bon Jovi e Goo Goo Dolls, em históricas apresentações, para a qual acorreram cerca de 48 mil pessoas.

O Goo Goo Dolls sobe ao palco do Allianz Parque por volta das 18h45, com a execução da divertida "Big Machine".

Após "Bringing on the Light" o hit "Stay With You" traduz toda a contemporaneidade do indie rock com elementos extraídos de sonoridades como o hardcore. Com modernos acentos determinados pelos teclados e sintetizadores, a banda traduz à urgente balada ares de contemporaneidade, sem abrir mão de certo charme retrô... Amazing!

Para a balada "Better Days" repleta de romantismo, a cadência de indie rock recebe elementos do soft e country, em uma linda canção, suave, com lindos dedilhados em rascante das guitarras nas conversões ao refrão, apoiando a força da letra. Baixo em dub de Robby Takac traduz aura blueseira, no contraponto à cadenciada bateria. Great!

Repleta de energia, a descontraída "Broadway" na cadência do pop rock surge em linhas fluidas, onde aos dinâmicos riffs rascantes das guitarras une-se a bateria cadenciada de Mike Malinin em andamento constante, emoldurando o belo trabalho do vocal de Rzeznik. Belo diálogo surge nos acordes ágeis do teclado unindo-se ao baixo de Robby Takac em doom, em perfeita sincronia para a finalização da canção, num dos mais expressivos momentos da apresentação.

Encerrando a apresentação, a linda balada "Iris", um dos maiores hits da banda, traz nos delicados e doces acordes do banjo e na deliciosa performance vocal de John Rzeznik um dos melhores instantes da apresentação. No perfeito contraponto entre baixo e bateria (em conversões precisas) e nas cordas compostas por guitarra, violão de aço e banjo na finalização, se apreciou um show de técnica do instrumental.

Além dessas canções, sucessos como "Here is Gone", "So Alive", "Bringing on the Light" e "Come to Me" foram apresentadas, fazendo parte do bem escolhido repertório do show.

Subindo ao palco por volta das 20h30, o Bon Jovi inicia sua apresentação ao som da inédita "This House is Not For Sale", canção que intitula a turnê, trazendo os acordes rascantes da guitarra na introdução. Com seu costumeiro carisma, John traduz ao fraseado vocal aura de velada sensualidade. Os dedilhados ágeis intercalam acordes rascantes, aliados à constância da bateria cadenciada. Apoiando a força do refrão, o backing vocal traduz à canção aura de grande hino. Great!

Jovial e descontraída "Born To Be My Baby" encerra mais um grande momento da apresentação. Na finalização precioso solo da guitarra de Phil X em glissandos.

Traduzindo aura soft rock à canção, com elementos extraídos de sonoridades country aliados à elementos pop "Lost Highway" traz na urgente letra aura de liberdade e energia, emoldurada pelo belíssimo trabalho do teclado de David Bryan em acordes suaves, contrastando com a força das guitarras. Baixo em dub surge no contraponto à bateria.

Para "Knockout", com a forte introdução desenvolvida pela bateria de Tico Torres explorando o reforço de bass na manutenção da cadência, que estabelece comunicação entre o pop e o rock de linhas hard, surgem elementos de desafiadora ousadia no fraseado vocal desenvolvido por John, em uma canção de andamento constante e suaves variações dinâmicas, apoiadas pelos riffs ágeis das guitarras.

Após a execução de "You Give Love a Bad Name", um dos maiores hits da carreira da banda num dos mais importantes momentos do show, a execução de "Roller Coaster" traduz atmosfera introspectiva à apresentação, com a atuação do preciso backing apoiando a força do refrão. Na melodia de andamento ralentado, grande trabalho da bateria de Torres na manutenção da cadência, em conversões contundentes.

Blueseira, a guitarra introdutória traduz à "Whole Lot of Leaving'" suaves elementos inspirados no country, ascendendo para vigoroso arranjo em rascantes palhetadas, aliando-se ao baixo de Hugh McDonald em dub e às evoluções da bateria em marcha. Breaks estratégicos apoiam o forte refrão em mais um bom momento da apresentação.

Explorando a cadência tribal em fortes evoluções na introdução da bateria "We Weren't Born to Follow" traz em sua execução a energia de uma canção pautada na fusão entre o hard rock de linhas clássicas e elementos pop. O andamento suavizado desenvolvido pelo instrumental abre espaço para o virtuosismo da guitarra melódica de Phil em campos harmônicos repletos de cromatismos desenvolvidos em ágeis dedilhados. Grande momento do show!

