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<title>Musicão</title>
<link>http://www.musicao.com.br/</link>
<description>Musicão</description>
<language>pt-br</language>
<copyright>All Content copyright 2009 Musicão</copyright>

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  <title>Entrevista com Cachorro Grande</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=8&amp;a=1852&amp;t=entrevistacomcachorrogrande</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Cachorro_Grande2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>A Cachorro Grande lan&amp;ccedil;a seu novo &amp;aacute;lbum, Cinema, um &amp;aacute;lbum cheio de novos elementos e com muito rock and roll, confira agora uma entrevista que o Music&amp;atilde;o realizou com a banda, que fala do novo lan&amp;ccedil;amento, entre outros temas.

Sobre o novo &amp;aacute;lbum da banda, Cinema, voc&amp;ecirc;s fizeram um &amp;aacute;lbum mais experimental, cheio de elementos at&amp;iacute;picos e que evocam suas influ&amp;ecirc;ncias, tudo isso em um per&amp;iacute;odo curto de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como foi tudo isso?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Foi curto sim, do per&amp;iacute;odo que a gente gravou at&amp;eacute; o fim foram 20 dias, uma das diferen&amp;ccedil;as foi que quando a gente ia compondo a m&amp;uacute;sica a gente j&amp;aacute; gravava com todos os overdubs, ao passo que nos discos anteriores n&amp;oacute;s reun&amp;iacute;amos todos, tocava tudo como se fosse uma banda ao vivo em um est&amp;uacute;dio pra depois colorir, pra ver direitinho o que ia ser colocado. Nesse disco a gente j&amp;aacute; foi meio que preparando ele, ent&amp;atilde;o j&amp;aacute; sab&amp;iacute;amos que elementos &amp;iacute;amos colocando, foi tudo de uma forma mais objetiva, j&amp;aacute; fizemos tudo sabendo o jeito que a gente queria e isso fez uma grande diferen&amp;ccedil;a.

A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;aacute;lbum foi de Rafael Ramos, que j&amp;aacute; trabalhou com grandes nomes do rock nacional, inclusive com a Cachorro Grande nos dois &amp;uacute;ltimos &amp;aacute;lbuns, pelo fato do disco ter mais elementos, houve algum processo diferente dos anteriores?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Na verdade o que acontece &amp;eacute; que a gente fica cada vez mais seguro com ele, gravamos o primeiro e gostamos, resolvemos fazer o segundo, ent&amp;atilde;o a coisa tava dando certo, ele estava com a gente na procura desse som, ao contr&amp;aacute;rio do outro &amp;aacute;lbum, que foi masterizado no est&amp;uacute;dio Abbey Road, esse foi feito aqui mesmo e por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a a gente gostou mais dos que foram feitos aqui (risos) &amp;Eacute; at&amp;eacute; estranho falar disso, na &amp;eacute;poca que fizemos o disco em Abbey Road a gente achava isso um sonho, mas os outros dois feitos aqui eu gosto mais, talvez pelo fato de que podemos acompanhar tudo, mas existe uma diferen&amp;ccedil;a incr&amp;iacute;vel entre aqui e l&amp;aacute;, por exemplo, l&amp;aacute; as bandas de rock n&amp;atilde;o abrem m&amp;atilde;o de gravar com equipamento anal&amp;oacute;gico, fora toda parte t&amp;eacute;cnica, de timbres, volumes... uma coisa que &amp;eacute; interessante &amp;eacute; como as bandas no Brasil gravam, elas transformam tudo em pop porque gravam com a voz muito alta, talvez pra se tornarem radiof&amp;ocirc;nicas, sempre a voz vem muito mais alto, &amp;eacute; incr&amp;iacute;vel!

Desde o in&amp;iacute;cio da careira voc&amp;ecirc;s conseguiram se isentar de v&amp;aacute;rios r&amp;oacute;tulos, sempre foram consideradas puramente uma banda de rock, o que possibilitou atingir diversos p&amp;uacute;blicos e n&amp;atilde;o gerar expectativas diferentes, nesse &amp;aacute;lbum voc&amp;ecirc;s mant&amp;eacute;m a marca registrada da banda e agregam novos elementos, foi um caminho pensado desde o in&amp;iacute;cio essa simplicidade da banda e a busca por novos elementos?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, em primeiro obrigado, somos uma banda que sempre foi calcada no rock dos anos 60, 70, sempre vivemos com aquela trinca b&amp;aacute;sica que &amp;eacute; The Who, Beatles e Stones, e voc&amp;ecirc; que essa tamb&amp;eacute;m foi uma realidade dos Beatles, de buscar uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no som, experimentar coisas novas, sempre fazer alguma coisa diferente do disco anterior. 

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; &amp;Eacute; que nem os Mutantes, &amp;eacute; engra&amp;ccedil;ado que tu pega de um disco pro outro e parece outra banda, a gente se distanciou do anterior com o novo &amp;aacute;lbum, assim como do primeiro para o segundo ou pro terceiro, mas n&amp;atilde;o tanto como aconteceu agora. A gente acha que nesse &amp;aacute;lbum n&amp;oacute;s conseguimos distinguir mais uma m&amp;uacute;sica da outra baseada no estilo que ela pedia, pra ser mais direcionada pelo que ela pedia, uma hora uma balada no estilo Neil Young, outra num estilo mais Led Zeppelin, que &amp;eacute; uma coisa mais pesada, a gente botava a banda pra tocar junto no est&amp;uacute;dio pra pegar aquela coisa mais visceral, com uma bateria mais estourada, uma guitarra mais agressiva, e nisso o Rafael (produtor) ajudou bastante, pra dar esse direcionamento das m&amp;uacute;sicas do jeito que a gente queria.

O t&amp;iacute;tulo do &amp;aacute;lbum, “Cinema”, foi escolhido pelo fato da banda ter feito um trabalho de sonoplastia maior, com muitos experimentos, essa foi a parte mais complicada da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;aacute;lbum?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a, foi a mais f&amp;aacute;cil, a gente chegou no &amp;uacute;ltimo dia de ensaios e foi toda uma viagem, perguntamos pro Rafael “que barulhos tu tem a&amp;iacute;?” (risos)

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Perguntamos se tinha sino, tinha moto, tinha vento, tem qualquer coisa, at&amp;eacute; pensou que era brincadeira, a&amp;iacute; come&amp;ccedil;amos a botar um monte de coisa, a viajar nisso, e a coisa foi ficando grande, foi quando percebemos que est&amp;aacute;vamos trabalhando com sonoplastia, da&amp;iacute; tinha que ser esse nome, as faixas se unem, ficou bem legal.

Existe uma faixa no &amp;aacute;lbum chamada  “Eileen”, ela tem refer&amp;ecirc;ncia com o cl&amp;aacute;ssico do Dexys Midnight Runners “Come On Eileen”?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, mais uma pessoa falando isso pra gente, eu sei que existe uma “Eileen” em um disco solo do Keith Richards, no segundo solo dele, tem um dos Kings of Leon e essa que tu falou. Sabe por que o nome da m&amp;uacute;sica &amp;eacute; “Eileen”? Era porque eu cantava e quando chegava numas notas eu falava “eiiii leeeeeen, eiiii leeeeeen” igual o Keith Richards faz na m&amp;uacute;sica dele (risos)

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; O Beto fez a m&amp;uacute;sica e com isso a gente teve certeza que tinha que ser a letra sobre uma mulher, uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tal.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; E &amp;eacute; uma das faixas que eu acho que canto mais bonito, fico at&amp;eacute; emocionando com o resultado dela, jamais imaginava que eu cantava daquele jeito, nunca mais consegui cantar igual aquele momento, &amp;eacute; um momento bem sentimental mesmo.

