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Coberturas de shows

Summer Break Festival

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Publicada em 12, Dec, 2013 por Marcia Janini

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SOJA_2013.jpg
Abrindo o evento, a banda "Nem Liminha Ouviu “ interpretou algumas canções próprias e covers de grandes clássicos do rock nacional, como "Surfista Calhorda" dos gaúchos Replicantes, "São Paulo" da banda 365 e "Até Quando Esperar" da Plebe Rude.

Segunda atração da noite a banda "SOJA" apresentou seu reggae de raiz, descontraindo positivamente a quente tarde de verão.

“She Still Loves Me”, super suave e cheia de vitalidade e energia contrastou com a segunda canção, que trouxe um pouquinho de influência rock n´roll na guitarra distorcida.

Deliciosa, “I Don´t Wanna Wait” traz deliciosa introdução do duo de metais, composto por sax alto e trompete... O fraseado vocal ralentado, cadenciado, traduz ainda maior auxílio às sutis variações dinâmicas apresentadas pela melodia.

A banda realiza homenagem ao Brasil embalando numa batucada sambista de deixar muito percussionista de escola de samba impressionado, diante de tamanha destreza e agilidade, em andamento e cadência frenético e alucinante.

O-Rappa-2013.jpg
O Rappa sobe ao palco por volta das 17h00, trazendo vinheta introdutória conduzida com maestria pelo DJ que acompanha a banda, mesclando sonoridades inusitadas como o reggae e drum n´ bass a elementos da black music como charme, hip hop e rap, em meio a skretches vigorosos e samplers de efeito.

Iniciando a apresentação, a clássica "Lado B Lado A", que surge já levantando e descontraindo o público.

"Reza Vela" com seu fraseado vocal frenético ambientado pela contagiante cadência do reggae sempre representa ponto alto nas apresentações da banda, onde Falcão demonstra todo seu grande talento e versatilidade como intérprete.

A introdução repleta de breaks estratégicos de "Monstro Invisível" precede com charme os versos complexos e reflexivos da canção. Nota para o teclado em notas esparsas permeando a melodia com suavidade, contrastando com a força expressa pelo fraseado vocal e a cadência da bateria, brilhantemente conduzida. Mais um grande momento da apresentação.

Na homenagem ao grande estadista Nelson Mandela, recentemente falecido, Falcão divide os vocais com Jacob Hemphill, vocalista do Soja, na gostosa e ralentada cadência jamming... Momento especial na apresentação, com muita descontração e improvisos inspirados, onde a criatividade foi privilegiada. Excelente momento do espetáculo.

Após a dançante e divertida “Me Deixa”, "Boa Noite Xangô" traduz no teclado a atmosfera 70´s e no fraseado vocal elementos da soul music brasileira e influências no marcante sambalanço de Ben Jor... A temática na letra explora a religiosidade afro-brasileira ao fazer alusão aos deuses africanos de maneira segura, com grande propriedade, contextualizando o mítico religioso aos dias atuais.

Em "Zóio de Lula", homenagem a Chorão, com imagens do front man do Charlie Brown em momentos de descontração com seu inseparável skate. Momento emocionante do show.

Incubus-2013.jpg
Subindo ao palco por volta das 19h00, Incubus inicia sua apresentação com o medley "Quicksand/ Kiss". A suave balada "Quicksand" que apresenta teclados em suspensão e riffs da guitarra distorcida em atonalidade na finalização, numa inusitada fusão introduz a festeira "Kiss", que explora sonoridade pautada no hard rock, com sutis elementos heavy determinados pela guitarra em cromatismos. A bateria cadenciada determina a tonalidade pop acompanhada por solos da guitarra em glissandos permeada pelo teclado, que remete suavemente ao psicodelismo. A finalização em acordes ascendentes, traduz em andamento e cadência gostosa aura dançante.

"Megalomaniac" apresenta nas conversões ao refrão samplers e arranjos pautados no eletro house, denotando cosmopolitismo contemporâneo à canção.
Nota para a inusitada introdução de "Nice To Know You" realizada em skretches pelo DJ. Na melodia, elementos de inspiração ska/ hardcore denotam à canção urbanidade.

Com letra reflexiva e fraseado vocal alternando entre tonalidades profundas, graves e agudos urgentes, "Made For TV Movie" apresenta como canção incidental excerto de "Hello", sucesso de Lionel Richie, com introdução ricamente blueseira da guitarra, dedilhada em glissandos cromáticos.

Remontando à irreverente ousadia do grunge, "Circles" apresenta esparsos elementos na soul music, tornando-a swingada, com um apelo deliciosamente dançante. Bem explorados, os recursos do sintetizador moog auxilia na ambientação das conversões.

Traduzindo belos elementos retrô, em sonoridade pautada no surf rock e notas de reggae, permeados por muita atitude e certa dose de ousadia "Anna Molly" na cadência do hardcore, apresenta instrumental que ascende para andamento frenético, com suaves acentos no punk rock.

A cadência linear e constante de "In The Company of Wolves" principia com suaves acordes da guitarra aliada ao teclado de arranjos doces. A linda balada traz ainda na melodia breaks estratégicos na conversão, determinados pelo rufar da bateria em solo, traduzindo densidade e dramaticidade à composição.

"Drive" surge urbana, com um swing gostoso embalado pela fusão de acentosde funk e soul com o pop rock. Pausas em sampleado sustentam o refrão na finalização, ambientando aura arrojada e moderna.

Dave-Matthews-Band.jpg
Encerrando o festival, a aguardada atração da noite Dave Matthews Band, sobe ao palco por volta das 21h30 na execução da dançante "Don´t Drink". Na junção entre rock e reggae com esparsos elementos de country rock determinados pelo violão em acordes solapados e violino bem temperado, traz como grande diferencial o belo duo de metais blueseiro, denotando ar festivo e descontraído à intrincada construção melódica.

"Rapunzel" na cadência do soul apresenta elementos do rock progressivo nas conversões, em profundas variações dinâmicas. O refrão sincopado denota aura atemporal pela modernidade e ousadia, em estilo ainda hoje influente em bandas indie. Dançante e jovial, traz ainda em seu bojo elementos típicos da sonoridade latina a exemplo da rumba no afinadíssimo duo de metais.

Apresentando fraseado vocal intrincado, de divisão silábica complexa, a gostosa balada soul "Squirm" encanta pela suavidade. A bateria cadenciada traduz ilógica e criativa estrutura em rondó. Nota para o afinadíssimo coral marcando o refrão. Esparsas tonalidades remetendo ao psicodelismo surgem nas variações dinâmicas.

Na swingada "Shake Me" os metais surgem majestosos, grandiosos em sincronia total com a bateria. O violino permeia com categoria a melodia, emoldurando o delicioso fraseado vocal de inspiração latina nos acentos e country em andamento. Alegre e empolgante, põe o público literalmente para dançar numa fusão perfeita com a soul music.

Com seu fraseado vocal rápido, urgente e descontraído, "Corn Bread" transforma a arena em uma grande pista de dança. Nota para o fantástico trompete e para as performances dos demais músicos da banda, grandes virtuoses. Carismático, o band leader cai na dança, demonstrando para seu público a sincera alegria e liberdade poética expressa nas canções.

A descontração ditou a tônica desta grande apresentação, repleta de charme, encerrando a noite em clima festivo. Grandes clássicos constaram do bem escolhido repertório, como "Rooftop", "#41", "What Would", "Space" e "Too Much".


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