Acordes introdutórios do teclado de Bryan em ágeis evoluções ambientam a execução do sucesso "Runaway", aliando-se aos slides das guitarras. Em um dos melhores momentos de sua firme performance vocal John brilha com intensidade em inspiradas modulações, traduzindo grande energia.

"It's My Life" marca outro vital momento na apresentação, num aberto convite à descontração traduzido pela otimista letra. Total sinergia palco/platéia se desenrola, com a massiva participação do público. Amazing!

Em instante intimista, a balada "In These Arms" pautada na cadência do country rock é lindamente executada no firme vocal do tecladista David Bryan. O firme instrumental e o trabalho da percussão de Tico Torres apresentam o apoio perfeito ao inspirado vocal. Na guitarra rítmica de vigorosos rascantes em correspondência às importantes evoluções do teclado e à finalização grandiosa da bateria, se anuncia mais um importante ponto da apresentação.

Explodindo em riffs altos e distorção, a guitarra melódica apoia o vocal de John para a execução de "Have a Nice Day". Descontraída, a banda apresenta grandes variações em dinâmica, evoluindo em coesa avalanche sonora. Acordes encadeados e repletos de cromatismos das guitarras nas conversões ao refrão aliam-se com propriedade à constância determinada pela bateria, em contundente cadenciado. Amazing!

Num belíssimo instante de sua performance individual, o baixo em dub de Hugh Mc Donald explora vigorosos dedilhados em perfeito contraponto à bateria para "Keep the Faith". Em mais um avassalador momento do vocal de John, este explora tessituras graves em um show de técnica e energia para seu timbre, em modulações precisas e repletas de charme. Great! Guitarras rítmica e melódica em poderoso diálogo bem determinados pelo virtuosismo de Phil X e Bon Jovi emolduram com garbo a dinâmica melodia. Na finalização, com ares de jam session, os músicos demonstram um pouco de seu grande talento. Amazing!

Em lindo e introspectivo momento do show, surge a linda balada "Amen" para um estádio iluminado pelos fãs, que auxiliam a ambientação da canção com o uso das lanternas de seus celulares. Lindo de se ver e ouvir. Colocando sentimento em sua voz, John brilha em inspiradas modulações, repletas de suavidade e elegância.

Para "Bed of Roses", o lindo teclado introdutório alia-se aos acordes melodiosos da guitarra de Phil X, emoldurando com propriedade o suave vocal de John em crescendo, evoluindo para instantes de grande intensidade em modulações inspiradas, traduzindo com propriedade a apaixonada urgência expressa na letra. Permeando com propriedade a melodia, os doces acordes do teclado aliam-se à firme condução da bateria. Encadeado, surge o diálogo preciso das guitarras, encerrando um momento de rara beleza estética na apresentação. Carismático e charmoso, o intérprete convida para uma linda performance uma das fãs da platéia.

Mais um grande clássico, muito bem ambientado pelos teclados em sonoridade organística com o apoio da bela percussão, traduz o apelo dos corais gospel na introdução, evoluindo para a pesada e forte cadência do hard com elementos heavy no forte instrumental desenvolvido pela bateria aliado aos alucinantes riffs distorcidos da guitarra na melodia encorpada de "Lay Your Hands on Me". Solos da guitarra melódica explodindo em semi-colcheias encadeadas em show de técnica e agilidade na finalização fazem deste mais um grande momento do show.

Em súbita explosão de energia, "We Don't Run" traduz em cadência próxima ao hardcore elementos modernizadores, num namoro com o pop rock. O fraseado vocal explora divisões silábicas em cadenciado, traduzindo contemporaneidade à construção melódica.

Mais um sucesso surge na execução de "Wanted Dead or Alive" que flerta com sonoridades atuais, explorando nos dedilhados das guitarras toques do soft e country rock, determinada também com maestria pelos teclados, em uma balada repleta de variações dinâmicas e visceral performance vocal de John.

Além destes sucessos os hits ""I'll Sleep When I'm Dead" e "Bad Medicine" também constaram do setlist do show, que privilegiou todas as fases da carreira da banda, que reservou para os instantes finais da apresentação as clássicas "Blood on Blood" e "Livin' on a Prayer", coroando de êxito o brilhante espetáculo.


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