Quando a Cachorro Grande surgiu com tudo para o p&amp;uacute;blico, voc&amp;ecirc;s considerados uma nova virada na m&amp;uacute;sica nacional, a banda foi criada na mesma &amp;eacute;poca em que os Strokes surgiram para o mundo, de alguma forma aquele momento influenciou no som de voc&amp;ecirc;s ou gera alguma expectativa? 

<img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Beto-Bruno_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, que pergunta boa, muito bom falar disso, esse &amp;eacute; o nosso p&amp;uacute;blico, um p&amp;uacute;blico da nossa idade tamb&amp;eacute;m, &amp;eacute; um povo que h&amp;aacute; dez anos atr&amp;aacute;s j&amp;aacute; tava ligado nas mudan&amp;ccedil;as da m&amp;uacute;sica, acompanharam a gente, achou a gente distinto de outras bandas, assim com o Strokes trouxe algo novo, eles s&amp;atilde;o diferentes do Hives, do Kings of Leon, e foi isso que as pessoas viram, uma banda nova que traz algo novo.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; &amp;Eacute; engra&amp;ccedil;ado, quando a gente chegou em S&amp;atilde;o Paulo todo mundo j&amp;aacute; falava de Strokes, a gente veio chegar um ano depois mais ou menos, a&amp;iacute; viram a gente com umas roupas estranhas, um cabelos estranhos, apareceu alguma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas logo o pessoal viu que tinha algo novo, que vinha de outra linha, coisa do Velvet, do Lou Reed, aquela coisa mais agressiva como o The Who.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Eu sou um grande f&amp;atilde; do Strokes, sou super viciado no som deles, mas se tu perguntar se eu me sinto influenciado por eles eu vou te dizer que n&amp;atilde;o, a gente gosta e tudo, mas come&amp;ccedil;ou a ouvir bem depois de ter formado a banda.

Voc&amp;ecirc;s acabaram sendo divulgados aqui em S&amp;atilde;o Paulo depois daquela apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no programa da TV Cultura, o Bem Brasil, j&amp;aacute; foi bem depois dos Strokes, aquilo foi importante pra voc&amp;ecirc;s?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Nossa, foi no show com o Engenheiros certo? Aquele show foi nossa fase mais MOD, foi bem legal, foi um dos primeiros, naquela &amp;eacute;poca n&amp;oacute;s fizemos tamb&amp;eacute;m o programa Musikaos do Gast&amp;atilde;o Moreira.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Foi legal fazer tudo isso, &amp;eacute;ramos uma banda independente e ainda era o in&amp;iacute;cio dessa coisa toda de internet, ainda estava no in&amp;iacute;cio aquela coisa da molecada sair procurando banda na internet como &amp;eacute; hoje.

O fato de terem sido uma banda independente foi um ponto que hoje voc&amp;ecirc;s v&amp;ecirc;m como fundamental para valorizar at&amp;eacute; o pr&amp;oacute;prio trabalho e tra&amp;ccedil;ar rumos?
 
&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Claro, claro, &amp;eacute; claro que gostar&amp;iacute;amos que as coisas tivessem sido mais f&amp;aacute;ceis desde o in&amp;iacute;cio, porque a gente nunca ia deixar de fazer esse rock doid&amp;atilde;o baseado nos 60. O in&amp;iacute;cio foi bastante dif&amp;iacute;cil sim, o primeiro disco independente, o segundo ningu&amp;eacute;m queria lan&amp;ccedil;ar, a&amp;iacute; o Lob&amp;atilde;o foi l&amp;aacute; e deu uma socorrida, s&amp;oacute; depois que a coisa acabou andando mais f&amp;aacute;cil, a gente aprendeu bastante com isso.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Se tu ver hoje em dia, n&amp;atilde;o tem tantas bandas assim, se procurar bandas que sa&amp;iacute;ram do underground e conseguiram lan&amp;ccedil;ar disco por uma gravadora e se manter na gravadora. Existem v&amp;aacute;rias bandas que vieram de baixo, mas, por exemplo, a Pitty j&amp;aacute; tem o primeiro disco por uma gravadora, e tem aquele outro caso... de bandas que fazem o primeiro show abrindo pro Red Hot Chilli Peppers (risos) Tem banda que tem que come&amp;ccedil;ar tocando em todos os bares de Porto Alegre e Curitiba pra depois ter algo maior, esse &amp;eacute; o nosso caso, at&amp;eacute; por isso a gente aprende muita coisa de palco, j&amp;aacute; tocou desde aquele palquinho at&amp;eacute; algo de festival, isso fez com que a gente sempre crescesse um pouquinho mais, e sempre ficamos naquela ansiedade, poxa, e j&amp;aacute; a gente j&amp;aacute; tem uma carreira, e demorou tanto pra subir, hoje a gente n&amp;atilde;o se sente confort&amp;aacute;vel, &amp;eacute; um trabalho constante, voc&amp;ecirc; cria uma base s&amp;oacute;lida, que s&amp;atilde;o os f&amp;atilde;s, a cada disco, a cada show, voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; gente nova te vendo, estamos tocando em mais lugares, lugares maiores. &amp;Agrave;s vezes d&amp;aacute; aquele estranhamento no disco e a gente fica receoso, a&amp;iacute; passam dois, tr&amp;ecirc;s meses e todo mundo canta as m&amp;uacute;sicas no show, isso d&amp;aacute; uma tranq&amp;uuml;ilidade, mas &amp;eacute; uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante em trabalhar bem. A gente poderia estar apostando na filosofia “time ganhando n&amp;atilde;o se troca”, tipo Ramones, mas acho que estar&amp;iacute;amos sendo c&amp;ocirc;modos demais, a gente n&amp;atilde;o seria sincero com n&amp;oacute;s e muito menos com nosso p&amp;uacute;blico.

No ano passado voc&amp;ecirc;s participaram do DVD MTV Bandas Ga&amp;uacute;chas e no segundo semestre planejaram a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o do primeiro DVD da banda, que acabou sendo adiado em virtude da grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo &amp;aacute;lbum, j&amp;aacute; podemos dizer que esse &amp;eacute; o pr&amp;oacute;ximo passo da  Cachorro Grande?
&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Eu creio que sim, a gente j&amp;aacute; queria ter feito, mas os formatos de discos ao vivo da atualidade normalmente tem 3 in&amp;eacute;ditas, que acaba ajudando a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disco, o Rafael ligou e perguntou se a gente tinha essas 3 m&amp;uacute;sicas, pediu pra mandar pra ele, a&amp;iacute; a gente mandou umas 20 (risos) A&amp;iacute; ele parou e falou que as m&amp;uacute;sicas estavam &amp;oacute;timas e que tinham cara pra um disco, a&amp;iacute; achou melhor produzir primeiro algo novo, e de certa forma era tudo o que eu queria ouvir tamb&amp;eacute;m (risos).

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Tamb&amp;eacute;m tem aquela coisa de que, de repente, n&amp;atilde;o era o momento certo pra gente lan&amp;ccedil;ar o DVD, t&amp;iacute;nhamos m&amp;uacute;sicas incr&amp;iacute;veis na m&amp;atilde;o e poder&amp;iacute;amos deixar a maioria de lado, at&amp;eacute; porque a turn&amp;ecirc; de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um disco ao vivo envolve outras coisas, n&amp;atilde;o ia dar tanta &amp;ecirc;nfase pras m&amp;uacute;sicas novas, passar&amp;iacute;amos a&amp;iacute; muito tempo sem lan&amp;ccedil;ar nada, a gente quer fazer as coisas com carinho, pra dar valor, ent&amp;atilde;o tem o seu momento, sua dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; N&amp;oacute;s temos uma regularidade legal para lan&amp;ccedil;ar discos, 2 em 2 anos, normalmente tem banda que tira f&amp;eacute;rias, vai pra est&amp;uacute;dio e passa meses compondo, a gente j&amp;aacute; faz isso na estrada (risos).

