<?xml version='1.0' encoding='windows-1252'?>
<rss version='2.0'
	xmlns:content='http://purl.org/rss/1.0/modules/content/'
	xmlns:wfw='http://wellformedweb.org/CommentAPI/'
	xmlns:dc='http://purl.org/dc/elements/1.1/'>

<channel>
<title>Musicão</title>
<link>http://www.musicao.com.br/</link>
<description>Musicão</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>All Content copyright 2008 Musicão</copyright>

<item>
  <title>Riffs de guitarra de Joe Satriani invadem o Credicard Hall</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1269&amp;t=riffsdeguitarradejoesatrianiinvademocredicardhall</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/joe-satriani2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Um dos maiores &amp;iacute;dolos dos f&amp;atilde;s de guitarra, Joe Satriani esteve ontem no Credicard Hall divulgando a turn&amp;ecirc; de seu novo &amp;aacute;lbum &amp;quot;Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock&amp;quot;, o 13&amp;ordm; disco de sua carreira.

O palco era basicamente s&amp;oacute; de instrumentos, nada de bandeira e coisas o tipo. O que n&amp;atilde;o era necess&amp;aacute;rio devido a presen&amp;ccedil;a do baixista Stuart Hamm e sua perfomance no contra-baixo.

Satriani entrou no palco sem nenhuma delonga j&amp;aacute; detonando &amp;quot;I Just Wanna Rock&amp;quot;, deixando o p&amp;uacute;blico atento cada nota tocada. Al&amp;eacute;m de Hamm, Jeff Campitelli, na bateria e Galen Henson, na guitarra acompanharam os solos do m&amp;uacute;sico.

Can&amp;ccedil;&amp;otilde;es do novo &amp;aacute;lbum fizeram parte do repert&amp;oacute;rio como “Overdriver”, “Diddle-Y-A-Doo-Dat”,”Ghosts Revelation”, “Musterion”, “Out of the Sunrise” e “Andalusia”, assim como hits antigos como “Satch Boogie”, “Ice 9”, “Flying in a Blue Dream”, “Super Colossal”, “Crushing Day”, “Time Machine”, “Cryin&amp;acute;”, “Cool #9”, “Always with Me Always with You”, “Surfing with alien”, entre outras.

O destaque maior foi o solo de baixo de Hamm, que ensaiou um “Aquarela do Brasil” e o encerramento com a ovacionada “Summer Song”.

A turn&amp;ecirc; de &amp;quot;Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock&amp;quot;  teve in&amp;iacute;cio em abril, come&amp;ccedil;ando a excursionar por Portugal e seguindo para Europa e Austr&amp;aacute;lia. O show passa agora pela Am&amp;eacute;rica do Sul e, em seguida, retorna aos Estados Unidos por volta de setembro. </description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1269&amp;t=riffsdeguitarradejoesatrianiinvademocredicardhall</guid>
  <pubDate>Wed, 30 Jul 2008 09:57:30 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>The Beats: Hist&amp;oacute;ria do Rock Brit&amp;acirc;nico Retratada nos Palcos do HSBC Brasil</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1257&amp;t=thebeats%3Ahistoriadorockbritanicoretratadanospalcosdohsbcbrasil</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/the-beats2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Com in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 22h00 da &amp;uacute;ltima quinta-feira 24 de julho, a excepcional banda The Beats, celebrada pelo p&amp;uacute;blico e pela cr&amp;iacute;tica com sendo a melhor banda cover dos Beatles em &amp;acirc;mbito mundial, animou os presentes em apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;uacute;nica em bom gosto e requinte.

Os “argentinos de Liverpool” interpretaram os maiores sucessos da banda brit&amp;acirc;nica, num show bem elaborado, explorando ao m&amp;aacute;ximo os recursos de uma excelente ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de demonstrar trabalho de pesquisa irrepreens&amp;iacute;vel, com intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos tel&amp;otilde;es e no improvisado ciclorama do palco, onde se descortinou a hist&amp;oacute;ria dos Beatles e, evidentemente, de sua pr&amp;oacute;pria trajet&amp;oacute;ria de sucesso.

Nota para o excelente v&amp;iacute;deo em desenho, parodiando trecho do filme “Yellow Submarine”, numa produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e ousada, traduzindo-se em divertido e interativo momento da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, onde os argentinos encontravam-se com os Beatles, surgindo a seguir no palco, cada qual de posse de algum novo adere&amp;ccedil;o c&amp;ecirc;nico supostamente entregue pelos seus &amp;iacute;dolos.

Iniciando as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a can&amp;ccedil;&amp;atilde;o “Come Together”, do &amp;aacute;lbum hom&amp;ocirc;nimo de 1969, seguida de “The Long and Winding Road”, do mesmo ano.

Curiosa a trajet&amp;oacute;ria hist&amp;oacute;rica demonstrada pela banda, que representou, fidedignamente, diga-se de passagem, v&amp;aacute;rios per&amp;iacute;odos da carreira dos Beatles, inclusive com gestuais e caracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;ecirc;nica perfeitas, trajando r&amp;eacute;plicas perfeitas dos figurinos usados pelos Beatles, cuidado este tamb&amp;eacute;m presente nos instrumentos musicais e at&amp;eacute; mesmo nos amplificadores, caixas de retorno, microfones e demais equipamentos.

Entretanto, apesar dos avan&amp;ccedil;os e retrocessos hist&amp;oacute;ricos durante a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o desfecho do espet&amp;aacute;culo termina fazendo refer&amp;ecirc;ncia ao &amp;aacute;lbum “Come Together”, onde &amp;agrave; frente de uma moldura ampliada da capa da obra, os quatro assumem as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Harrison, McCartney, Starr e Lennon, em mais um inusitado e inspirado instante de inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;ecirc;nica e criatividade.

Sem sombra de d&amp;uacute;vida, o &amp;aacute;pice de verticaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do espet&amp;aacute;culo surge na representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fase inicial da carreira dos Beatles, com a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Love Me Do” (1962), “From Me To You” (1963), “She Loves You” (1963), e “I Want To Hold Your Hand” (1963).

Utros bons momentos da banda latina demonstraram-se nas execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de “We Can Work It Out” (1965) e nas introspectivas e densas interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de “All You Need is Love” (1967), “Yesterday” (1965), e nas belas homenagens a John Lennon e George Harrison.

Tamb&amp;eacute;m dignas de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o as brilhantes atua&amp;ccedil;&amp;otilde;es em “Can’t Buy Me Love” e a “Hard Day’s Night”, ambas de 1964, em mais momentos de contagiante euforia e intensa intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o palco/plat&amp;eacute;ia. Fant&amp;aacute;stico!

Encerrando a excelente apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mais um grande momento no bis, com a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Hey Jude”, onde houve intensa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico, presenciando-se tamb&amp;eacute;m a atemporalidade destas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, determinada pelo grande n&amp;uacute;mero de pr&amp;eacute;-adolescentes que &amp;aacute; esta altura demonstravam histericamente seu entusiasmo... Qualquer semelhan&amp;ccedil;a com as f&amp;atilde;s enlouquecidas das imagens nos tel&amp;otilde;es, realmente, n&amp;atilde;o foi mera coincid&amp;ecirc;ncia!

Assim terminou mais uma bem sucedida apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do The Beats, retornando ap&amp;oacute;s alguns meses desde sua &amp;uacute;ltima apari&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil, cantando e literalmente, encantando com sua jovialidade, carisma e bom humor os f&amp;atilde;s brasileiros.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1257&amp;t=thebeats%3Ahistoriadorockbritanicoretratadanospalcosdohsbcbrasil</guid>
  <pubDate>Mon, 28 Jul 2008 04:36:01 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>FiberOnline comemora seus 11 anos de exist&amp;ecirc;ncia no Clube Vegas</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1251&amp;t=fiberonlinecomemoraseus11anosdeexistencianoclubevegas</link>
  <description>Foi comemorada ontem no clube Vegas, os 11 anos do portal refer&amp;ecirc;ncia de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica brasileira, o FiberOnline. A festa foi realizada em parceria com o n&amp;uacute;cleo Caravana da Coragem e contou com a presen&amp;ccedil;a de um line up de peso.

A noite foi iniciada com um coquetel para imprensa e convidados ao som de um dos principais nomes da m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica nacional, Eneas Neto. O DJ foi produtor do programa Zensor, na r&amp;aacute;dio 97fm, criador da gravadora Cri Du Chat e criador do site FiberOnline.

A casa, lotada em pela quarta-feira, seguiu no lobby com o DJ Bezzi, Database, Spavieri, Oblivion e Luis Depeche, tamb&amp;eacute;m da FiberOnline.

Na pista Basement, teve estr&amp;eacute;ia com Marmitex, Audioviva, Renato Lopes e Hero Zero, dj residente da casa. Sobre o novo conceito da nova pista do Vegas, Facundo Guerra afirma: “Imagine estar dentro de um tel&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deo composto por leds e sob o efeito quase narcotizante de gr&amp;aacute;ficos “8-bit” tipo Atari. Imagine o que aconteceria se fosse tragado pela m&amp;aacute;quina, como no cl&amp;aacute;ssico filme retro-futurista “Tron”. Imagine jogar uma partida de pong, cl&amp;aacute;ssico do Telejogo, do lado de dentro do tubo da TV. E tudo isso sob a press&amp;atilde;o de 130 decib&amp;eacute;is”.

O site do FiberOnline foi ao ar pela primeira vez em 1997, &amp;eacute;poca que a internet no Brasil ainda estava dando os primeiros passos. Tinha o intuito de informar o que seu criador, Eneas Neto estava ouvindo. “Aqui n&amp;atilde;o se acha as &amp;uacute;ltimas not&amp;iacute;cias do que acabou de sair daquela gravadora independente alem&amp;atilde;. O intuito do FiberOnline &amp;eacute; manter informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre artistas e produtores. Apoiar quem produz, divulgar quem faz.”, diz o Eneas.

Hoje, o site oferece mais de 3 mil m&amp;uacute;sicas em mp3 para download gratuito, al&amp;eacute;m de ter dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica nacional.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1251&amp;t=fiberonlinecomemoraseus11anosdeexistencianoclubevegas</guid>
  <pubDate>Thu, 24 Jul 2008 13:10:03 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Uma Noite Feliz: Lady Murphy no Salinas</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1246&amp;t=umanoitefeliz%3Aladymurphynosalinas</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/lady-murphy_thumb.jpg' align='right' width='60'/>No &amp;uacute;ltimo s&amp;aacute;bado, 19 de julho, a banda Lady Murphy apresentou-se com distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o na badalada casa noturna Salinas, localizada na regi&amp;atilde;o da vila Ol&amp;iacute;mpia, zona nobre da capital.

Interpretando sucessos pr&amp;oacute;prios e alguns covers, o espet&amp;aacute;culo teve in&amp;iacute;cio por volta de 1h30 da manh&amp;atilde; de domingo, com dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aproximadamente 70 minutos de puro pop e energia, liderados pelo front man de grande carisma, elevando a sinergia palco/plat&amp;eacute;ia.

Dignas de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o as execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de can&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;oacute;prias, como a descontra&amp;iacute;da “Um Dia Feliz”, que intitula seu primeiro trabalho, delicioso pop rock suingado, gostoso de ouvir, expandindo jovialidade e frescor em cada nota, com excelente condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria cadenciada e breaks estrat&amp;eacute;gicos que ressaltam a mensagem despojada do refr&amp;atilde;o, numa sonoridade tipicamente paulistana, onde surgem na letra algumas g&amp;iacute;rias e jarg&amp;otilde;es regionalistas, traduzindo identidade ao trabalho. Excelente!

Outra can&amp;ccedil;&amp;atilde;o cheia de vigor &amp;eacute; a l&amp;uacute;dica “Final Errado”, retratando em sua letra dilemas existenciais sobre amores incompat&amp;iacute;veis de forma divertida, com bons arranjos e riffs de guitarra bem colocados na cad&amp;ecirc;ncia jovem do moderno rock.

Entretanto, um dos melhores momentos da noite foi a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Velhos Dias”, linda can&amp;ccedil;&amp;atilde;o de letra reflexiva, apresentando grande densidade estil&amp;iacute;stica. Aliada &amp;agrave; bem constru&amp;iacute;da letra, melodia de preciosos acordes, suave sem descambar na mesmice, repleta de recursos, como notas em suspens&amp;atilde;o e esparsos samplers eletr&amp;ocirc;nicos. Fant&amp;aacute;stica!

Ainda no repert&amp;oacute;rio, grandes cl&amp;aacute;ssicos do rock nacional, MPB e tamb&amp;eacute;m do technopop e new wave 80’s, deixando claro que ecletismo e ousadia s&amp;atilde;o importantes  caracter&amp;iacute;sticas desta banda.