A banda pegou todo um momento de ebuli&amp;ccedil;&amp;atilde;o na m&amp;uacute;sica, inclusive pelo fator da internet, voc&amp;ecirc;s usam v&amp;aacute;rios canais como website, flickr, twitter... Qual a opini&amp;atilde;o de voc&amp;ecirc;s sobre a internet, o download de m&amp;uacute;sicas e essa intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Eu acho tudo isso um barato cara, porque meio que colocou as coisas no lugar.

<img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Marcelo-Gross_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; A gente costuma dizer que nascemos em uma &amp;eacute;poca onde a galera n&amp;atilde;o compra mais discos, mas ao mesmo tempo est&amp;aacute; todo mundo no show cantando todas as m&amp;uacute;sicas em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ter a possibilidade de baixar da internet, ent&amp;atilde;o acho que &amp;eacute; uma ferramenta que aproxima o artista do f&amp;atilde;. A gente como banda nova usou muito o artif&amp;iacute;cio da internet, de divulgar tudo da forma mais ampla poss&amp;iacute;vel, foi como complemento, e eu acho que &amp;eacute; muito bacana tu poder ter acesso ali &amp;agrave;s coisas na internet, ter contato, se comunicar com os f&amp;atilde;s.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; &amp;Eacute; legal porque s&amp;atilde;o gente como n&amp;oacute;s, s&amp;atilde;o f&amp;atilde;s como n&amp;oacute;s, ent&amp;atilde;o assunto nunca vai faltar, isso &amp;eacute; bem legal.

Voc&amp;ecirc;s fizeram um programa com a MTV procurando bandas pelo Brasil, como foi fazer isso?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, foi do c***, a gente ficou 20 dias na estrada assistindo bandas, chegava na cidade, conhecendo gente legal, vendo gente legal, 20 dias sem falar em Cachorro Grande, foi praticamente umas f&amp;eacute;rias improvisadas, uma viagem beatnik.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Era muito legal, de vez em quando a gente entrava o carro e ia pegava a estrada meio sem destino, igual no filme Easy Rider (risos).

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; E tem aquela diferen&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m, quando o show &amp;eacute; nosso tem aquela prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, coisa de hor&amp;aacute;rio e tudo, temos que se cuidar um pouco mais pra ficar bem, nesse caso a gente podia curtir, beber a vontade, foi muito legal.

Para o programa foram 20 dias, mas como voc&amp;ecirc;s v&amp;ecirc;em hoje, de um modo geral, o cen&amp;aacute;rio de rock nacional?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Existe uma cena legal, mas o problema &amp;eacute; o pessoal ir l&amp;aacute; e fazer, &amp;eacute; bem diferente da d&amp;eacute;cada de 80, quando rolava um lance maior de atitude, de letras, o pessoal era muito mais ativo nesse aspecto, hoje vivemos a &amp;eacute;poca do “politicamente correto”, ent&amp;atilde;o &amp;eacute; tudo meio “xonho”.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; E na d&amp;eacute;cada de 80 as bandas se juntavam porque eram 5 caras que amavam coisas e comum, tinham coisas pra dizer, aprendiam a tocar junto e tal. Hoje eu vejo as bandas se preocupando primeiro com as roupinhas, com o dinheiro, com a fama e quando vai sair no jornal pra s&amp;oacute; depois ir l&amp;aacute; aprender a tocar, primeiro deixa o cabelo crescer e depois vai aprender a tocar. Musicalmente o n&amp;iacute;vel baixou muito, faltam bandas que amam m&amp;uacute;sica.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; De uns 5 ou 6 anos pra c&amp;aacute; a maioria das bandas que eu vejo crescer se preocupam com dinheiro, a &amp;uacute;ltima coisa que os caras gostam &amp;eacute; m&amp;uacute;sica, n&amp;atilde;o se ligam naquilo que j&amp;aacute; aconteceu, que ta acontecendo, a maioria dessas bandas acha que o rock come&amp;ccedil;ou com o Nirvana! Ta na moda ser rockeiro, botar um terninho, uma gravata, parece que &amp;eacute; fashion isso! E n&amp;atilde;o adianta, isso &amp;eacute; algo que tem que nascer com voc&amp;ecirc;, no sangue, &amp;eacute; algo que desde a primeira vez que eu ouvi eu gostei daquilo, curti a coisa.

E hoje a coisa est&amp;aacute; cada vez mais homog&amp;ecirc;nea, os estilos t&amp;ecirc;m v&amp;aacute;rias muta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e perdem a identidade, isso acaba deixando a cena mais pobre?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, se existe uma coisa que estilos como o emocore trouxe pra m&amp;uacute;sica foi conseguir unir todo mundo, o cara que curte punk, o metaleiro, o rockeiro das antigas, todo mundo pra odiar eles de t&amp;atilde;o chato que &amp;eacute; (risos).

Hoje a maioria das bandas que voc&amp;ecirc;s gostam n&amp;atilde;o existe mais, como voc&amp;ecirc;s v&amp;ecirc;em essa volta de algumas &amp;agrave; atividade?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Olha, existem reuni&amp;otilde;es e reuni&amp;otilde;es, voc&amp;ecirc; pega o caso do Crosby, Stills,Nash &amp;amp; Young no palco &amp;eacute; uma coisa, mas v&amp;ecirc; o caso de bandas como o Eagles, tem coisa que n&amp;atilde;o funciona.

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Uma banda dessas que voltaram que eu queria muito ver &amp;eacute; o Jane&amp;acute;s Addiction, a&amp;iacute; tem aquela quest&amp;atilde;o se &amp;eacute; por dinheiro ou n&amp;atilde;o, poxa, eu quero ver os caras, se vier eu vou com certeza.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Mas tamb&amp;eacute;m tem aquelas bandas novas que a gente quer muito ver e normalmente n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o tanto valor, o Kasabian mesmo, n&amp;atilde;o paro de ouvir os caras, ta muito bom o disco novo, &amp;eacute; uma coisa que &amp;eacute; nova, &amp;eacute; diferente do que est&amp;aacute; rolando, &amp;eacute; uma inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o nova no rock.

A Cachorro Grande j&amp;aacute; tocou com v&amp;aacute;rias bandas e voc&amp;ecirc;s j&amp;aacute; viram muitos shows, existe algu&amp;eacute;m em especial que voc&amp;ecirc;s gostariam de tocar juntos ou de ver o show?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Cara, eu n&amp;atilde;o posso morrer antes de ver o Paul e o Neil Young, s&amp;atilde;o coisas da nossa influ&amp;ecirc;ncia que a gente n&amp;atilde;o viu e acha fant&amp;aacute;stico. A gente conseguiu abrir show de duas bandas contempor&amp;acirc;neas que a gente mais gosta, que foi o Supergrass e o Oasis.

Voc&amp;ecirc;s gostam de britpop e aquela tend&amp;ecirc;ncia toda do in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada de 90?

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; Gosto do Blur, que est&amp;atilde;o voltando agora, &amp;eacute; bem legal, gosto de algumas coisas, assim como achava legal v&amp;aacute;rias bandas que acabaram se perdendo na hist&amp;oacute;ria, caso do Kula Shaker. Na m&amp;uacute;sica alternativa americana eu n&amp;atilde;o me liguei tanto, escutei um pouco de Pavement, mas curti mesmo aquela coisa p&amp;oacute;s-grunge, o grunge mesmo eu n&amp;atilde;o conseguia gostar, aquela coisa pesada, muita distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aquele vocal mais carregado. Quando apareceu o Supergrass, finalmente voltou aquele rock simples, que fala de sexo, drogas, saiu o grunge, aqueles caras mal-humorados, bravos, eu acho eles uns chatos, mas tem uma carreira s&amp;oacute;lida, de f&amp;atilde;s, &amp;eacute; quest&amp;atilde;o de gosto mesmo.