Nota para a excelente condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria em Bizarre Love Triangle (Depeche Mode) e para a sensacional performance da guitarra na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Coraz&amp;oacute;n Espin&amp;atilde;do”, um grande cl&amp;aacute;ssico de Carlos Santana. Igualmente importante a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do baixo na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Overkill (Man at Work).</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1246&amp;t=umanoitefeliz%3Aladymurphynosalinas</guid>
  <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 18:21:42 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Novo Conceito de Revival Musical: Festival Autotrash</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1219&amp;t=novoconceitoderevivalmusical%3Afestivalautotrash</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/autotrash_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Cerca de 2 mil pessoas lotaram ontem, 08 de julho, o Bar D’Hotel Cambridge, localizado na regi&amp;atilde;o central da capital para a quarta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do AutoTrash, badalado festival musical de revival 80’s.

O evento, comandado por Marcos Vicente (Autobahn), Tonyy e Eneas Neto (Trash 80’s) teve in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 22h00, se estendendo at&amp;eacute; aproximadamente 7h00 da manh&amp;atilde; seguinte.

Entre as v&amp;aacute;rias atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es reunidas pelos empres&amp;aacute;rios, DJ residentes das duas casas e ainda ilustres convidados, como Wayne Hussey (ex-The Smiths / The Mission UK), Kid Vinil (ex-Magazine), Spavieri (ex-Madame Sat&amp;atilde;) e at&amp;eacute;  (pasmem!), a ex-chacrete Rita Cadillac no comando das pick-ups.

A festa agradou p&amp;uacute;blicos das mais variadas ”tribos” e estilos, apresentando tamb&amp;eacute;m generosa mescla de idades. De g&amp;oacute;ticos a punks, clubbers e GBLTs, com idade variando de 18 a mais de 50 anos, todos se divertiram em clima de total descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos tr&amp;ecirc;s ambientes projetados.

No sal&amp;atilde;o dark, a anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o de boa parte da noite, com discotecagens que mesclaram o melhor do gothic, EBM, industrial e dark wave ficou por conta de DJs como Spavieri, com set list mais atual, vigoroso e Lu&amp;iacute;s Depeche, causando euforia com grandes cl&amp;aacute;ssicos, em momento mais arrojado da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Na pista Autobahn, as principais atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite. Wayne Hussey trouxe set inspirado no gothic e dark wave, al&amp;eacute;m de tocar alguns de seus maiores sucessos junto ao The Smiths e The Mission UK, diversificando o estilo new wave e pop dan&amp;ccedil;ante da proposta da casa. Kid Vinil realizou a mixagem de grandes cl&amp;aacute;ssicos do new wave, technopop e house, num set list bem selecionado, encerrando mais um ponto alto das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite.

Na pista comandada pela equipe da Trash 80’s, a divers&amp;atilde;o estava garantida... O p&amp;uacute;blico dan&amp;ccedil;ou muito ao som de can&amp;ccedil;&amp;otilde;es brega-populares (nacionais e internacionais) em voga nos anos 80.

A ex-chacrete Rita Cadillac debutou como DJ em grande estilo, com pista lotada e muita anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sendo calorosamente acolhida pelos presentes. Sua curta passagem pela casa ficou marcada pelo “bom” gosto na escolha do set list, totalmente adequado &amp;agrave;s propostas da casa, numa divertida performance.

Entretanto, digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bartenders da pista e dos improvisados go-go boys (freq&amp;uuml;entadores) reunidos em estrat&amp;eacute;gicos pratic&amp;aacute;veis localizados perto da cabine de som, com suas hil&amp;aacute;rias e inspiradas coreografias! 

Esse foi o AutoTrash, numa mescla do j&amp;aacute; conhecido clima de revival a momentos &amp;uacute;nicos e totalmente inusitados, totalizando mais de oito horas de puro agito e muita m&amp;uacute;sica!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1219&amp;t=novoconceitoderevivalmusical%3Afestivalautotrash</guid>
  <pubDate>Wed, 09 Jul 2008 18:17:49 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Possessed e outras bandas de Death Metal esquentam noite fria de sexta-feira</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1212&amp;t=possessedeoutrasbandasdedeathmetalesquentamnoitefriadesexta-feira</link>
  <description>Na &amp;uacute;ltima sexta-feira, dia 04 de julho, o espa&amp;ccedil;o de show Kazebre se transformou num ponto de encontro para os headbangers paulistas. O Death Metal Festival Tour Brasil 2008 contou com a presen&amp;ccedil;a de bandas como Korzus, Total Death, do equador, Comando Nuclear, Nervochaos, The Ordher, Apokalyptic Raids, Bestial Atrocity e Buceitor. A atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o principal estava por conta dos americanos do Possessed com abertura dos californianos do Sadistic Intent.

Apesar da noite fria, a multid&amp;atilde;o metaleira, de um lado, aguardava o grande momento de assistir ao Possessed, e de outro, grande parte deles acompanhava com aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o cada banda que subia ao palco. 

A banda paulistana de trash metal, Korzus foi, a todo momento, reverenciada pelos headbangers com cada acorde que o guitarrista Antonio Araujo (que substiuiu Silvio Golfetti) tocava e a cada gutural que Marcelo Pompeu soltava.

A interatividade com o p&amp;uacute;blico chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como a vez que o vocal pediu para que o p&amp;uacute;blico que estava &amp;aacute; esquerda do palco, trocasse de lugar com os da direita.

O Sadistic Intentet teve sua apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais amena (se &amp;eacute; que se pode usar esse termo para uma banda de Death Metal). No palco haviam caix&amp;otilde;es estampando crucifixos invertidos e o p&amp;uacute;blico pareceu mais prestar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a cada movimento de Bay Cortez (baixo e vocal), Rick Cortez e Ernesto Bueno (guitarras), e Emilio Marquez (bateria), do que realmente curtir o som.

Chegada a grande hora da noite, uma das bandas mais importantes e uma das pioneiras do estilo Death Metal, o Possessed sobe ao palco e novamente o p&amp;uacute;blico recebe a banda com gritos em coro. No meio de tanto gutural, ouvia-se uivos &amp;agrave; l&amp;uacute;cifer e os headbangers se dividiam entre a admira&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; banda e o bate-cabe&amp;ccedil;a que tomou conta da pista.

Entre os sons que fizeram parte do espet&amp;aacute;culo de metal extremo estavam: “The Herectic”, “My Belief”, “Confessions”, “The exorcist”, “Twisted Minds”, “Burn in Hell”, “Beyond the Gates”, “Evil Warriors”, “Satan&amp;acute;s Curse”, entre outros.

A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o marcou a primeira vinda da banda ao Brasil.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1212&amp;t=possessedeoutrasbandasdedeathmetalesquentamnoitefriadesexta-feira</guid>
  <pubDate>Mon, 07 Jul 2008 10:05:38 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Motomix anima tarde de s&amp;aacute;bado e re&amp;uacute;ne 6.000 pessoas</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1201&amp;t=motomixanimatardedesabadoereune6.000pessoas</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Motomix-2008-2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Com aproximadamente 6.000 pessoas presentes, a quarta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Motomix, que aconteceu no &amp;uacute;ltimo s&amp;aacute;bado, 28 de junho no parque do Ibirapuera, trouxe atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es pra l&amp;aacute; de inusitadas.

Respons&amp;aacute;veis pela abertura do evento, as bandas nacionais que foram selecionadas entre 900 projetos musicais enviados para o Projeto Novos Sons, chamou aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o cen&amp;aacute;rio alternativo brasileiro.

A primeira a subir ao palco, pontualmente &amp;agrave;s 15 horas, foi o quarteto de Campinas Venus Volt, formado por Pell&amp;ecirc; (vocais e guitarra), Dinho (baixo), Du (bateria) e Trinity (voz). Considerada a “atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais roqueria do festival” e o visual da vocalista comparada a de Evanescence e afins, destacou-se com as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;quot;In God We Trust&amp;quot; e &amp;quot;Hopeless Days&amp;quot;.

Stop Play de Moon foi a segunda banda a pisar no palco. Formado por Geanine Marques (voz), Paulo Bega (guitarra e sintetizadores) e Ricardo Athayde (sintetizador), o trio paulista faz o estilo pop eletr&amp;ocirc;nico, com menos guitarra e menos pique do que a banda anterior. Destaques para &amp;quot;Take It All&amp;quot;, &amp;quot;Hey&amp;quot; e &amp;quot;Stranger&amp;quot;.

O &amp;uacute;ltimo grupo nacional foi o sexteto brasiliense Nancy formado por Camila Zamith (voz), Pr&amp;aacute;xis (guitarra), Dreaduardo (bateria), Munha (baixo), Fernando Velloso (guitarra) e Ivan Bicudo (teclado, xilofone e escaleta). O som do grupo mistura estilos variados como new wave oitentista, rock brit&amp;acirc;nico e pop rock nacional. Destaques para &amp;quot;Mal Star&amp;quot;, &amp;quot;Mamba Negra Fashion Week” e &amp;quot;Sambora”.

No cen&amp;aacute;rio internacional, tivemos o trio Fujiya &amp;amp; Miyagi abrindo a segunda parte o show. O grupo tamb&amp;eacute;m faz pop eletr&amp;ocirc;nico, formado por David Best (voz e guitarra), Steve Lewis (sintetizador) e Matt Hainsby (baixo). Abriram o show com &amp;quot;Ankle Injuries&amp;quot; que animou o p&amp;uacute;blico com sua m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica empolgante e dan&amp;ccedil;ante. Destaques para &amp;quot;Sore Thumb&amp;quot;, &amp;quot;In One Ear and Out the Other&amp;quot; e &amp;quot;Electro Karaoke&amp;quot;.

A quinta atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Motomix, os brit&amp;acirc;nicos do The Go!Team subiu &amp;agrave;s 18h20 ao palco. A banda foi a principal atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do festival e atraiu o p&amp;uacute;blico por sua not&amp;aacute;vel excentricidade. O som misturava diferentes refer&amp;ecirc;ncias musicais e destacou-se pelo agitado rod&amp;iacute;zio de seus integrantes em diferentes instrumentos. Destaque para &amp;quot;The Power Is On&amp;quot;, &amp;quot;Fake ID&amp;quot;, &amp;quot;Everyone's a V.I.P. to Someone&amp;quot; e &amp;quot;Titanic Vandalism”.

A &amp;uacute;ltima banda, e talvez a mais esperada, o Metric entrou &amp;agrave;s 19h45. Emily Haines, tecladista e vocalista era o centro das aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es do p&amp;uacute;blico, al&amp;eacute;m de James Shaw (guitarrista/compositor), Joules Scott-Key (baterista) e Josh Winstead (baixista). A banda faz pop dan&amp;ccedil;ante, com influ&amp;ecirc;ncias de rock brit&amp;acirc;nico oitentista com guitarras distorcidas. Destaques para &amp;quot;Dead Disco&amp;quot;, &amp;quot;The List&amp;quot;, &amp;quot;Poster of a Girl&amp;quot;, &amp;quot;Handshakes&amp;quot; e “Monster Hospital&amp;quot;.

A banda encerrou a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com Haines informando aos presentes sobre o anivers&amp;aacute;rio do baterista Joules Scott-Key, antes de o quarteto tocar &amp;quot;Live It Out&amp;quot;, &amp;uacute;ltimo n&amp;uacute;mero da noite. </description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1201&amp;t=motomixanimatardedesabadoereune6.000pessoas</guid>
  <pubDate>Mon, 30 Jun 2008 11:14:49 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Alex Band apresenta sua carreira solo em show</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1189&amp;t=alexbandapresentasuacarreirasoloemshow</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Alex-Band-2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Deixando o The Calling parado por um tempo e seguindo carreira solo, Alex Band subiu aos palcos ontem e deixou a casa de show HSBC em S&amp;atilde;o Paulo, num clima juvenil.

Ao primeiro acorde de “We have all been here”, a casa foi tomada por gritos ensurdecedores das f&amp;atilde;s, que era predominantemente feminino. Na m&amp;uacute;sica seguinte “Adrienne”, foi entregue ao cantor uma bandeira do Brasil como gratid&amp;atilde;o de algum f&amp;atilde;.

O show seguiu com muitas in&amp;eacute;ditas de Alex, o qual agradeceu a ‘paci&amp;ecirc;ncia  dos f&amp;atilde;s por estarem ouvindo suas novas composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es’. E n&amp;atilde;o faltou tamb&amp;eacute;m as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es do The Calling como “Stigmatized”, “Could it be”e “Our Lives”.
 
Num momento do show, Alex Band tomou em m&amp;atilde;os a bandeira (verdadeira) do Brasil e a colocou sobre o ombro. Disse o Brasil significou  muito para ele, e declarou seu amor ao pa&amp;iacute;s. Agradeceu com um enrolado “Obrigado”. As luzes se acenderam em verde e amarelo e  hit maior “Whetever you will go” soou como &amp;ecirc;xtase para os f&amp;atilde;s. A euforia foi inevit&amp;aacute;vel. Cada frase da m&amp;uacute;sica era acompanhada pelo p&amp;uacute;blico.

Ap&amp;oacute;s o bis, a banda voltou  com “Only You” e “Rest of your life” e assim foi encerrado o show, que dever&amp;aacute; virar um DVD da banda em breve.  </description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1189&amp;t=alexbandapresentasuacarreirasoloemshow</guid>
  <pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:30:25 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Avantasia: Metal treatral ew S&amp;atilde;o Paulo</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1186&amp;t=avantasia%3Ametaltreatralewsaopaulo</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Tobias-Sammet_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Na fria noite do dia 22 de junho, o Avantasia esquentou o palco do Credicard Hall, em S&amp;atilde;o Paulo, com a passagem da sua turn&amp;ecirc; de lan&amp;ccedil;amento do CD “The Scarecrow” pelo Brasil.

Contando com convidados mais que especiais, como Andr&amp;eacute; Mattos do Angra e Jorn Lande do Malmsteen, Tobias Sammet e companhia agradaram a todos os presentes com o seu heavy metal, contando com a capa do CD como pano de fundo, e com uma ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o somente vista em est&amp;aacute;dios de futebol, fazendo com que toda a plat&amp;eacute;ia participasse mais ativamente das performances quase teatrais.

Alguns pontos altos do show foram as m&amp;uacute;sicas “No Return”, “Avantasia”, “The Story Ain’t Over”, a balada “Inside”, que emocionou a todos, e o encerramento, com “Sign Of The Crosss”.

Bela homenagem a Brasil foi feita pela branda, erguendo uma bandeira do Brasil gigante, sendo balan&amp;ccedil;ada por Tobias Sammet e Sascha Paeth.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1186&amp;t=avantasia%3Ametaltreatralewsaopaulo</guid>
  <pubDate>Tue, 24 Jun 2008 11:42:50 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Saudades com God Save the Queen</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1161&amp;t=emocaoesaudadescomgodsavethequeen</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/god-save-the-queen_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Em uma fant&amp;aacute;stica apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &amp;uacute;ltimo dia 12 de junho, os argentinos do God Save the Queen mostraram ao p&amp;uacute;blico paulista o porqu&amp;ecirc; deles serem considerados  hoje a melhor banda cover do Queen, de todo o mundo.

Contando com Pablo Padim nos vocais, a banda  conseguiu emocionar a todos os presentes, principalmente pela grande semelhan&amp;ccedil;a de Padim com o falecido l&amp;iacute;der do Queen, Freddie Mercury.

O clima nost&amp;aacute;lgico, aliado &amp;agrave; ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do palco garantiu grandes momentos  de emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o com cl&amp;aacute;ssicos da banda como “Love of My Life”, na qual Padim cantou acompanhado apenas pelo cover de Brian May no viol&amp;atilde;o, “Bohemian Hapsody”, The Show Must Go On”, “Somebody To Love”, “Kind Of Magic”, “We Will Rock You” e encerrando magistralmente com “We Are The Champions”.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1161&amp;t=emocaoesaudadescomgodsavethequeen</guid>
  <pubDate>Sun, 15 Jun 2008 09:28:35 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Lulu Santos adere ao funk em seu novo show “LongPlay”</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1143&amp;t=lulusantosadereaofunkemseunovoshow%93longplay%94</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/LuluSantos2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O p&amp;uacute;blico paulista p&amp;ocirc;de apreciar ontem, o show de um dos &amp;iacute;cones do rock nacional dos anos 80. Lulu Santos subiu ao palco do Citibank Hall trazendo o espet&amp;aacute;culo “Long Play”, seu &amp;uacute;ltimo trabalho. 

Ap&amp;oacute;s ficar separado de seus velhos companheiros de estrada, a banda volta com seus m&amp;uacute;sicos de apoio, que j&amp;aacute; se apresentavam com o cantor na d&amp;eacute;cada de 80. E que n&amp;atilde;o deixaram de mostrar que est&amp;atilde;o em sua melhor forma. Milton Guedes (saxofone, gaita, viol&amp;atilde;o, teclado e backing-vocal), Dunga (baixo),  Xocolate (bateria) e Japa (teclado).

N&amp;atilde;o foi surpresa para os f&amp;atilde;s verem seu &amp;iacute;dolo entrar no palco vestindo um figurino a l&amp;aacute; samba, cantando “Deixa isso pra l&amp;aacute;” em vers&amp;atilde;o funk-pop-eletro, j&amp;aacute; que havia declarado anteriormente que “m&amp;uacute;sica de branco j&amp;aacute; n&amp;atilde;o tem mais gra&amp;ccedil;a”.

O repert&amp;oacute;rio do show contou com sucessos de sua carreira como De Repente Calif&amp;oacute;rnia, Um Certo Algu&amp;eacute;m, Como uma Onda, Tudo Azul, Tempos Modernos, Assim Caminha a Humanidade, Sereia, Tudo Bem, Aviso aos Navegantes, J&amp;aacute; &amp;Eacute;;  al&amp;eacute;m de faixas de “Long Play”: Seu Anivers&amp;aacute;rio (com direito a bexigas no fundo do tel&amp;atilde;o), Contatos, Se N&amp;atilde;o Fosse o Funk, Propriedade Particular entre outras.

Destaque para o solo de saxofone de Milton Guedes que ‘dividiu’ a primeira parte do show, o qual tinha uma levada mais samba-funk, com a segunda parte que j&amp;aacute; veio com um ar mais pop. Mostrando um ‘globo de discoteca’ ao fundo do tel&amp;atilde;o e o visual mais moderninho, o show seguiu com a anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da banda e o p&amp;uacute;blico que n&amp;atilde;o deixava passar nenhuma m&amp;uacute;sica sem coro.

Foi um presente para os f&amp;atilde;s, que puderam n&amp;atilde;o s&amp;oacute; cantar e relembrar os velhos hits do cantor, como puderam assistir a uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de luzes, imagens e coreografias da banda.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1143&amp;t=lulusantosadereaofunkemseunovoshow%93longplay%94</guid>
  <pubDate>Sat, 07 Jun 2008 08:39:47 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Nazareth comemora seus 40 anos</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1112&amp;t=nazarethcomemoraseus40anos</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/nazareth2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Os escoceses do Nazareth subiram ao palco ontem para comemorar seus 40 anos de longo caminho percorrido. A turn&amp;ecirc; &amp;acute;40th Anniversary ‘Road Trip’ Tour 2008&amp;acute; passou pela capital paulista trazendo consigo toda irrever&amp;ecirc;ncia do quarteto formado pelo vocalista Dan McCafferty,  o baixista Pete Agnew, o guitarrista Jimmy Murrinson e o baterista Lee Agnew, pr&amp;oacute;digo filho do baixista Pete.

O palco trazia uma grande bandeira ao fundo com nome da banda, algo simples, que se completava com o jogo de luzes, uma bandeira do Brasil, as latas de cerveja e um copo de &amp;aacute;gua. &amp;Aacute;gua? Sim, &amp;aacute;gua;  que Dan McCafferty fez quest&amp;atilde;o de mostrar ao p&amp;uacute;blico e pronunciar, com um bom portugu&amp;ecirc;s: &amp;Aacute;gua. 

Uma longa m&amp;uacute;sica celta fez parte da abertura do show, e logo em seguida “Beggar&amp;acute;s Day” levou o p&amp;uacute;blico ao del&amp;iacute;rio. Assim como as m&amp;uacute;sicas do novo &amp;aacute;lbum “The Newz” e os cl&amp;aacute;ssicos como “Razamanaz”, &amp;quot;My White Bicycle&amp;quot;, &amp;quot;This Flight Tonight&amp;quot;, &amp;quot;Whiskey Drinkin' Woman&amp;quot;, &amp;quot;Big Boy&amp;quot;, &amp;quot;Holiday” e &amp;quot;Dream On&amp;quot;, que fez parte do espet&amp;aacute;culo a fant&amp;aacute;stica participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da plat&amp;eacute;ia no refr&amp;atilde;o: “Dreeeaam oooooooooooon...”.

T&amp;aacute; certo que o pique dos caras, principalmente de Dan McCafferty n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais o mesmo, mas continua com seu imenso bom humor e seus agudos invej&amp;aacute;veis cantando como nunca. Mostrou ter uma boa pron&amp;uacute;ncia do nosso portugu&amp;ecirc;s e foi al&amp;eacute;m do “Muito Obrigado”. Palavras como “Oi”, “Vocalista Fant&amp;aacute;stico”, “&amp;Aacute;gua” e “Caipirinha” deixaram a plat&amp;eacute;ia estarrecida.

A surpresa da noite foi a “Long Black Veil”, cantada por Dan e Pete acompanhado do solo de Jimmy.

O show continuou com “Love Hurts” com coro un&amp;iacute;ssono da plat&amp;eacute;ia, &amp;quot;Hair Of The Dog&amp;quot;, com a performance de Dan com uma gaita-de-fole e &amp;quot;Love Leads To Madness&amp;quot; finalizando o grande show, ap&amp;oacute;s um  “Boa noite” inaceit&amp;aacute;vel pelo p&amp;uacute;blico. E deixando um adeus definitivo (ou n&amp;atilde;o) dessa maravilhosa noite.
</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1112&amp;t=nazarethcomemoraseus40anos</guid>
  <pubDate>Thu, 29 May 2008 08:13:39 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Bootleg Beatles: v&amp;aacute;rias gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, um &amp;uacute;nico amor</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1099&amp;t=bootlegbeatles%3Avariasgeracoes%2Cumunicoamor</link>
  <description>No &amp;uacute;ltimo dia 14, o Bootleg Beatles, tida como a melhor banda tributo ao quarteto de Liverpool, desembarcou no Credicard Hall, em S&amp;atilde;o Paulo, para uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o direcionada aos amantes dos Beatles.

Com um p&amp;uacute;blico formado por todas as faixas et&amp;aacute;rias, a banda conseguiu, em apenas duas horas, fazer um retrospecto de toda a carreira dos Beatles, com direito a quatro trocas de figurino, representando fases distintas da banda: os reis do Yeah-yeah-yeah, Sgt. Peppers, Magical Mistery e Abbey Road.

A banda foi acompanhada por trio de metais e contra-baixo, e a ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o conferia um clima de nostalgia, como se o p&amp;uacute;blico assistisse a um filme antigo. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se transportar os presentes &amp;agrave; &amp;eacute;poca das m&amp;uacute;sicas foi totalmente alcan&amp;ccedil;ada, gra&amp;ccedil;as inclusive ao carisma dos m&amp;uacute;sicos, que al&amp;eacute;m de se vestirem e imitarem os trejeitos de cada m&amp;uacute;sico original, se pareciam em muito com os pr&amp;oacute;prios.

Algumas das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas foram “Help”, “Can’t Buy Me Love”, “Taxman”, “Sgt. Peppers”, “Penny Lane”, “Strawberry Fields Forever”, “Get Back”, com pontos altos marcados por “Yesterday” (cantada em solo com o viol&amp;atilde;o por “Paul McCartney”, emocionou a toda a plat&amp;eacute;ia), “Yellow Submarine”, “All We Need Is Love” (na qual “John Lennon” pediu para que todos da plat&amp;eacute;ia se levantassem), “Imagine” (com “John Lennon” cantando em solo aos teclados) e encerrando com “Twist and Shout”, na qual o Credicard Hall se transformou em uma grande pista de dan&amp;ccedil;a.

Show maravilhoso para os saudosistas que viveram a &amp;eacute;poca, e para as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais novas, que nunca tiveram a oportunidade de ver os “meninos de Liverpool” juntos.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1099&amp;t=bootlegbeatles%3Avariasgeracoes%2Cumunicoamor</guid>
  <pubDate>Thu, 15 May 2008 17:29:42 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Poder Feminino do Rock no CCSP</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1084&amp;t=poderfemininodorocknoccsp</link>
  <description>No dia 21 de mar&amp;ccedil;o, a banda LipStick realizou bela apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com forte participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu j&amp;aacute; numeroso f&amp;atilde;-clube no CCSP.

Esta banda formada por jovens mulheres na faixa dos 20 a 25 anos impressiona pelo grande dom&amp;iacute;nio da t&amp;eacute;cnica, aliadas a talento, criatividade e ousadia &amp;iacute;mpares, traduzindo-se em can&amp;ccedil;&amp;otilde;es com melodias de intrincada constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o sonora,  bem medidas e pautadas, fugindo da mesmice e letras de car&amp;aacute;ter jovial, traduzindo dramas existenciais de forma suave e bem humorada.

Nota para a excelente performance da vocalista, de timbre grave e poderoso, revelando extens&amp;atilde;o e imposta&amp;ccedil;&amp;atilde;o vocal perfeitas, num show de atitude e carisma.