&amp;Oacute;timo, se fossemos colocar agora tr&amp;ecirc;s bandas que voc&amp;ecirc;s fossem indicar pro pessoal que curte voc&amp;ecirc;s, quais seriam?

&amp;lt;b&amp;gt;Beto Bruno:&amp;lt;/b&amp;gt; Kasabian, que a gente n&amp;atilde;o para de ouvir, MGMT, que &amp;eacute; chapad&amp;iacute;ssimo, e o Gnals Barkley.

&amp;lt;b&amp;gt;Marcelo Gross:&amp;lt;/b&amp;gt; O novo do Prodigy &amp;eacute; muito bom, mas o Kasabian &amp;eacute; o lan&amp;ccedil;amento do ano.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=8&amp;a=1852&amp;t=entrevistacomcachorrogrande</guid>
  <pubDate>Thu, 02 Jul 2009 17:39:30 PDT</pubDate>
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  <title>R.E.M. prepara lan&amp;ccedil;amento de &amp;aacute;lbum in&amp;eacute;dito</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1851&amp;t=r.e.m.preparalancamentodealbuminedito</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/rem_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Em breve, o R.E.M. dever&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ar um novo &amp;aacute;lbum, ao vivo.
 
“R.E.M. Live at the Olympia” mostra os ensaios de Dublin, que serviram para preparar a turn&amp;ecirc; do &amp;aacute;lbum “Accelerate”.

Antes, no pr&amp;oacute;ximo dia 7 de julho, sai o EP digital “Reckoning Songs From the Olympia”, com quatro m&amp;uacute;sicas do &amp;aacute;lbum “Reckoning”, gravadas ao vivo, tamb&amp;eacute;m em Dublin, h&amp;aacute; dois anos.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1851&amp;t=r.e.m.preparalancamentodealbuminedito</guid>
  <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:44:25 PDT</pubDate>
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  <title>Pixies pensando e planejando novo trabalho</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1850&amp;t=pixiespensandoeplanejandonovotrabalho</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/pixies_-_acousic_live_in_newport_thumb.jpg' align='right' width='60'/>De acordo com uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao tabl&amp;oacute;ide NME, o vocalista do Pixies, Frank Black, diz que sua banda est&amp;aacute; planejando um novo &amp;aacute;lbum.
 
“Precisamos trabalhar com um realizador. Um Tarantino ou algu&amp;eacute;m parecido...”,declarou o m&amp;uacute;sico.
 
Frank falou ainda que, se a banda continuar a tocar ao vivo, ter&amp;aacute; uma necessidade maior de gravar.

“A&amp;iacute;, estaremos cansados do material antigo”, declarou.

“Mas teriam sempre que ser grandes can&amp;ccedil;&amp;otilde;es”, completou.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1850&amp;t=pixiespensandoeplanejandonovotrabalho</guid>
  <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:36:43 PDT</pubDate>
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  <title>Cachorro Grande - Cinema</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=7&amp;a=1849&amp;t=cachorrogrande-cinema</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/cd-cachorro-grande-cinema_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Os ga&amp;uacute;chos da Cachorro Grande lan&amp;ccedil;am em 2009 “Cinema”, seu quinto &amp;aacute;lbum de est&amp;uacute;dio, produzido novamente por Rafael Ramos, que trabalhou com a banda nos dois &amp;aacute;lbuns anteriores. Banda consagrada no cen&amp;aacute;rio nacional, a Cachorro Grande chega com um disco onde evoca claramente todas as suas influ&amp;ecirc;ncias em faixas que oscilam entre o rock v&amp;iacute;scera, caracter&amp;iacute;stico da banda, e a psicodelia de tudo aquilo que influenciou a banda. 

O &amp;aacute;lbum provavelmente causar&amp;aacute; a indaga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do maior f&amp;atilde; da banda em um primeiro momento, as guitarras em alto volume d&amp;atilde;o espa&amp;ccedil;o para efeitos de sonoplastia e novas melodias, guiando o ouvinte para caminhos que, embora sempre apreciados pela banda, nunca foram t&amp;atilde;o expl&amp;iacute;citos em seus &amp;aacute;lbuns. 

“O Tempo Parou” abre a sess&amp;atilde;o com riffs marcantes e uma letra f&amp;aacute;cil, mais cadenciada, guarda o tom mais agressivo da banda com “Dance Agora”, em “Amanh&amp;atilde;”, faixa que pode ser comparada com “Within You Without You” dos Beatles pela presen&amp;ccedil;a de instrumentos incomuns como c&amp;iacute;tara e vocais cheios de efeitos &amp;eacute; o primeiro grande momento do &amp;aacute;lbum, seguido de uma balada, “Por Onde Vou”, mostrando uma banda que segue um caminho de plena evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica e cheia de criatividade, “A Alegria Voltou” e “A Hora do Brasil” trazem o bom e velho rock and roll mais agudo e dan&amp;ccedil;ante que consagrou a banda, sempre com novos elementos. 

Durante a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Todos os Tempos” a banda fez a mixagem do &amp;aacute;lbum nos est&amp;uacute;dios de Abbey Road, mas em “Cinema” toda aquela aura da banda de Liverpool parece estar mais latente no som da banda, &amp;eacute; assim com “Ela Disse” e “O Que Voc&amp;ecirc; Quer Escutar”, faixas dan&amp;ccedil;antes, trabalhadas e divertidas, o vocal de Beto Bruno n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mais t&amp;atilde;o gritado como outrora, traz agora mais versatilidade e destaca-se em “Luz”, com um belo riff de Marcelo Gross, alternando-se bastante, sem d&amp;uacute;vida o momento mais pesado do &amp;aacute;lbum.  

“Ningu&amp;eacute;m Mais Lembra De Voc&amp;ecirc;” consolida esse novo rumo da banda, “Eileen”, uma balada simples conta com um dos melhores vocais de Beto Bruno em toda carreira da banda, nessa sess&amp;atilde;o, o &amp;aacute;lbum encerra-se com “Pessoas Vazias”, com a banda abusando do peso e um bom trabalho de backing vocals. 

“Cinema” pode causar estranhamento ao f&amp;atilde; do rock mais visceral da banda, &amp;eacute; o disco mais trabalhado da banda, mas em nenhum momento o disco sai da linha que seguem desde o in&amp;iacute;cio, pode ser considerado o maior passo da carreira dos ga&amp;uacute;chos, indo por um caminho seguro dentro do cen&amp;aacute;rio do rock nacional, fiel &amp;agrave;quilo que acredita, ao seu p&amp;uacute;blico e com aquela ousadia que as bandas que fizeram hist&amp;oacute;ria no rock nunca deixaram de ter.

&amp;lt;b&amp;gt;Tracklist:&amp;lt;/b&amp;gt;
1. O Tempo Parou
2. Dance Agora
3. Amanh&amp;atilde;
4. Por Onde Vou
5. A Alegria Voltou
6. A Hora do Brasil
7. Diga o que Voc&amp;ecirc; Quer Escutar
8. Ela Disse
9. Ningu&amp;eacute;m Mais Lembra de Voc&amp;ecirc;
10. Luz
11. Eileen
12. Pessoas Vazias</description>
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  <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 10:14:51 PDT</pubDate>
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  <title>PACHA BRAZIL VOL. 2 Mixed by Richard Grey / Rafael Yapudjian</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=7&amp;a=1848&amp;t=pachabrazilvol.2mixedbyrichardgrey%2Frafaelyapudjian</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/cd-pacha-sp-vol2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Um dos clubes mais respeitados do mundo lan&amp;ccedil;a sua segunda colet&amp;acirc;nea em solo brasileiro, trata-se do “Pacha Brazil: Vol. 2”, disco duplo mixado pelo conceituado DJ espanhol Richard Grey, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; residente da Pacha Ibiza, e Rafael Yapudjian, residente da casa no Brasil. 