Tamb&amp;eacute;m dignas de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria, firme e bem pontuada e a performance de guitarra e baixo, num todo de grande qualidade e estilo. Os teclados auxiliaram a traduzir uma atmosfera mais atual das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com criatividade e leveza.

A can&amp;ccedil;&amp;atilde;o “Descontrolada”, numa cad&amp;ecirc;ncia mais dirigida ao punk rock, apresentou surpreendente qualidade na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o mel&amp;oacute;dica, com convers&amp;otilde;es lineares. O vocal de excelentes modula&amp;ccedil;&amp;otilde;es, realizou nesta execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o verdadeira “aula de canto”, aliado &amp;agrave; fant&amp;aacute;stica atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da guitarra nos “breaks” e ao refr&amp;atilde;o de efeito, num dos melhores momentos do espet&amp;aacute;culo.

Outro grande ponto de verticaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “J&amp;aacute; Sei Onde Estou”, que mesclou elementos do metal e punk, com excelente participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos teclados e guitarra de ricos acordes pontuando o vocal agudo e suave da int&amp;eacute;rprete. Fant&amp;aacute;stico”!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1084&amp;t=poderfemininodorocknoccsp</guid>
  <pubDate>Mon, 14 Apr 2008 10:44:29 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Leela: Jovialidade e Atitude no CCSP</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1083&amp;t=leela%3Ajovialidadeeatitudenoccsp</link>
  <description>No dia 18 de janeiro, a banda Leela apresentou-se no CCSP, dando continuidade &amp;agrave; turn&amp;ecirc; de seu segundo trabalho, o &amp;aacute;lbum “Pequenas Caixas”.

Com melodias na cad&amp;ecirc;ncia do hardcore e letras que retratam de forma suave os dilemas cotidianos, a banda realizou boa performance, onde aos bons instrumentistas criativos e de apurada t&amp;eacute;cnica, aliou-se o carisma e talento da jovem vocalista Bianca.

Num dos bons momentos do show, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Amor Barato” trouxe rica introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acordes precisos e melodia na cad&amp;ecirc;ncia do punk rock de andamento acelerado, fren&amp;eacute;tico, num conjunto entre excelente melodia e letra, com brilhante performance da vocalista. Perfeito!

Digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a can&amp;ccedil;&amp;atilde;o “Odeio Gostar”, de letra e melodia ing&amp;ecirc;nuas, remetendo ao new wave 80’s. Leve e descontra&amp;iacute;da!

Outro excelente momento surge na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “O &amp;Uacute;ltimo Jantar” (parceria com Fausto Fawcett), com vis&amp;iacute;veis influ&amp;ecirc;ncias na sonoridade do rock nacional dos anos 80. A presen&amp;ccedil;a de teclados bem pontuados, aliando-se perfeitamente &amp;agrave;s guitarras menos ousadas, auxiliana leveza desta can&amp;ccedil;&amp;atilde;o, simples na forma mas complexa quanto ao efeito. Fant&amp;aacute;stico!

Finalizando o espet&amp;aacute;culo, a bem humorada “Um Beijo Pede Bis”, de letra e melodia verticalizada, criativa, com bons recursos e acordes vibrantes, encerrando com grande categoria a boa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da banda.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1083&amp;t=leela%3Ajovialidadeeatitudenoccsp</guid>
  <pubDate>Mon, 14 Apr 2008 10:25:40 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao “Rei do Terror” no Parque Ant&amp;aacute;rctica</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1078&amp;t=celebracaoao%93reidoterror%94noparqueantarctica</link>
  <description>No dia 05 de abril, o est&amp;aacute;dio do Palmeiras rendeu-se ao poder do heavy metal por meio de um de seus maiores representantes. Ozzy Osbourne, em show da turn&amp;ecirc; Black Rain, levou ao estado cerca de 39 mil pessoas, com abertura das bandas Black Label Society e KoRn.

As apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es iniciaram-se pontualmente &amp;agrave;s 19h30, com a excelente banda Black Label Society, trazendo can&amp;ccedil;&amp;otilde;es do mais puro heavy metal na fus&amp;atilde;o com outras vertentes do rock, o que traduziu-se numa sonoridade cl&amp;aacute;ssica com seu ar moderno e de grande sonoridade.

&amp;Agrave; brilhante condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria, mesclou-se o indiscut&amp;iacute;vel talento do guitarrista (que faz parte da banda de Ozzy), a t&amp;eacute;cnica do baixo e os poderosos vocais do front-man, numa verdadeira celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao rock n’roll.

Algumas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es remeteram ao death metal na cad&amp;ecirc;ncia posada da bateria e nos vocais grutuais, outras fizeram suave alus&amp;atilde;o ao progressivo, em intermin&amp;aacute;veis convers&amp;otilde;es entre as estrofes, com guitarras em suspens&amp;atilde;o ascendente, onde as performances individuais de cada m&amp;uacute;sico foram privilegiadas em “aulas” de t&amp;eacute;cnica instrumental e r&amp;iacute;tmica de grande qualidade. &amp;Agrave;s melodias densas de s&amp;oacute;lida constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, letras bem pontuadas conferiram &amp;aacute; apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o exata, sem maneirismos, num bom show.

Na seq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia KoRn, como fidedignos representates do nu metal, apresentaram can&amp;ccedil;&amp;otilde;es onde ao hardcore mesclaram-se elementos do punk rock, reggae, ska e tamb&amp;eacute;m do eletr&amp;ocirc;nico e hip hop, numa sonoridade street, aliando criatividade e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; t&amp;eacute;cnica, realizando fus&amp;otilde;es totalmente inusitadas, onde os samplers e mixagens conduzidos coerentemente pelos DJs soma-se a boa performance da percuss&amp;atilde;o, a peculiar condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria com guitarra e baixo distorcidos, de onde se extra&amp;iacute;am notas singulares, numa excelente performance.

O aguardado show de Ozzy Osbourne teve in&amp;iacute;cio por volta das 22h00, introduzido por tel&amp;atilde;o que mostrou a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ozzy em v&amp;aacute;rios filmes e seriados de TV, al&amp;eacute;m de abertura ao som de “O Fortuna”, trecho da &amp;oacute;pera Carmina Burana de Carl Orff, ambientando o palco para dar passagem &amp;agrave; sua majestade, o rei do terror...

Ozzy, em excelente forma, deu um show de performance, mostrando vitalidade e carisma &amp;iacute;mpares, pontuados elegantemente por seu humor t&amp;eacute;trico, em total intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o palco-plat&amp;eacute;ia.

Nota para as excelentes performances de seus brilhantes m&amp;uacute;sicos, em especial o guitarrista Zakk Wylde, em fant&amp;aacute;stico solo de cerca de 10 minutos, onde revelou-se todo seu talento.

Digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o  a espetacular condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grande baterista da banda, pontuando magistralmente as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tecendo excelente pano de fundo &amp;agrave; voz cavernosa e &amp;agrave;s letras de Ozzy, de agudos tenebrosos destas p&amp;eacute;rolas do heavy metal. Alucinante!

Ozzy apresentou can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sua carreira solo e tamb&amp;eacute;m  grandes cl&amp;aacute;ssicos do Black Sabbath, tendo como pontos altos do show as execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de “War Pigs”, “Iron Man”, “No More Tears” e “I don’t Want to Change the World”, encerrando com o grande cl&amp;aacute;ssico “Paranoid”.

Ap&amp;oacute;s tantos anos sem apresentar-se em terras brasileiras, Ozzy realizou um grande show deixando o p&amp;uacute;blico extasiado. Espera-se que o eterno “Rei do Terror” em breve , brindando-nos com mais apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es inspiradas e felizes como esta... Vida longa ao rei!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1078&amp;t=celebracaoao%93reidoterror%94noparqueantarctica</guid>
  <pubDate>Mon, 07 Apr 2008 11:16:03 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Rod Stewart e Nando Reis: grandes cl&amp;aacute;ssicos ao ar livre</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1077&amp;t=rodstewartenandoreis%3Agrandesclassicosaoarlivre</link>
  <description>Na noite do dia 04 de abril, os paulistanos foram agraciados com grandioso show, onde dividiram o palco do est&amp;aacute;dio do Palmeiras Nando Reis, mostrando a fus&amp;atilde;o entre rock e a MPB, e o brit&amp;acirc;nico Rod Stewart, em excelente forma.

As apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es tiveram in&amp;iacute;cio com Nando Reis, executando grandes sucessos, das duas fases de sua carreira, dando prosseguimento &amp;agrave; tuen&amp;ecirc; do &amp;aacute;lbum “Luau MTV”. Com o seu bom humor usual, Nando mesclou momentos de grande anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao romantismo de seus &amp;uacute;ltimos &amp;aacute;lbuns, com alguns momentos intimistas nos quais o p&amp;uacute;blico p&amp;ocirc;de se emocionar com m&amp;uacute;sicas como “Marvin” e “Relic&amp;aacute;rio”.

Na seq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, o show de Rod Stewart teve in&amp;iacute;cio com algumas imagens no tel&amp;atilde;o apresentando a hist&amp;oacute;ria j&amp;aacute; consagrada do cantor, no formato de filme, sob o nome “The Rodfather” uma alus&amp;atilde;o ao filme “O Poderoso Chef&amp;atilde;o”. Durante as m&amp;uacute;sicas, foram apresentadas fotos e imagens antigas, que ajudaram a criar uma atmosfera “hist&amp;oacute;rica” &amp;agrave; apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Carism&amp;aacute;tico, Rod Stewart apresentou sucessos, como “Some guys have all the luck”, “Tonight’s the night”, “He’s a heartache” e “Sailing”. Como de costume em suas apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, descontraiu a tmosfera de seriedade lan&amp;ccedil;ando bolas de futebol &amp;agrave; plat&amp;eacute;ia, haja visto sua paix&amp;atilde;o pelo esporte.

Destacaram-se tamb&amp;eacute;m durante a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dois covers: “Have you ever seen the rain?”, do grupo Creedence Clearwater Revival, e “Crazy”, De Gnalrs Barkley, esta executada pelo trio de bel&amp;iacute;ssimas backing-vocals.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1077&amp;t=rodstewartenandoreis%3Agrandesclassicosaoarlivre</guid>
  <pubDate>Sat, 05 Apr 2008 10:42:18 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Spirit of London: M&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica em todas as suas nuances</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1070&amp;t=spiritoflondon%3Amusicaeletronicaemtodasassuasnuances</link>
  <description>No &amp;uacute;ltimo s&amp;aacute;bado 15 de mar&amp;ccedil;o, ocorreu a 8&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Spirit of London, um dos mais celebrados eventos de m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica do pa&amp;iacute;s no Samb&amp;oacute;dromo do Anhembi.

Trazendo mais de vinte dos maiores DJs da atualidade divididos em cinco tendas com tem&amp;aacute;ticas diferenciadas, a festa atravessou a madrugada indo finalizar-se apenas ao meio dia de domingo, traduzindo-se em aproximadamente 16 horas de muita m&amp;uacute;sica e um p&amp;uacute;blico estimado em 7 mil pessoas. Go-go’s deram um grande diferencial ao desfilarem em passarela de vidro localizada entre a plat&amp;eacute;ia, traduzindo-se &amp;agrave; dan&amp;ccedil;a, sensualidade e gra&amp;ccedil;a.

No palco principal &amp;lt;b&amp;gt;Joe K&amp;lt;/b&amp;gt;, demonstrou set dan&amp;ccedil;ante com variantes entre techno e influ&amp;ecirc;ncias que remetiam ao EBM e industrial, atrav&amp;eacute;s das batidas vigorosas e contagiantes, num perfeito equil&amp;iacute;brio entre t&amp;eacute;cnica e criatividade. Uma das mais aguardadas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite, &amp;lt;b&amp;gt;Yves Larock&amp;lt;/b&amp;gt; contagiou o p&amp;uacute;blico com set list voltado &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas tend&amp;ecirc;ncias do eletr&amp;ocirc;nico, numa sonoridade atual, com o que de mais moderno toca nas pistas de dan&amp;ccedil;a e nas r&amp;aacute;dios no mundo, apresentando tamb&amp;eacute;m melodias de sua autoria. &amp;lt;b&amp;gt;Ronaldinho &amp;lt;/b&amp;gt;traduziu leveza &amp;agrave; interessante sonoridade proposta por seu trabalho, com predomin&amp;acirc;ncia do minimal e eletro, num excelente mix com o techno, traduzindo-se em uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o criativa, seleta e de alta qualidade sonora. Uma das principais atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite, &amp;lt;b&amp;gt;Alex Gaudino&amp;lt;/b&amp;gt; trouxe set list pautado no eletro e trance atuais, traduzindo o que se ouve nas principais r&amp;aacute;dios e danceterias, traduzindo-se numa sonoridade viajante. Nota para esparsos samplers de efeito retr&amp;ocirc; nas convers&amp;otilde;es, conferindo &amp;agrave;s can&amp;ccedil;&amp;otilde;es gra&amp;ccedil;a e leveza! Outra boa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta tenda ficou por conta do trabalho de &amp;lt;b&amp;gt;Marcelo S&amp;aacute;&amp;lt;/b&amp;gt;, que explorou al&amp;eacute;m do j&amp;aacute; conhecido talento dos go-go boys na dan&amp;ccedil;a, a inusitada performance solo de percuss&amp;atilde;o de um dos dan&amp;ccedil;arinos, surgindo como um ponto diferencial em sua discotecagem de tend&amp;ecirc;ncia Techno, com influ&amp;ecirc;ncias do psy, trance e do dance pop, num mix interessant&amp;iacute;ssimo, dan&amp;ccedil;ante que mesclou com maestria diferentes estilos e momentos musicais.	

Uma das mais fervilhantes tendas da noite, a &amp;lt;b&amp;gt;Big Ben House&amp;lt;/b&amp;gt; (qualquer analogia com o rel&amp;oacute;gio londrino n&amp;atilde;o &amp;eacute; mera coincid&amp;ecirc;ncia, visto que as discotecagens ocorriam em cima de uma plataforma suspensa, como se fora uma “torre”) reuniu atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es como &amp;lt;b&amp;gt;Rafael Yapujan&amp;lt;/b&amp;gt;, que apresentou tend&amp;ecirc;ncias mais dan&amp;ccedil;antes do house, com influ&amp;ecirc;ncias de techno e trance e at&amp;eacute; mesmo samplers de tecnopop 90’s. Outro excelente trabalho foi o de &amp;lt;b&amp;gt;Carlo Dall’Anese&amp;lt;/b&amp;gt;, onde mesclaram-se v&amp;aacute;rias vertentes do techno num mix de tirar literalmente o f&amp;ocirc;lego dos presentes. &amp;lt;b&amp;gt;Ferris&amp;lt;/b&amp;gt; tamb&amp;eacute;m se apresentou com maestria e set list bem elaborado e seleto, explorando batidas graves e cadenciadas com samplers de efeito, traduzindo-se a fus&amp;atilde;o elegante entre v&amp;aacute;rios estilos, sem perder a ess&amp;ecirc;ncia das melodias de andamento r&amp;aacute;pido e contagiante, onde ao house uniram-se influ&amp;ecirc;ncias extra&amp;iacute;das do techno, minimal e drum n’bass. &amp;lt;b&amp;gt;Adriano Pagani&amp;lt;/b&amp;gt; apresentou set list pautado no trance e house, com esparsas pitadas de minimal e eletro, onde aos breaks estrat&amp;eacute;gicos e bem pontuados sucederam-se “viradas” inteligentes. &amp;Uacute;nica mulher a apresentar-se na tenda, &amp;lt;b&amp;gt;Kira&amp;lt;/b&amp;gt; embasou mais no eletro house o seu trabalho, realizado com precis&amp;atilde;o e bom dom&amp;iacute;nio da t&amp;eacute;cnica, agradando muito ao gosto do p&amp;uacute;blico.

&amp;lt;b&amp;gt;Energia Black&amp;lt;/b&amp;gt; trouxe o melhor da black music em apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que agradaram em cheio at&amp;eacute; aos gostos musicais mais exigentes. Nota para o excelente trabalho apresentado pelo &amp;lt;b&amp;gt;DJ Lala&amp;lt;/b&amp;gt;, que ao contr&amp;aacute;rio de muitos, realizou performance &amp;agrave; moda antiga, discotecando com vinis e tocando o que de melhor se ouviu nas danceterias dos anos 80, num set cl&amp;aacute;ssico e cheio de bossa, mesclando &amp;agrave; batida contagiante do funk, sons street como o break, o charme, o in&amp;iacute;cio do hip hop e rap. Dignas de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o as brilhantes performances de street dancers que dominaram o espa&amp;ccedil;o da tenda num show como h&amp;aacute; muito n&amp;atilde;o se via, entretendo o p&amp;uacute;blico numa verdadeira aula de ritmo e estilo!!! &amp;lt;b&amp;gt;DVJ Experience&amp;lt;/b&amp;gt; mostrou atrav&amp;eacute;s de clipes toda a modernidade do rap nesta nova era dos clipes musicais, num interessante trabalho de pesquisa &amp;aacute;udio-visual. Numa interessante mescla entre cl&amp;aacute;ssicos e atualidades, uso bem dosado de samplers e scratches num hip hop de peso, &amp;lt;b&amp;gt;Milk&amp;lt;/b&amp;gt; realizou excelente participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no festival, atrav&amp;eacute;s de um impec&amp;aacute;vel e variado set list, demonstrando rigor e cuidado na escolha das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Breaks estrat&amp;eacute;gicos aqui e ali deram um ar ainda mais urbano e atual &amp;agrave; discotecagem! &amp;lt;b&amp;gt;Silvinho&amp;lt;/b&amp;gt; demonstrou nesta tenda um interessante set, mais baseado no hip hop e nos cl&amp;aacute;ssicos, com can&amp;ccedil;&amp;otilde;es simples e de f&amp;aacute;cil assimila&amp;ccedil;&amp;atilde;o num bom trabalho, nada pedante, gostoso de ouvir e dan&amp;ccedil;ar! Leves influ&amp;ecirc;ncias no charme e R&amp;amp;B complementaram os pontos mais altos desta apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Na tenda &amp;lt;b&amp;gt;Terremoto&amp;lt;/b&amp;gt;, comandada pelo celebrado &amp;lt;b&amp;gt;DJ Marky&amp;lt;/b&amp;gt; e convidados, &amp;lt;b&amp;gt;DJ Link&amp;lt;/b&amp;gt; apresentou set na cad&amp;ecirc;ncia acelerada do drum n’bass, com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de MC’s nos vocalizes. &amp;lt;b&amp;gt;TC&amp;lt;/b&amp;gt; apresenta set list com suaves variantes da mesma vertente, ficando a encargo do excelente &amp;lt;b&amp;gt;Marky&amp;lt;/b&amp;gt; a melhor apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da noite na tenda. Em excelente forma, apresenta a fus&amp;atilde;o do drum n’ bass com samplers das mais variadas est&amp;eacute;ticas e movimentos musicais, sempre de forma criativa e inusitada, fugindo da mesmice. Pitadas de rock(!) e eletro al&amp;eacute;m da excelente participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos MC’s na amina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, deram a t&amp;ocirc;nica nesta brilhante apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na mescla perfeita entre v&amp;aacute;rias cad&amp;ecirc;ncias, causando altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es inovadoras no andamento acelerado do drum n’ bass, em viradas dignas de um dos maiores DJ’s da atualidade. Empolgante!

Na tenda &amp;lt;b&amp;gt;Freedom&amp;lt;/b&amp;gt; (como o pr&amp;oacute;prio nome j&amp;aacute; faz alus&amp;atilde;o), presenciamos discotecagens mais leves e fluidas, de tonalidades mais alegres, festivas.... &amp;lt;b&amp;gt;Herbert Tann&amp;lt;/b&amp;gt; (da Blue Space, tradicional casa do circuito GLS) apresenta set com influ&amp;ecirc;ncias na disco music, house, minimal, trance e techno, num mix eletrizante e inspirado, mesclando cl&amp;aacute;ssicos com sonoridades modernas, tudo bem dosado e bem medido. Realmente incendi&amp;aacute;rio! Uma das principais atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite, &amp;lt;b&amp;gt;Magal&amp;lt;/b&amp;gt; apresenta som bem pontuado e convers&amp;otilde;es precisas, com toda a t&amp;eacute;cnica e rigor que lhe s&amp;atilde;o peculiares. Influ&amp;ecirc;ncias do trance e eletro na fus&amp;atilde;o com acid , minimal e outras vertentes em inteligentes viradas pontuaram a excelente sonoridade e trabalho de pesquisa musical. Melhor, imposs&amp;iacute;vel! &amp;lt;b&amp;gt;J&amp;uacute;nior Preon, feat. Ammanda&amp;lt;/b&amp;gt;, traz a sonoridade do dance pop, com influ&amp;ecirc;ncias no techno e batida cadenciada e marcante, num excelente acompanhamento aos vocais poderosos de Ammanda, numa performance digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;lt;b&amp;gt;Mauro Borges&amp;lt;/b&amp;gt;, no set misto de eletro e minimal, com influ&amp;ecirc;ncias do techno, drum n’ bass e disco, apresenta nuances muito dan&amp;ccedil;antes e em certo ponto, bem pops e atuais. O carism&amp;aacute;tico &amp;lt;b&amp;gt;Robson Mouse&amp;lt;/b&amp;gt;, que al&amp;eacute;m de apresentar set com varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre cl&amp;aacute;ssicos doa anos 70, 80 e 90 na fus&amp;atilde;o com as &amp;uacute;ltimas tend&amp;ecirc;ncias, ainda apresentou singular intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico, num diferencial divertido e agrad&amp;aacute;vel. Muito bom!

Assim terminou a 8&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Spirit of London, festival que reuniu alguns dos maiores especialistas em m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica do Brasil e do mundo.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1070&amp;t=spiritoflondon%3Amusicaeletronicaemtodasassuasnuances</guid>
  <pubDate>Mon, 24 Mar 2008 09:47:40 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Psicodelismo de Solano Star no CCSP</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1036&amp;t=psicodelismodesolanostarnoccsp</link>
  <description>No dia 12 de janeiro, &amp;agrave;s 19h00 o CCSP recebeu alguns expoentes da moderna sonoridade brasileira e a veterana banda Solano Star formada entre outros por Taciana (ex-Gang 90 e as Absurdetes) e Edgard Scandurra (Ira!).

Realizando a abertura do show, duas bandas subiram ao palco: a ER, instropectiva e experimental, mesclando ao classic rock elementos de progressivo psicod&amp;eacute;lico, em can&amp;ccedil;&amp;otilde;es basicamente formadas por melodia, sem letras ou vocais predominantes.  A Seychelles apresentou trabalho bem elaborado, com melodias ricas em acordes e ricas varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, trazendo letras &amp;aacute;cidas, cr&amp;iacute;ticas e at&amp;eacute; certo ponto bem humoradas, sendo dignas de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a brilhante condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria e o fant&amp;aacute;stico vocal de recursos ilimitados. Nota para a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Vanilson Rodrigues, convidado que sobresaiu-se na percurs&amp;atilde;o e manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o  de efeitos. Fant&amp;aacute;stica apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da banda!

A Solano Star traz em certos momentos guitarra e baterias mais desenvoltas e algumas declama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, remetendo &amp;agrave; quebra na unidade sonorat&amp;atilde;o em voga entre final dos anos 70 e in&amp;iacute;cio dos anos 80.

Nota para as performances de Taciana com seu bel&amp;iacute;ssimo vocal, de timbre suave e afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;iacute;mpar e Edgar Scandurra em momentos de forte inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criatividade. As guitarras em distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o, criando efeitos  inusitados somam-se ao baixo bem pontuado e &amp;agrave; bateria de excelente condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, realizando brinlhante apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Com melodias de grande efeito e arranjos precisos, as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es tamb&amp;eacute;m apresentaram letras de forte teor estil&amp;iacute;stico, traduzindo-se numa aura de velada ingenuidade, em meio &amp;agrave;s tem&amp;aacute;ticas ora suaves e rom&amp;acirc;nticas, ora instropectivas e densas.

Outro dado interessante sobre a sonoridade da banda &amp;eacute; a fus&amp;atilde;o de duas ou mais composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em uma &amp;uacute;nica can&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma &amp;uacute;nica e extremamente criativa. Impec&amp;aacute;vel show, numa verdadeira e agrad&amp;aacute;vel viagem aos sentidos!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1036&amp;t=psicodelismodesolanostarnoccsp</guid>
  <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 15:34:55 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Sonoridade Australinana no Tom Brasil</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1035&amp;t=sonoridadeaustralinananotombrasil</link>
  <description>No dia 09 de dezembro, o Tom Brasil recebeu o Australian Music Festival, onde grandes bandas cl&amp;aacute;ssicas apresentaram-se  mostrando al&amp;eacute;m de hits do passado suas mais recentes produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es.

Iniciando as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite, a banda Spy vs. Spy apresentou seu consagrado cl&amp;aacute;ssic rock, com riffs elaborados e convers&amp;otilde;es inteligentes, remetendo ao progressivo em algumas passagens, em apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem cuidada.

Collin Hay, que continua em excelente forma p&amp;oacute;s Men At Work, relembrou fidedignamente os grandes sucesos dessa cl&amp;aacute;ssica fase, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Big Good Johnny”, “Down Under”, “Who Can It Be Now”, “Overkill” e a deliciosa “It&amp;acute;s a Mistake”, al&amp;eacute;m de trazer de sua fase solo nos anos 90 o hit “Into My Life”. Algumas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es atuais tamb&amp;eacute;m fizeram parte do repert&amp;oacute;rio.