Especialista em house e sua vertente mais t&amp;eacute;cnica, o progressive, Richard desfila ao longo de 11 faixas o melhor do estilo, com muita varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e rico em linhas vocais, destaque para uma de suas faixas, “Massive Take To Me Ibiza”, que &amp;eacute; o primeiro grande momento do &amp;aacute;lbum. Faixas conhecidas do p&amp;uacute;blico brasileiro como “Alegria”, de Richard Jacquin &amp;amp; Hit Makers, ganhou outra roupagem e, embora possa soar um tanto nost&amp;aacute;lgica, aparece rejuvenescida no &amp;aacute;lbum.

A sequ&amp;ecirc;ncia do disco flerta com estilos como o trance e obt&amp;eacute;m sucesso em faixas como “The Nighttrain” e “Give Love”, faixas que usam e abusam de uplifitings, cheias de altos e baixos ela conduz a sequ&amp;ecirc;ncia de forma eficiente preparando o ouvinte para o melhor momento do disco, a sequ&amp;ecirc;ncia “Don’t Sleep” e “No Deputy”, faixa de Grey que mostra bem como suas influ&amp;ecirc;ncias moldaram seu som ao longo dos anos, evocando de Michael Jackson a Bob Marley, traz novamente o set para o segmento que sempre admirou, a house music, a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Richard Grey encerra-se com outra m&amp;uacute;sica de Jacquin, a apropriada “Outro S&amp;atilde;o Paulo”.

J&amp;aacute; Rafael Yapudjian segue a mesma linha de Richard Grey e com muita experi&amp;ecirc;ncia e a bagagem de ter frequentado as melhores festas do pa&amp;iacute;s, flerta bem com v&amp;aacute;rios estilos, inclusive com flash backs, como em “Be Free”, faixa que abre o segundo &amp;aacute;lbum. Na sequ&amp;ecirc;ncia o hit mundial “Move For Me” d&amp;aacute; as caras na vers&amp;atilde;o que promete ficar imortalizada na parceria de Kaskade e Deadmau5. 

O grande destaque do set do Yapudjian &amp;eacute; a boa mescla que promove entre as faixas, trazendo um clima nost&amp;aacute;lgico e a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tend&amp;ecirc;ncias mais modernas, caso de “Yes We Can” e “Please Don’t Go”. Sua parceria com Joe K rendeu a faixa “Last Minute”, mais pesada e trabalhada, &amp;eacute; o momento mais pesado do disco e desaba na bel&amp;iacute;ssima “Finally”, que ficou imortalizada nas pistas de todo mundo pelas m&amp;atilde;os de Sebastian Ingrosso e Steve &amp;Acirc;ngelo. E &amp;eacute; nesse clima de festa que o &amp;aacute;lbum se desenvolve. Sempre com o mesmo ritmo e varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o caracter&amp;iacute;stico do progressive house, Yapudjian conta com o cl&amp;aacute;ssico do New Order, “Blue Monday”, em uma &amp;oacute;tima vers&amp;atilde;o e d&amp;aacute; n&amp;uacute;meros finais com o  grande hit da atualidade “I Don’t Know Why”, de Moony.

Pacha Brasil Vol.2 traz tudo o que a casa proporcionou durante anos na Europa e em um passado recente no Brasil: muito glamour e exclusividade. A escolha de ambos os DJs foi correta por mesclarem bem seus estilos com outras propostas, o que n&amp;atilde;o torna o disco cansativo, &amp;eacute; imposs&amp;iacute;vel terminar a audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;aacute;lbum sem estampar um sorriso no rosto e esperar pela pr&amp;oacute;xima noite.

&amp;lt;b&amp;gt;Richard Grey&amp;lt;/b&amp;gt;
1. Intro S&amp;atilde;o Paulo - Richard Jacquin 
2. Massive - Richard Grey &amp;amp; Will Simms 
3. Get on Down - Guemica 
4. Alegria - Hit Makers &amp;amp; Ricahrd Jacquin 
5. The Nighttrain - D.O.N.S. &amp;amp; Dbn Feat. Kadoc &amp;amp; Terr 
6. Attraction - Mamba 
7. Give Love - Stafford Brothers 
8. Don&amp;acute;t Sleep - Suguirumn 
9. No Deputy - Richard Grey Feat. Bob Marley 
10. Huge - Adult Entertainment 
11. Outro S&amp;atilde;o Paulo - Richard Jacquin 


&amp;lt;b&amp;gt;Rafael Yapudjian&amp;lt;/b&amp;gt;
1. Be Free - the Cube Guys 
2. Move for Me - Kaskade Vs Deadmau5 
3. Yes We Can - Houseshaker 
4. Please Don&amp;acute;t Go - Dobenbeck Feat. Joanna 
5. Last Minute - Dj Joe K &amp;amp; Rafael Yapudjan 
6. Finally - Bart B More Vs Oliver Twizt 
7. Spirit - Juan Diaz &amp;amp; Jorge Montia 
8. Hold You Back - Coco Fay 
9. Shine on Me - Tikaro, J.Louis &amp;amp; Ferran 
10. Twilight on Mars - Fausto Fanizza 
11. Blue Monday - Kurd Maverick 
12. Many Drops - Tikos Groove 
13. I Don&amp;acute;T Know - Moony </description>
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  <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 09:48:09 PDT</pubDate>
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  <title>Samuel Rosa renova com a EMI Music Publishing</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1847&amp;t=samuelrosarenovacomaemimusicpublishing</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/samuel-rosa_thumb.jpg' align='right' width='60'/>A parceria entre um dos mais importantes compositores brasileiros da atualidade e a editora musical l&amp;iacute;der no mundo continua firme: Samuel Rosa assinou a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contrato com a EMI Music Publishing Brasil.
  
Vocalista do Skank, Samuel Rosa &amp;eacute; o principal compositor da banda, tendo emplacado, ao longo de quase duas d&amp;eacute;cadas, alguns dos maiores sucessos da m&amp;uacute;sica brasileira. Can&amp;ccedil;&amp;otilde;es como ‘&amp;Eacute; uma partida de futebol’, ‘Garota Nacional’, ‘Resposta’, ‘Te ver’, ‘Balada do amor inabal&amp;aacute;vel’, ‘Dois Rios’, ‘Vou Deixar’, entre outras, s&amp;atilde;o n&amp;atilde;o apenas hits nacionais, mas cr&amp;ocirc;nicas de um tempo e do modo de vida de um pa&amp;iacute;s, que conseguem atingir todas as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Os mais recentes sucessos ‘Ainda gosto dela’ e ‘Sutilmente’ atestam que a m&amp;atilde;o certeira de Samuel Rosa continua afiada. N&amp;atilde;o &amp;agrave; toa, ele sempre emplaca novos sucessos, ano ap&amp;oacute;s ano.
  
Com Chico Amaral sendo seu fiel parceiro desde o in&amp;iacute;cio da carreira, Samuel j&amp;aacute; assinou can&amp;ccedil;&amp;otilde;es com nomes como Nando Reis, Marcelo Yuka, L&amp;ocirc; Borges, Fausto Fawcett e Edgard Scandurra. O seu trabalho como compositor h&amp;aacute; muito chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns dos principais artistas brasileiros, que gravaram m&amp;uacute;sicas assinadas por Samuel Rosa, como Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Simone, Ivete Sangalo, Daniela Mercury, Luiza Possi, Fl&amp;aacute;vio Venturini e Roupa Nova, entre outros.
  