Nota para o brilhante dueto com o vocalista do Spy Vs. Spy e para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o calorosa e efusiva de sua esposa latina nos corais, em show de carisma e personalidade. Literalmente o homem ainda trabalha, e muito! Excelente apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;, suave e descontra&amp;iacute;da.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1035&amp;t=sonoridadeaustralinananotombrasil</guid>
  <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 15:34:29 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Nokia Trends 2007: Novidades e Criatividade na Cena Eletr&amp;ocirc;nica Mundial</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1034&amp;t=nokiatrends2007%3Anovidadesecriatividadenacenaeletronicamundial</link>
  <description>No dia 08 de dezembro o Memorial da Am&amp;eacute;rica Latina rendeu-se &amp;agrave; sonoridade urbana da m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica traduzida pelas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Nokia Trends 2007.

O Artificial trouxe inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o com samplers distorcidos em escala ascendente... Experimental de grande qualidade tradzindo ao techno uma atmosfera dub em total descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de frases sonoras, transgressor ao extremo sem ferir aos ouvidos...

M. Takara surge nos intervalos das bandas com bons convidados traduzindo ao clima de estranhamento causada por algumas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores, leveza e descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com forte predomin&amp;acirc;nciada percurss&amp;atilde;o, indo do eletro &amp;agrave; sonoridade jazz&amp;iacute;stica sem preconceitos, em sonoridade contempor&amp;acirc;nea.

Uma das melhores atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es do festival, Van She apresenta influ&amp;ecirc;ncia no synth e technopop 80&amp;acute;s com esparsas pitadas de minimal na fus&amp;atilde;o com o rock pop. O afinad&amp;iacute;ssimo vocal somado &amp;agrave;s letras bem constru&amp;iacute;das s&amp;atilde;o um diferencial. As convers&amp;otilde;es precisas em breaks estrat&amp;eacute;gicos refor&amp;ccedil;am os refr&amp;otilde;es marcantes e de f&amp;aacute;cil anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Extremamente dan&amp;ccedil;ante e descontra&amp;iacute;do... Fant&amp;aacute;stico!

A banda Phoenix, segundo tend&amp;ecirc;ncias pitadas no metal, traz bons arranjos, bateria marcante e letras interessantes em convers&amp;otilde;es criativas, apesar da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o padr&amp;atilde;o nos instrumentos. Extremamente cl&amp;aacute;ssica, possui tamb&amp;eacute;m vocalista de boa afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recursos vocais.

Uma das mais aguardadas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, She Wants Revenge surge em grande estilo, numa sonoridade pautada no technopop 80&amp;acute;s, com influ&amp;ecirc;ncias no darkwave/gothic. Nota para a brilhante performance do vocal, forte e marcante em excelente apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1034&amp;t=nokiatrends2007%3Anovidadesecriatividadenacenaeletronicamundial</guid>
  <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 15:34:11 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>M&amp;uacute;sica Urbana: Machina Festival 2007</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1033&amp;t=musicaurbana%3Amachinafestival2007</link>
  <description>Organizado pela Fiber Records, selo pioneiro a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bandas underground em solo nacional, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2007 do Machina Festival na badalada casa Blue Space trouxe atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es do cen&amp;aacute;rio eletr&amp;ocirc;nico mesclando as vertentes pioneiras e sonoridades atuais, antenadas &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas tend&amp;ecirc;ncias musicais.

Deadjump trouxe ao palco a fus&amp;atilde;o entre as bases do EBM e a batida techno, remetendo ao dark wave nas convers&amp;otilde;es precisas e no poderoso vocal de tonalidade grave a cava. O bom uso de sintetizadores &amp;eacute; outro dado relevante ao bom trabalho da banda.

Mais um grande momento ficou por conta da banda S&amp;iacute;mbolo, criativa pelo uso com grande propriedade e dom&amp;iacute;nio de t&amp;eacute;cnicados sintetizadores, apresentando grande varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estilo. Nota para a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual dos integrantes, extremamente perform&amp;aacute;ticos, em intensa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o palco/plat&amp;eacute;ia e pontos de forte verticaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sonora. Genial!

A mais aguardada atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da noite, a banda Cassandra Complex, de verente gothic/dark wave, impressionou o p&amp;uacute;blico nas guitarras em suspens&amp;atilde;o, traduzindo-se emricos efeitos juntamente com a alucinante cad&amp;ecirc;ncia da bateria eletr&amp;ocirc;nica em belos acordes e harmonia contagiante, al&amp;eacute;m do vocal bem pontuado de grandes recursos... Fant&amp;aacute;stico!

O Mobius Project apresentou grata suspresa aos ouvidos e sentidos traduzindo &amp;agrave; modernidade do techno pitadas de technopop e trance em show de peso, inovador sem abandonar suas influ&amp;ecirc;ncias. As finaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de efeito com breaks estrat&amp;eacute;gicos e refor&amp;ccedil;o dos graves ressaltou o efeito das estrofes... Inteligente e sem cair na mesmice...

Skulk Partition Root na fus&amp;atilde;o entre o rock e a batida vigorosa do techno apresentou repert&amp;oacute;rio selecionado. Nota para a performance  do excelente baterista Milton Toller numa condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa e tamb&amp;eacute;m digna e men&amp;ccedil;&amp;otilde;es as atua&amp;ccedil;&amp;otilde;es de guitarra e vocal, num show de grande carisma e criatividade &amp;iacute;mpar, revisitando o rock de forma descontra&amp;iacute;da e ao mesmo tempo bem cuidada, traduzindo vigor e coer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; mais uma bela atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da noite...

Al&amp;eacute;m das bandas, o Machina tamb&amp;eacute;m apresentou  o trabalho de grandes Djs como Bogari, umdos mais experts da cena eletr&amp;ocirc;nica na regi&amp;atilde;o do ABC Paulista com set predominantemente pautado no EBM, Industrial e Dark Wave em viradas dan&amp;ccedil;antes, onde ao cl&amp;aacute;ssico mesclou-se a modernidade  num trabalho  de qualidade e pesquisa genial. Digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a tamb&amp;eacute;m brilhante apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Vagn&amp;atilde;o, encerrando o trabalho nas pick-ups do DJ Stage em bem cuidada performance e boa escolha de set list, trazendo &amp;agrave; sonoridade urbana a mescla entre fortes cad&amp;ecirc;ncias e sonoridade et&amp;eacute;rea como pano de fundo. Tempo e concatena&amp;ccedil;&amp;atilde;o perfeitos em verdadeira aula de discotecagem, bem dosada e medida... Excepcional...</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1033&amp;t=musicaurbana%3Amachinafestival2007</guid>
  <pubDate>Wed, 16 Jan 2008 15:33:49 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Miscel&amp;acirc;nea: Caldeir&amp;atilde;o do Rock num Mix Completo...</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1003&amp;t=miscelanea%3Acaldeiraodorocknummixcompleto...</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/sp_mix_festival_2007_thumb.jpg' align='right' width='60'/>No dia 24 de novembro, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2007 do Mix Festival reuniu algumas das bandas mais aclamadas da atualidade distribu&amp;iacute;das em 10 horas de muita m&amp;uacute;sica e descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Iniciando as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a banda Cidade Negra apresentou grandes sucessos de seu repert&amp;oacute;rio, incluindo os cl&amp;aacute;ssicos “A Sombra da Maldade”, “Girassol” e “O Er&amp;ecirc;”. Apresentando algumas modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos arranjos, o primeiro grande hit “Pro Que Der e Vier” surge com introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais voltada ao rock, tamb&amp;eacute;m sofrendo altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no tocante ao ritmo e cad&amp;ecirc;ncia, revelando um andamento pausado, deixando-a com ares mais suaves e sem a explos&amp;atilde;o de ritmo que a caracterizou numa interessante e suave vers&amp;atilde;o.

Nota para a brilhante vers&amp;atilde;o do cl&amp;aacute;ssico do cancioneiro popular “O Mal Sai da Boca do Homem”, na cad&amp;ecirc;ncia marcante do reggae com pitadinhas do forr&amp;oacute; e fricote nordestino, numa fus&amp;atilde;o alegre e espont&amp;acirc;nea, al&amp;eacute;m da enorme sinergia de Toni Garrido com o p&amp;uacute;blico, em simp&amp;aacute;tico corpo a corpo junto &amp;agrave; plat&amp;eacute;ia, marcando de forma decisiva uma maravilhosa performance do conjunto.

Na seq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia a banda Strike, de estilo jovial e fundamentos no hardcore, com bateria muito bem conduzida e guitarras afinadas nos padr&amp;otilde;es do classic metal em uma interessante fus&amp;atilde;o com elementos extra&amp;iacute;dos do ska, realizou boa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com melodias de acordes elaborados e letras atuais.

A cantora Pitty apresentou seus grandes sucessos com toda a dose de carisma e irrever&amp;ecirc;ncia que a caracterizaram como uma das maiores int&amp;eacute;rpretes do g&amp;ecirc;nero na atualidade, em inspiradas interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m de outros sucessos a excelente “Mem&amp;oacute;rias” e o hit que consagrou a banda “Admir&amp;aacute;vel Chip Novo”. Nota para a atual m&amp;uacute;sica de trabalho \&amp;quot;Pulsos\&amp;quot; integrante do primeiro DVD da banda, de arranjos ricos e letra bem constru&amp;iacute;da, al&amp;eacute;m da fant&amp;aacute;stica condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da bateria bem pontuada pelo poderoso vocal. Al&amp;eacute;m de repert&amp;oacute;rio bem escolhido para a ocasi&amp;atilde;o, a cantora interpretou o cl&amp;aacute;ssico “Can’t Take My Eyes Of You”, em grande estilo, n&amp;atilde;o alterando a melodia, apenas emprestando tra&amp;ccedil;os de sua energia e vitalidade pessoais, o que resultou em outro grande momento da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem d&amp;uacute;vida uma das melhores apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do festival.

A banda Charlie Brown Jr. tamb&amp;eacute;m realizou apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com todo o rigor e peso que a ocasi&amp;atilde;o exigiu em um show bem realizado do in&amp;iacute;cio ao fim, com intensa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico, em melodias que mesclam ao hard rock vertentes extra&amp;iacute;das da sonoridade urbana, como o ska. Com sua costumeira energia, a banda subiu ao palco do festival apresentando grandes sucessos de seu vasto repert&amp;oacute;rio. As can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de h&amp;aacute; muito consagradas pelo p&amp;uacute;blico apresentam letras vers&amp;aacute;teis, possibilitando v&amp;aacute;rias leituras partindo do mero entretenimento de alguns refr&amp;otilde;es de f&amp;aacute;cil assimila&amp;ccedil;&amp;atilde;o a versos densos e reflexivos, al&amp;eacute;m de melodias bem constru&amp;iacute;das, de estilo agrad&amp;aacute;vel e peso correto, apresentando bons arranjos e criatividade nas convers&amp;otilde;es. Nota para a boa atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do excelente guitarrista, apresentando performance criativa e verticalizada em riffs de guitarra inspirados. 

O Natiruts traz inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao reggae atrav&amp;eacute;s das letras suaves e despretenciosas. Na melodia, metais em novas combina&amp;ccedil;&amp;otilde;es de escalas d&amp;atilde;o um toque contempor&amp;acirc;neo, al&amp;eacute;m dos teclados que substituem elegantemente as sonoridades de outros instrumentos. Nota para a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual do baixo, contribuindo decisivamente na harmonia apresentada nas finaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A percuss&amp;atilde;o igualmente realiza belo trabalho na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do andamento e o coral, de afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;iacute;mpar, sobressai-se no arremate dos refr&amp;otilde;es. Neste espet&amp;aacute;culo, a inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o e total integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o palco-plat&amp;eacute;ia contribu&amp;iacute;ram &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atmosfera dub, que perdurou durante toda a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

O Capital Inicial incendiou literalmente os palcos do festival ao colocar estrategicamente m&amp;aacute;quinas pirof&amp;aacute;gicas junto &amp;agrave;s caixas de som do prosc&amp;ecirc;nio. Com seu costumeiro carisma, a banda apresentou brilhantemente m&amp;uacute;sicas de seu novo &amp;aacute;lbum e alguns cl&amp;aacute;ssicos do in&amp;iacute;cio da carreira, numa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ainda reservava ao p&amp;uacute;blico presente outras surpresas. Nota para a desenvoltura e sinergia de Dinho Ouro Preto aos vocais, em total intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a plat&amp;eacute;ia durante toda a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Entre outras, constaram do repert&amp;oacute;rio as can&amp;ccedil;&amp;otilde;es “Veraneio Vasca&amp;iacute;na”, “Que Pa&amp;iacute;s &amp;eacute; Esse?”, “Independ&amp;ecirc;ncia”, “F&amp;aacute;tima” e “Natasha”. Mantendo-se fi&amp;eacute;is aos arranjos originais das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os excelentes instrumentistas da banda causaram sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Digna de men&amp;ccedil;&amp;atilde;o a excelente performance do guitarrista em solos inspirados de grande qualidade est&amp;eacute;tica. A bateria pontualmente bem conduzida tamb&amp;eacute;m apresentou diferencial &amp;agrave; parte. Entretanto, o melhor ainda estava por vir, com as participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais de dois convidados “gigantes”. Bonecos infl&amp;aacute;veis como um simp&amp;aacute;tico rob&amp;ocirc; e a prostituta Natasha deram colorido e ludicidade especiais &amp;agrave; cena. Em mais um fant&amp;aacute;stico e bem produzido show, a banda demonstrou todo o talento e criatividade que a tornam uma das principais bandas do segmento h&amp;aacute; mais de duas d&amp;eacute;cadas, na melhor entre todas as atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite. 

Dando prosseguimento ao festival, as bandas Fresno e NX Zero dividem o palco, numa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o cheia de vitalidade e energia. Suas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na cad&amp;ecirc;ncia do hardcore, com letras atuais que retratam os conflitos e dilemas humanos, demonstram grande criatividade na maneira como se retratam as tem&amp;aacute;ticas abordadas, de forma leve, descontra&amp;iacute;da e en&amp;eacute;rgica. Com melodias bem arranjadas, apresentando boas finaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e criativas varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tom e andamento, as bandas demonstram influ&amp;ecirc;ncia tamb&amp;eacute;m em outras vertentes do rock, como no punk e hard metal. 

Com proposta art&amp;iacute;stica e sonoridade pr&amp;oacute;xima das anteriores, o CPM 22 apresentou igualmente bom show, com melodias ricas em varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, verticalizadas e de arranjos elaborados, numa sonoridade hardcore marcante. As letras suaves, de cunho especialmente rom&amp;acirc;ntico apresentam um interessante contraste com o peso e agressividade da melodia. Nota para a performance do vocalista e para o excelente guitarrista, de criatividade e recursos variados.

Encerrando o festival, o irreverente Tihuana realiza show que marca mais um excelente momento da noite. Interpretando grandes sucessos, a descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi a t&amp;ocirc;nica do espet&amp;aacute;culo. Atrav&amp;eacute;s de suas letras &amp;aacute;cidas e sat&amp;iacute;ricas e da sonoridade rica advinda de influ&amp;ecirc;ncias que v&amp;atilde;o do ska ao hip hop, passando pelo punk e outras tend&amp;ecirc;ncias, a banda transmitiu n&amp;atilde;o apenas entretenimento, mas cr&amp;iacute;ticas lac&amp;ocirc;nicas e excelentes argumentos, levando &amp;agrave; reflex&amp;atilde;o sobre temas pol&amp;ecirc;micos.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1003&amp;t=miscelanea%3Acaldeiraodorocknummixcompleto...</guid>
  <pubDate>Sun, 25 Nov 2007 08:41:11 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>O Planeta da Diversidade Cultural</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=998&amp;t=oplanetadadiversidadecultural</link>
  <description>No &amp;uacute;ltimo s&amp;aacute;bado, 10 de novembro, o Planeta Terra Festival 2007 reuniu em seu tr&amp;ecirc;s ambientes atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es das mais variadas vertentes, representando de forma coerente v&amp;aacute;rias tribos, indo do indie ao eletr&amp;ocirc;nico, passando pelo retr&amp;ocirc;.

Com p&amp;uacute;blico estimado em cerca de oito mil pessoas, o evento contou com excelente infra-estrutura; variados chill outs, grandes &amp;aacute;reas de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ainda uma campanha pelo controle da emiss&amp;atilde;o de g&amp;aacute;s carb&amp;ocirc;nico, com cinzeiros no formato de tubos de ensaio para recolher as bitucas. Mais ecologicamente correto, imposs&amp;iacute;vel! &amp;Aacute;reas de interatividade e tel&amp;otilde;es transmitiram informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a &amp;iacute;ntegra dos shows durante todo o evento.

Abrindo as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Main Stage, a banda Supercordas traduziu inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao apresentar melodias onde &amp;agrave;s guitarras distorcidas e efeitos rob&amp;oacute;ticos mesclaram-se elementos de hard rock e sonoridades extra&amp;iacute;das do blues e da MPB. Letras inteligentes e bem constru&amp;iacute;das tiveram seus efeitos ressaltados pelo poderoso vocal de timbre grave e gutural. Interessante e moderno, sem ser pedante.

A dupla brasileira Lucy and the Popsonics, primeira a apresentar-se no palco do Indie Stage, em seu inovador e transgressor trabalho, mostrou a fus&amp;atilde;o entre elementos do punk rock e samplers eletr&amp;ocirc;nicos &amp;agrave; voz aguda e contagiante da vocalista, em can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ritmo acelerado e empolgante, criando um eletro rock de alt&amp;iacute;ssima qualidade atrav&amp;eacute;s de suas guitarras de acordes inusitados e bateria cadenciada, em composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ricas e repletas de boas variantes, numa das melhores apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite!

O Patofu cativou o p&amp;uacute;blico do Main Stage por meio de seu pop rock metalizado, mantendo o predom&amp;iacute;nio das guitarras em suspens&amp;atilde;o e o vocal poderoso de Fernanda Takai. Com suas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de letras complexas e efeitos modernizantes, teclados bem conduzidos e bateria cadenciada, traduziu-se toda a suavidade dos vocais na j&amp;aacute; conhecida caracter&amp;iacute;stica da banda: uma interessante fus&amp;atilde;o entre classic, pop e MPB, transmitindo jovialidade e leveza na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grandes sucessos de sua carreira, numa excelente apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

Pr&amp;oacute;xima atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Main Stage, Instituto apresentou a banda Racionais, pautada na cad&amp;ecirc;ncia do reggae e outras vertentes da black music como soul, jazz e R&amp;amp;B. Nota para o excelente vocal, de voz acetinada e timbre diferenciado e para os excelentes m&amp;uacute;sicos do trio de metais que transmitiram &amp;agrave;s can&amp;ccedil;&amp;otilde;es energia &amp;uacute;nica. As can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de letras densas e reflexivas, com tem&amp;aacute;ticas que exploraram a quest&amp;atilde;o dos problemas sociais, fizeram cr&amp;iacute;ticas pertinentes sem apelar para simples lamento ou revolta, revelando composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es bem argumentadas. Mais um diferencial ao trabalho, a brilhante percuss&amp;atilde;o e as mesclas de vertentes cl&amp;aacute;ssicas &amp;agrave; contemporaneidade do hip hop, em skretches que traduziram &amp;agrave;s can&amp;ccedil;&amp;otilde;es um ar urbano.

A banda Data Rock, de tend&amp;ecirc;ncia hard rock com inspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o no punk e heavy metal em sua interessante fus&amp;atilde;o com o eletr&amp;ocirc;nico industry, surge como mais uma boa atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do festival, contempor&amp;acirc;nea e atual. Guitarras distorcidas, um poderoso vocal que perfeitamente transitou entre graves cavernosos e agudos em altas escalas, a bateria bem conduzida de cad&amp;ecirc;ncia forte e pesada, que em alguns momentos remeteu ao alternative rock de tend&amp;ecirc;ncia dark, magistralmente pontuada pelos teclados, conferindo ambienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mel&amp;oacute;dica darkwave ao show, revelu compet&amp;ecirc;ncia e estabilidade ao trabalho da banda, em apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande efeito.

Lily Allen, atrav&amp;eacute;s de seu timbre delicado e sutil, executou can&amp;ccedil;&amp;otilde;es de letras reflexivas, existenciais e melodia suave, num excelente trabalho da banda, com afinad&amp;iacute;ssimo trio de metais e marcante percuss&amp;atilde;o, revelando-se uma das mais aguardadas atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es da noite.

Simultaneamente no Indie Stage, a irrever&amp;ecirc;ncia (da tamb&amp;eacute;m ovacionada) Cansei de Ser Sexy, presente durante todo o tempo nas letras, atitudes e mesmo na divertida intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o palco-plat&amp;eacute;ia. Na cad&amp;ecirc;ncia do heavy metal, apresentou arranjos cl&amp;aacute;ssicos e bem constru&amp;iacute;dos em melodias contagiantes, onde teclados traduziram modernidade e o surgimento de feitos, que ressaltaram o timbre vocal diferenciado e igualmente bem impostado do vocalista. Fant&amp;aacute;stico!

A mais aguardada atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento revelou-se a melhor e mais bem produzida dentre todas. Devo executou seus maiores sucessos como “That’s Good”, “Peek-a-boo!”, “Satisfaction”, “Girl U’ Want” entre outros.

No tel&amp;atilde;o, em retrospectiva, trechos de clips e dos melhores momentos da carreira.

Eternamente irreverentes, os perform&amp;aacute;ticos int&amp;eacute;rpretes divertiram o p&amp;uacute;blico por meio de suas c&amp;ocirc;micas coreografias e improvisados “sorteios” de pe&amp;ccedil;as de sua indument&amp;aacute;ria lan&amp;ccedil;adas &amp;agrave; plat&amp;eacute;ia. Melhor imposs&amp;iacute;vel!

A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da banda demonstrou de forma descontra&amp;iacute;da a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical nas experimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre classic rock e efeitos sonoros rob&amp;oacute;ticos, prenunciando o eletro rock e outras vertentes hoje em voga, que se baseiam em sua sonoridade &amp;uacute;nica e contestadora. Os saudosos f&amp;atilde;s oitentistas assistiram a um espet&amp;aacute;culo maravilhoso, que representou ao mesmo tempo o new wave n&amp;atilde;o apenas como vertente musical, mas como estilo e comportamento que influenciou totalmente esta gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical e, de forma decisiva, as posteriores, na mostra de uma importante parcela do universo musical. Oh, yes... It’s Devo! Forever!

Encerrando a noite, a banda Kassabian, de linha harcore cl&amp;aacute;ssica, mostrou trabalho elaborado, com excelentes arranjos e riffs sincr&amp;ocirc;nicos. Letras inteligentes e atuais traduzem &amp;agrave;s can&amp;ccedil;&amp;otilde;es jovialidade, num estilo agrad&amp;aacute;vel, pontuadas pelo excelente vocal, com interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativas e inspiradas. Formada por grandes instrumentistas, demonstrou cuidado e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o na condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa das melodias, na tonalidade ideal utilizada, sem descambar para o “trash”, apesar do vigor demonstrado em algumas passagens e convers&amp;otilde;es, em mais uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande qualidade estil&amp;iacute;stica do festival.

Outro grande diferencial da noite a tenda DJ Stage, trazendo alguns dos melhores DJs da atualidade em set lists de tirar o f&amp;ocirc;lego.... Nota para as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Layo &amp;amp; Bushwaka e Jon Carter, numa interessante fus&amp;atilde;o entre sonoridades que iam do techno ao trance passando pelo acid e drum n’ bass.... Excelente!!!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=998&amp;t=oplanetadadiversidadecultural</guid>
  <pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:34:22 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>H&amp;auml;agen Dazs Mix Music: um Mix Musical</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=997&amp;t=h%26auml%3Bagendazsmixmusic%3Aummixmusical</link>
  <description>O H&amp;auml;agen-Dazs Mix Music, evento que teve in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 21 horas do s&amp;aacute;bado, 1&amp;ordm; de novembro, foi encerrado na manh&amp;atilde; desta sexta-feira com grande sucesso: cerca de 2 mil pessoas se divertiram durante 8 horas de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical. O evento foi marcado pelo lan&amp;ccedil;amento de dois novos sabores de sorvetes de ver&amp;atilde;o e drinks da grife norte-americana, distribu&amp;iacute;dos para os presentes.O palco das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no Terra&amp;ccedil;o Daslu, em S&amp;atilde;o Paulo, recebeu um mix de atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, incluindo o duo de electro-house Booka Shade, a diva da dance music, Ce Ce Peniston, a dupla escocesa de techno, Slam, a banda nacional de rock Moptop entre outros.
 
A banda paulistana Porto Cinco2 abriu o line-up do H&amp;auml;agen-Dazs Mix Music com elementos do rock e do blues, tocados por Tom Gil (vocal), Fabio Mauro (guitarra), Biano Rocha (teclados), Fabio S&amp;aacute; (contrabaixo) e Luis Capano (bateria). O CD de estr&amp;eacute;ia batizado de “Ende&amp;ccedil;o da Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o” deu tom do set list que traduziu a versatilidade do grupo.
 