A parceria de Samuel Rosa com a EMI Music Publishing n&amp;atilde;o &amp;eacute; por acaso. A editora musical &amp;eacute; a mais criativa do seu segmento no mundo, representando 1,3 milh&amp;otilde;es de composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de alguns dos maiores astros da m&amp;uacute;sica brasileira e internacional, como Roberto Carlos, Marisa Monte, Paralamas do Sucesso, Legi&amp;atilde;o Urbana, Charlie Brown Jr, Carlinhos Brown, Rolling Stones, Beyonc&amp;eacute;, James Blunt, Jay-Z, Norah Jones, Alicia Keys, Queen, Amy Winehouse entre muitos outros. Nada menos do que oito  dos 20 maiores arrecadadores do ECAD em 2009 s&amp;atilde;o parceiros EMI no Brasil e exterior.
  
 A EMI Music Publishing tem escrit&amp;oacute;rio em 55 pa&amp;iacute;ses e rico casting em l&amp;iacute;ngua espanhola e inglesa. No Brasil, cerca de 90% das novelas brasileiras possuem m&amp;uacute;sicas de parceiros da EMI em suas trilhas. A editora musical tem como princ&amp;iacute;pio fundamental o cuidado especial com seus autores e suas can&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O departamento criativo da companhia sabe o valor e a for&amp;ccedil;a de suas m&amp;uacute;sicas e busca atualizar no mercado consumidor n&amp;atilde;o apenas as novidades, mas tamb&amp;eacute;m as obras eternas, gerando oportunidades para seu cat&amp;aacute;logo e seus compositores atuarem com sucesso no mercado fonogr&amp;aacute;fico e publicit&amp;aacute;rio.
  
&amp;quot;Ficamos orgulhosos de seguir ao lado do Samuel  e sua equipe, refor&amp;ccedil;ando cada vez mais a veia autoral do artista do Skank e do mundo. F&amp;atilde;s da boa m&amp;uacute;sica j&amp;aacute; podem comemorar pois a banda mineira embarca dia 24 de Junho para a turn&amp;ecirc; do novo disco ESTANDARTE nos EUA e Portugal, agraciando com seu talento v&amp;aacute;rias localidades dos EUA e Europa&amp;quot; diz Nestor Casonu, Diretor Regional da EMI Music Publishing para Am&amp;eacute;rica Latina.  

A trajet&amp;oacute;ria do artista e da EMI Music Publishing &amp;eacute; uma prova incontest&amp;aacute;vel da uni&amp;atilde;o de duas hist&amp;oacute;rias de talento e sucesso.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1847&amp;t=samuelrosarenovacomaemimusicpublishing</guid>
  <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 07:39:17 PDT</pubDate>
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  <title>Novo &amp;aacute;lbum de Pitty &amp;eacute; masterizado em L.A.</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1846&amp;t=novoalbumdepittyemasterizadoeml.a.</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/pitty2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Previsto para ser lan&amp;ccedil;ado na primeira semana de agosto pela Deckdisc, o novo &amp;aacute;lbum da Pitty traz diversas influ&amp;ecirc;ncias da cantora baiana. Soul, tango, bolero e at&amp;eacute; m&amp;uacute;sica erudita. “Mas tudo acaba em rock” – garante ela. “&amp;Aacute;gua Contida”, por exemplo, &amp;eacute; inspirada numa &amp;aacute;ria de Carmen, de Bizet, e tem uma pegada de tango com um refr&amp;atilde;o rock. Nessa faixa h&amp;aacute; a &amp;uacute;nica participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial do disco. Hique Gomez, do grupo Tangos e Trag&amp;eacute;dias, tocando violino.

Ainda sem t&amp;iacute;tulo definido, o &amp;aacute;lbum foi gravado no est&amp;uacute;dio Cabo da Goiabeira, em S&amp;atilde;o Paulo, mixado no Est&amp;uacute;dio Tambor, no Rio de Janeiro, e ser&amp;aacute; masterizado essa semana em Los Angeles, no Bernie Grundman Mastering. O respons&amp;aacute;vel pela masteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; Brian &amp;quot;Big Bass&amp;quot; Gardner. Al&amp;eacute;m do disco &amp;quot;Anacr&amp;ocirc;nico&amp;quot;, da Pitty, ele j&amp;aacute; masterizou discos de David Bowie, Foo Fighters, Prince, Dr. Dre, Queens of The Stone Age e muitos outros.

Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: [l]www.pitty.com.br/256tonsdecinza/[/l]</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1846&amp;t=novoalbumdepittyemasterizadoeml.a.</guid>
  <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 07:05:42 PDT</pubDate>
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  <title>Novo &amp;aacute;lbum dos Beastie Boys em breve</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=2&amp;a=1845&amp;t=novoalbumdosbeastieboysembreve</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/beastie_boys_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O novo &amp;aacute;lbum dos Beastie Boys, que ir&amp;aacute; chamar “Hot Sauce Committee Part 1”, ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado dia 15 de setembro.
 
Por outro lado, os relan&amp;ccedil;amentos da banda vir&amp;atilde;o em breve.

“Ill Communication” dever&amp;aacute; chegar &amp;agrave;s lojas dia 14 de julho, e “Hello Nasty” em 25 de agosto.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=2&amp;a=1845&amp;t=novoalbumdosbeastieboysembreve</guid>
  <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 19:16:09 PDT</pubDate>
</item>

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  <title>Ricky Martin declara que seu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o “pertence a homens e mulheres”</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1844&amp;t=rickymartindeclaraqueseucoracao%93pertenceahomensemulheres%94</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/rick_martin_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Em uma entrevista &amp;agrave; revista latina TV Aqui, Ricky Martin afirmou que o seu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o “pode pertencer a homens e mulheres”, aumentando assim as especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es sexuais.
 
Em 2007, um importante empres&amp;aacute;rio do mundo da cosm&amp;eacute;tica teria garantido que a estrela porto-riquenha era homossexual. Recentemente, uma fotografia do cantor na praia, acompanhado por um amigo, teria aumentado o mist&amp;eacute;rio.
 
Ricky est&amp;aacute; gostando da experi&amp;ecirc;ncia de ser pai, depois de ter dois meninos g&amp;ecirc;meos, Matteo e Valentino, fruto de uma barriga de aluguel, alem de j&amp;aacute; teria dado in&amp;iacute;cio ao processo de ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma menina.

A barriga de aluguel seria um processo mais r&amp;aacute;pido que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o cantor porto-riquenho queria ser pai o mais depressa poss&amp;iacute;vel.

Agora, com Valentino e Matteo de cinco meses nos bra&amp;ccedil;os, o gal&amp;atilde; pode esperar pela conclus&amp;atilde;o do processo de ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o para conseguir a t&amp;atilde;o desejada menina.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1844&amp;t=rickymartindeclaraqueseucoracao%93pertenceahomensemulheres%94</guid>
  <pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:04:10 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Jovem Pan in Concert - Jota Quest &amp;amp; O Rappa</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1843&amp;t=jovempaninconcert-jotaquest%26amp%3Borappa</link>
  <description>A cidade de S&amp;atilde;o Paulo recebeu na &amp;uacute;ltima sexta-feira, dia 26 de junho, duas das maiores bandas nacionais para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Jovem Pan in Concert, festival que contou com as presen&amp;ccedil;as dos mineiros do Jota Quest e dos cariocas do O Rappa no HSBC Brasil. Com ingressos esgotados a casa n&amp;atilde;o tardou a lotar e 30 minutos antes da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Jota Quest a pista j&amp;aacute; aguardava ansiosa pelo in&amp;iacute;cio do show. 