Os cariocas do Moptop se apresentaram em seguida num mix do indie-rock contempor&amp;acirc;neo com pitadas de rock-retr&amp;ocirc;. M&amp;uacute;sicas como “Moornrock”, “Bem Melhor” e “Paris” animaram o p&amp;uacute;blico rec&amp;eacute;m-chegado ao festival.
 
A diva da dance musica Ce Ce Peniston chamou o p&amp;uacute;blico para cantar com ela durante seu show. O momento de maior empolga&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi regado pela m&amp;uacute;sica “Finally”, que marcou sua carreira e a elevou ao primeiro lugar da Billboard. “Inside I cried” tamb&amp;eacute;m constou de seu repert&amp;oacute;rio, em S&amp;atilde;o Paulo.
 
O DJ China fez seu live act ao lado do reconhecido saxofonista Rafael Lima. Juntos, eles levaram ao palco do festival inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e eleg&amp;acirc;ncia, motivando o p&amp;uacute;blico a tomar a pista, com m&amp;uacute;sicas conhecidas dos melhores programas de r&amp;aacute;dio do pa&amp;iacute;s e, ainda, fazendo uma homenagem aos parceiros de palco, Booka Shade.
 
Com grande expectativa, o Booka Shade subiu ao palco ovacionado pelo p&amp;uacute;blico, que ouviu os hits “Body Language” e “Mandarine Girl”, entremeados de suas mais variadas produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es em seu primeiro live P.A no Brasil.
 
O duo escoc&amp;ecirc;s Slam chegou com toda a sua veia techno e surpreendeu os ouvintes que j&amp;aacute; os conheciam desde os anos 80 quando iniciaram sua carreira beirando as novas sonoridades de Detroit mesclada a dub e house. A dupla encerrou o festival por volta das 6h da manh&amp;atilde;.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=997&amp;t=h%26auml%3Bagendazsmixmusic%3Aummixmusical</guid>
  <pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:28:24 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>A Suavidade do Pop Contempor&amp;acirc;neo: Vega</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=992&amp;t=asuavidadedopopcontemporaneo%3Avega</link>
  <description>O aguardado lan&amp;ccedil;amento do novo CD da banda Veja, \&amp;quot;Novos Tempos\&amp;quot;, ocorreu no Na Mata Caf&amp;eacute;, reunindo um p&amp;uacute;blico jovem e antenado &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas tend&amp;ecirc;ncias em voga.

A banda apresentou brilhante espet&amp;aacute;culo, por meio de suas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es reflexivas e melodias de acordes ricos e refr&amp;otilde;es de efeito, pontuadas pela magistral performance da vocalista Claudia Gomes, de voz doce e melodiosa, afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;iacute;mpar e carisma, traduzindo-se em grande sinergia palco-plat&amp;eacute;ia.

Mesclando ao pop rock elementos extra&amp;iacute;dos da MPB, neste novo trabalho a banda demonstra evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao anterior (Flores no Deserto), sendo este repleto de belas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, demonstrando todo o talento que a caracterizou desde o &amp;aacute;lbum de estr&amp;eacute;ia.

O evento contou ainda com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais que especial de Dinho Ouro Preto em inspirado dueto, onde &amp;agrave; suavidade do timbre da vocalista, mesclou-se o vigor e energia do convidado, num interessante contraponto. Fant&amp;aacute;stico!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=992&amp;t=asuavidadedopopcontemporaneo%3Avega</guid>
  <pubDate>Mon, 12 Nov 2007 07:31:27 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Incubus: Hard Rock Inovador</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=991&amp;t=incubus%3Ahardrockinovador</link>
  <description>No &amp;uacute;ltimo dia 14 de outubro, a banda apresentou-se no Citibank Hall, utilizando-se de excelentes recursos visuais determinados pelo bel&amp;iacute;ssimo trabalho de ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com predomin&amp;acirc;ncia de cores em tonalidades escuras e exuberantes, do p&amp;uacute;rpura a azuis vertiginosos e criativos degrad&amp;eacute;s em vermelho.

J&amp;aacute; na introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do espet&amp;aacute;culo, a banda causou grande efus&amp;atilde;o no p&amp;uacute;blico, atrav&amp;eacute;s da melodia contagiante de acordes perfeitos e bem elaborados, com suaves pitadas de electro. Guitarras distorcidas em riffs alucinantes e bateria bem pautada foram constantes, dando a t&amp;ocirc;nica da jovialidade e modernidade do espet&amp;aacute;culo.

Mesclando ao hard influ&amp;ecirc;ncias no metal, punk e demais vertentes do rock, como o progressivo e at&amp;eacute; mesmo o dark, a banda contagiou os presentes atrav&amp;eacute;s das letras densas e do carisma do jovem vocalista, de afina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recursos vocais interessantes e at&amp;eacute; certo ponto, transgressores, em especial em can&amp;ccedil;&amp;otilde;es onde apresentou excelente dom&amp;iacute;nio dos graves, transmitindo sutileza ao gutural.

Em suma, a banda exp&amp;ocirc;s todo seu talento e criatividade de forma descontra&amp;iacute;da, sem descambar pra o grotesco ou bizarro, em um show bem produzido e musicalmente correto.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=991&amp;t=incubus%3Ahardrockinovador</guid>
  <pubDate>Mon, 12 Nov 2007 07:29:12 PST</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Tim Festival 2007 une gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e estilos diferentes</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=978&amp;t=timfestival2007unegeracoeseestilosdiferentes</link>
  <description>Como j&amp;aacute; &amp;eacute; praxe do Tim Festival, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2007 de S&amp;atilde;o Paulo reuniu no Complexo do Anhembi em um &amp;uacute;nico palco e na mesma noite stilos musicais diferentes : Rock, m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica e rap.

Iniciando as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda de dia, os nova iorquinos do Spank Rock apresentaram o seu rap contagiante, por&amp;eacute;m um pouco \'boca suja\' para o p&amp;uacute;blico presente. Misturando discotecagens e percurss&amp;atilde;o, fizeram um show no estilo “Live P.A.”, recebendo aplausos do p&amp;uacute;blico presente.

Em seguida, j&amp;aacute; iniciando a sequ&amp;ecirc;ncia de atrasos que marcou o Tim Festival, entraram os londrinos do Hot Chips, com a sua m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica dan&amp;ccedil;ante e contagiante. Com um show marcado por hits e discotecagens de m&amp;uacute;sicas 80\'s, como New Order, o p&amp;uacute;blico gostou muito e agitou a Arena Skol no Anhembi. Devido a problemas t&amp;eacute;cnicos (n&amp;atilde;o confirmados pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento) o show teve uma pausa de 15 minutos no meio, dividindo o show em duas partes. Segundo o vocalista, o show de S&amp;atilde;o Paulo foi “melhor que o do Rio de Janeiro”. Ser&amp;aacute;?

Na sequ&amp;ecirc;ncia, com 1 hora de atraso, a islandesa Bj&amp;ouml;rk iniciou o seu show teatral, da turn&amp;ecirc; de lan&amp;ccedil;amento do seu novo &amp;aacute;lbum “Volta”, cantando m&amp;uacute;sicas dos seus &amp;aacute;lbuns de sua carreira solo, p&amp;oacute;s-Sugar Cubes. Contando com um grupo island&amp;ecirc;s de metais, al&amp;eacute;m de piano, Djs e um instrumento no m&amp;iacute;nimo interessante, o reacTable, um tipo de sintetizador sem teclas e o palco decorado com bandeiras a cantora, muito simp&amp;aacute;tica, agrade&amp;ccedil;eu ap&amp;oacute;s todas as m&amp;uacute;sicas com um “Obrigado”, o que n&amp;atilde;o &amp;eacute; comum com nenhum artista, seja nacional ou internacional. Com seu show contagiante e teatral, a Bj&amp;ouml;rk levantou o todo p&amp;uacute;blico presente, encerrando a metade “eletr&amp;ocirc;nica” da noite.

Ap&amp;oacute;s a meia noite, foi a vez da atriz Juliette Lewis com sua banda Juliette and the Licks abrir a metade rock do Tim Festival, agradando ao p&amp;uacute;blico presente, com uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o en&amp;eacute;rgica, cantando seus maiores sucessos. Por&amp;eacute;m, o atraso da noite (que j&amp;aacute; passava de uma hora), afetou um pouco o p&amp;uacute;blico, que j&amp;aacute; estava ansioso pelas 2 bandas restantes, o que tirou um pouco o brilho e receptividade para o show da Juliette. Mas n&amp;atilde;o foi nada que tenha afetado a atriz.

Os ingleses do Arctic Monkeys deram prosseguimento &amp;agrave; maratona.  Devido aos sucessivos atrasos (que computavam quase duas horas) o show da banda foi encurtado para menos de uma hora. Cantando hits dos seus dois &amp;aacute;lbuns, a banda agradou bastante os presentes, que cantavam junto com  o vocalista algumas das m&amp;uacute;sicas.

Finalmente, ap&amp;oacute;s longas tr&amp;ecirc;s horas de atraso, j&amp;aacute; perto das quatro da manh&amp;atilde;, entraram no palco os americanos do The Killers, uma das bandas mais aguardadas deste Tim Festival. Contando com um palco recheado de flores, a banda apresentou todos os seus hits, o que fez com que o p&amp;uacute;blico presente pulasse e cantasse junto as m&amp;uacute;sicas. Um show vibrante e en&amp;eacute;rgico, para ficar na hist&amp;oacute;ria!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=978&amp;t=timfestival2007unegeracoeseestilosdiferentes</guid>
  <pubDate>Mon, 29 Oct 2007 05:39:33 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>HMF e T&amp;iuml;esto: divers&amp;atilde;o no interior de S&amp;atilde;o Paulo</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=943&amp;t=hmfet%26iuml%3Besto%3Adiversaonointeriordesaopaulo</link>
  <description>Na sua segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Helvetia Music Festival levou ao Clube Helvetia, em Indaiatuba (interior de S&amp;atilde;o Paulo) mais de 20.000 pessoas desejosas por m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica nacional e internacional de qualidade.

Com apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Djs renomados da cena brasileira, como Renato Ratier, a dupla DTC, Leo Janeiro, Marcelo S&amp;aacute;, Mau Mau, al&amp;eacute;m dos estrangeiros Eve Carvey, Second Sun, Sean Brosnan, Alex Peace entre muitos outros, o festival garantiu a divers&amp;atilde;o por uma tarde e uma madrugada inteiras (mais de 16 horas de m&amp;uacute;sica), com os mais variados estilos e tend&amp;ecirc;ncias: Techno, Trance, House, divididos em 3 tendas, batizadas com nomes de clubes dos EUA e Europa: Godskitchen, Hed Kandi e Club Azuli, al&amp;eacute;m do palco principal, em que se apresentou a grande atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional do festival: o DJ holand&amp;ecirc;s T&amp;iuml;esto, com o seu show “T&amp;iuml;esto in Concert”, apresentando  a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o “T&amp;iuml;esto Elements of Life”.

O show animou a todos os presentes durente mais de 3 horas, contando com participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais de Christian Burns, Julie Thompson e do grupo Olodum em algumas das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e tinha como cen&amp;aacute;rio um tel&amp;atilde;o gigantesco, em que apresentava imagens ilstrativas dos 4 elementos: terra, fogo, ar e &amp;aacute;gua, que d&amp;atilde;o nome ao espet&amp;aacute;culo.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=943&amp;t=hmfet%26iuml%3Besto%3Adiversaonointeriordesaopaulo</guid>
  <pubDate>Sat, 13 Oct 2007 07:32:30 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Paula Toller ao vivo e ac&amp;uacute;stica</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=942&amp;t=paulatolleraovivoeacustica</link>
  <description>A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cantora Paula Toller, l&amp;iacute;der e vocalista da banda Kid Abelha, que uniu algumas das can&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu novo &amp;aacute;lbum solo “S&amp;oacute; N&amp;oacute;s” com grandes sucessos da carreira da banda, todas em vers&amp;otilde;es ac&amp;uacute;sticas pode ser resumida em uma &amp;uacute;nica palavra: bel&amp;iacute;ssima!

Com um show pop animado, muito diferente do que se espera de um show ac&amp;uacute;stico, ela animou a plat&amp;eacute;ia presente no Citibank Hall, em S&amp;atilde;o Paulo, e com a sua bela voz, apresentou algumas vers&amp;otilde;es muito interessantes de grandes sucessos, como “Grand Hotel”, que foi cantada ao som de um piano,  “Cansei de lero-lero”, misturada com “S&amp;oacute; Love”, de Claudinho e Buchecha”, “Nada Pra Mim”, em que a Paula, juntamente com toda a banda desce do palco para cantar com o p&amp;uacute;blico. Uma grande surpresa de &amp;uacute;ltima hora para os presentes.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=942&amp;t=paulatolleraovivoeacustica</guid>
  <pubDate>Sat, 13 Oct 2007 07:32:08 PDT</pubDate>
</item>

</channel>
</rss>