&amp;lt;b&amp;gt;JOTA QUEST&amp;lt;/b&amp;gt;
Em turn&amp;ecirc; de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seu mais recente &amp;aacute;lbum, La Plata, o Jota Quest entrou no palco aproximadamente &amp;agrave;s 22h30. Ap&amp;oacute;s a abertura das cortinas houve um per&amp;iacute;odo de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da r&amp;aacute;dio e somente depois as luzes foram apagadas para que os mineiros tomassem seu lugar no palco. Cheio de efeitos o palco contava com torres de luzes e um tel&amp;atilde;o ao fundo que serviu muito bem de apoio para ambas apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Iniciando com a dobradinha “So Special” e “La Plata” a banda obteve boa resposta do p&amp;uacute;blico, na sequ&amp;ecirc;ncia, “Al&amp;eacute;m do Horizonte”, cover de Roberto Carlos, colocou a casa para dan&amp;ccedil;ar e, mesmo com o som embolado, contou com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos, “Na Moral” completou essa primeira parte da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, bem dan&amp;ccedil;ante e com um Rog&amp;eacute;rio Flausino pulando muito e interagindo com o p&amp;uacute;blico a todo momento.

A execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “6h30”, uma das mais belas de La Plata, foi observada com aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico, a partir da&amp;iacute;, a banda desfilou uma sequ&amp;ecirc;ncia de hits, come&amp;ccedil;ando com “Dias Melhores” e “O Sol”, seguindo com “Encontrar Algu&amp;eacute;m”, primeiro sucesso da banda. Com boa ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e suporte do tel&amp;atilde;o, a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o seguia agrad&amp;aacute;vel, “O que eu tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o entendo” foi bem recebida, mas mostrou um aspecto do show que talvez tenha sido crucial para o descontentamento de parte do p&amp;uacute;blico, a sequ&amp;ecirc;ncia com muitas baladas tornava o andamento do show mais lento, gerando rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de parte do p&amp;uacute;blico, que chamava pelo “O Rappa” durante o fim da m&amp;uacute;sica. Sem se intimidar, Rog&amp;eacute;rio acompanhou o p&amp;uacute;blico nos gritos e na sequ&amp;ecirc;ncia iniciou “Mais uma vez”, trazendo o p&amp;uacute;blico de volta, destaque para todo aspecto t&amp;eacute;cnico da banda, formada por &amp;oacute;timos m&amp;uacute;sicos e que agora estava com o som bem equalizado; e nesse clima de balada a banda tocou “J&amp;aacute; Foi”, uma das mais animadas da banda que mostra bem as suas influ&amp;ecirc;ncias, com muito groove e cantada por todos.

Esse clima de festa foi novamente substitu&amp;iacute;do por outra sequ&amp;ecirc;ncia de baladas, com “S&amp;oacute; Hoje” e “Vem Andar Comigo”, outro sucesso de La Plata, que contou com belas imagens no tel&amp;atilde;o durante sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, antes de baixar o &amp;iacute;mpeto do p&amp;uacute;blico a banda tocou “De Volta ao Planeta”, de forma empolgada a m&amp;uacute;sica deu n&amp;uacute;meros finais ao show. Ap&amp;oacute;s breve pausa, a banda retornou ao palco e ap&amp;oacute;s uma longa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus membros finalizou com “Do Seu Lado”, sem d&amp;uacute;vida o grande momento do show. 

&amp;lt;b&amp;gt;O RAPPA&amp;lt;/b&amp;gt;
J&amp;aacute; era madrugada de s&amp;aacute;bado quando as cortinas se abriram novamente e O Rappa, divulgando o &amp;aacute;lbum “7”, foi anunciado; inicialmente apenas o DJ da banda entrou ao palco e interagindo com o p&amp;uacute;blico tocou “Billie Jean” de Michael Jackson, uma bela homenagem que rendeu aplausos, ap&amp;oacute;s isso, os membros da banda come&amp;ccedil;aram a tomar seus lugares e a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o teve in&amp;iacute;cio com “Meu Mundo &amp;eacute; o Barro”, cantada de forma intensa por todos enquanto um Falc&amp;atilde;o extremamente animado contrastava com o tel&amp;atilde;o que mostrava o logotipo da banda em diversas formas.

Sempre carregado de dub a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Rappa ganha for&amp;ccedil;a com a presen&amp;ccedil;a de sete pessoas no palco, “Reza a Vela” manteve todos empolgados e foi seguida de outro cl&amp;aacute;ssico da banda, “Lado B, Lado A”, que ganhou outra roupagem, bem mais pesada e cadenciada, e deu a t&amp;ocirc;nica do show, sempre interagindo com o p&amp;uacute;blico e pulando muito, as m&amp;uacute;sicas eram executadas com muito peso e a banda foi acompanhada em plenos pulm&amp;otilde;es pelos presentes. Em “Mar de Gente” e “Me Deixa” a casa teve um dos grandes momentos da noite, dan&amp;ccedil;ando muito e tendo o p&amp;uacute;blico na m&amp;atilde;o, a banda se deu ao luxo de v&amp;aacute;rias inser&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dub entre uma m&amp;uacute;sica e outra sem tornar-se cansativa. 

“Meu Santo ta Cansado”, “Vapor Barato”, “H&amp;oacute;stia” e “Monstro Invis&amp;iacute;vel” funcionaram bem no espet&amp;aacute;culo multim&amp;iacute;dia que a banda proporcionava, j&amp;aacute; que o tel&amp;atilde;o tinha perfeita sincronia com aquilo que era tocado. “Minha Alma” foi outra que ganhou uma roupagem completamente diferente ao vivo, sempre fundindo-se com muito dub, e agradou os presentes. “Hey Joe” e “S&amp;uacute;plica Cearense” foram executadas de forma muito mais pesada e s&amp;oacute; n&amp;atilde;o foram maiores que “Rolo Cotidiano”, um dos pontos altos da noite, que contou ainda com “Pescador de Ilus&amp;atilde;o” e “O Salto”, na reta final do show o destaque principal foi a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “O que sobrou do c&amp;eacute;u”. 

O Rappa mostra-se em um &amp;oacute;timo momento, tocando hit ap&amp;oacute;s hit manteve seu p&amp;uacute;blico vibrando durante toda apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que foi finalizado j&amp;aacute; no meio da madrugada de s&amp;aacute;bado ap&amp;oacute;s grandes shows e uma plat&amp;eacute;ia plenamente satisfeita.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1843&amp;t=jovempaninconcert-jotaquest%26amp%3Borappa</guid>
  <pubDate>Sun, 28 Jun 2009 22:33:29 PDT</pubDate>
</item>

<item>
  <title>Mariah Carey lan&amp;ccedil;a single Obsessed</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1842&amp;t=mariahcareylancasingleobsessed</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/mariah-carey_thumb.jpg' align='right' width='60'/>A nova m&amp;uacute;sica de Mariah Carey, “Obsessed”, escrita e produzida por ela, The-Dream e Tricky Stewart, j&amp;aacute; entrou na programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das principais r&amp;aacute;dios brasileiras. O single faz parte do pr&amp;oacute;ximo &amp;aacute;lbum de est&amp;uacute;dio da cantora, “Memoirs of an Imperfect Angel” (Mem&amp;oacute;rias de um Anjo Imperfeito), que chega &amp;agrave;s lojas em 25 de agosto, produzido pelo trio.

“Estou muito animada porque esta &amp;eacute; uma das minhas m&amp;uacute;sicas preferidas de todos os tempos. Eu amo o &amp;aacute;lbum inteiro e estou completamente mergulhada nisso”, disse Mariah, que divulgou hoje a capa do novo single. O v&amp;iacute;deo de “Obsessed” ser&amp;aacute; dirigido por Brett Ratner.

“Memoirs of an Imperfect Angel” ser&amp;aacute; o 12&amp;ordm; &amp;aacute;lbum de est&amp;uacute;dio da carreira de Mariah, que j&amp;aacute; vendeu mais de 10 milh&amp;otilde;es de c&amp;oacute;pias no mundo. A cantora se apresentar&amp;aacute; no Brasil em outubro durante o evento de moda Fashion Rocks, no Rio de Janeiro.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1842&amp;t=mariahcareylancasingleobsessed</guid>
  <pubDate>Fri, 26 Jun 2009 10:16:05 PDT</pubDate>
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  <title>Jota Quest em S&amp;atilde;o Paulo, Piau&amp;iacute; e Bras&amp;iacute;lia</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1841&amp;t=jotaquestemsaopaulo%2Cpiauiebrasilia</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/jota-quest-entrevista_thumb.jpg' align='right' width='60'/>A turn&amp;ecirc; de “La Plata”, &amp;aacute;lbum mais recente do Jota Quest, lan&amp;ccedil;ado ano passado, tem percorrido o Brasil. Desde que est&amp;aacute; na estrada, a banda j&amp;aacute; passou por S&amp;atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Vit&amp;oacute;ria, Belo Horizonte, Florian&amp;oacute;polis, Salvador, Porto Alegre, Recife e Fortaleza, entre outras. Agora voltam &amp;agrave; capital paulista e seguem para Teresina e Bras&amp;iacute;lia.

Nessa sexta (26 de junho) tocam no HSBC Brasil, em S&amp;atilde;o Paulo, ao lado do Rappa no Jovem Pan in Concert. Dia 4 se apresentam no Festival Piau&amp;iacute; Pop, em Teresina e dia 5 no Festival de Inverno de Bras&amp;iacute;lia.

Rog&amp;eacute;rio Flausino (vocal), Marcio Buzelin (teclados), Marco Tulio Lara (guitarra), Paulinho Fonseca (bateria) e PJ (baixo) v&amp;atilde;o mostrar o repert&amp;oacute;rio de &amp;quot;La Plata&amp;quot; e os grandes sucessos de seus mais de 13 anos de carreira.

A banda assina a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do show, ao lado de Tom Andrade e do ligth designer Lino Silva, que em seu cen&amp;aacute;rio traz um tel&amp;atilde;o de alta defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que ocupa todo o fundo do palco, onde s&amp;atilde;o exibidos conte&amp;uacute;dos exclusivos desenvolvidos pelo design Muti Randolph.

No set list, as novas &amp;quot;La Plata&amp;quot;, &amp;quot;Ladeira&amp;quot; (em parceria com Nelson Motta), &amp;quot;Vem Andar Comigo&amp;quot;, &amp;quot;Tudo Me Faz Lembrar Voc&amp;ecirc;&amp;quot;, “So Special” e &amp;quot;Lap Top&amp;quot; al&amp;eacute;m do novo single “6h30”. Entre os sucessos que marcaram a carreira; &amp;quot;Dias Melhores&amp;quot;, &amp;quot;Al&amp;eacute;m do Horizonte&amp;quot;, &amp;quot;O Sol&amp;quot;, “Ja’ Foi”, &amp;quot;Encontrar Algu&amp;eacute;m&amp;quot;, &amp;quot;Na Moral&amp;quot;, ”Do Seu Lado”, “Amor Maior” e &amp;quot;S&amp;oacute; Hoje&amp;quot;.

 

Show: Jota Quest – La Plata

Dia 26 de junho – Jovem Pan in Concert – HSBC Brasil ([l]www.hsbcbrasil.com.br[/l])

Dia 4 de julho – Festival Piau&amp;iacute; Pop ([l]www.piauitour.com/piauipop/[/l])

Dia 5 de julho – Festival de Inverno de Bras&amp;iacute;lia ([l]www.festivalinvernobrasilia.com.br[/l])</description>
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  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:40:56 PDT</pubDate>
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  <title>Michael Jackson morre, aos 50 anos, nos EUA</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1840&amp;t=michaeljacksonmorre%2Caos50anos%2Cnoseua</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/michaeljacksontigre218153_div_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;Eacute; com profundo pesar, que o MUSICAO informa a morte do &amp;quot;Rei do Pop&amp;quot;, &amp;lt;b&amp;gt;MICHAEL JACKSON&amp;lt;/b&amp;gt;!

O cantor de 50 anos sofreu uma parada card&amp;iacute;aca em sua casa, nos Estados Unidos, na tarde desta quinta-feira, &amp;agrave;s 14:26hs (18:26hs, hor&amp;aacute;rio de Bras&amp;iacute;lia).

Michael foi socorrido, mas j&amp;aacute; n&amp;atilde;o estava mais respirando quando os param&amp;eacute;dicos chegaram.

Ele chegou a ser levado &amp;agrave;s pressas para o hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles, mas j&amp;aacute; chegou em estado de coma.

A morte de Jackson foi confirmada pelo porta-voz do Instituto M&amp;eacute;dico Legal de Los Angeles, Fred Corral.

Ele se preparava para uma maratona de shows no pr&amp;oacute;ximo m&amp;ecirc;s, em Londres (conforme o MUSICAO informou h&amp;aacute; tempos).

Com certeza, o mundo da m&amp;uacute;sica perdeu hoje um de seus maiores &amp;iacute;cones. Uma verdadeira lenda.

V&amp;Aacute; EM PAZ, MICHAEL!

O MUSICAO EST&amp;Aacute; DE LUTO!

&amp;quot;Principalmente esse Jornalista, seu f&amp;atilde;!&amp;quot;</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1840&amp;t=michaeljacksonmorre%2Caos50anos%2Cnoseua</guid>
  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 17:56:20 PDT</pubDate>
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  <title>Ponte D - O Supermercado Musical Independente</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=1&amp;a=1839&amp;t=ponted-osupermercadomusicalindependente</link>
  <description>No atual cen&amp;aacute;rio em que a internet brilha como ponto de encontro de amantes da m&amp;uacute;sica, &amp;eacute; fundamental que o artista se posicione bem nessa rede virtual de consumidores. Para isso, chega ao mercado a Ponte D, primeira agregadora e distribuidora de conte&amp;uacute;do musical independente exclusivamente digital para r&amp;aacute;dios online, lojas virtuais e telefonias m&amp;oacute;veis.

A proposta da empresa &amp;eacute; fazer a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital do artista a uma cadeia de lojas virtuais e empresas de telefonia. Para isso, al&amp;eacute;m de contar com uma rede de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Ponte D disponibiliza a obra pra ser vendida legalmente, com todos os direitos autorais e fonogr&amp;aacute;ficos reconhecidos. Al&amp;eacute;m disso, o sistema criado pela Ponte D permite a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta do artista, seja pelo streaming das m&amp;uacute;sicas em r&amp;aacute;dios virtuais ou pela venda da obra nas lojas.

            O projeto &amp;eacute; pioneiro, pois facilita a entrada de artistas independentes &amp;agrave;s lojas, que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m como administrar diretamente a obra de cada artista por implicar em quest&amp;otilde;es burocr&amp;aacute;ticas como contrato de direito, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pagamento, presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conta, transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do f&amp;iacute;sico pra digital e atendimento personalizado das d&amp;uacute;vidas e problemas que possam surgir.

            Al&amp;eacute;m disso, a Ponte D, por centralizar essa distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, permite a mobilidade de fazer a&amp;ccedil;&amp;otilde;es com as lojas, como um destaque no segmento do artista ou uma promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o com um banner na home da loja. Dessa forma, em vez de esperar que o p&amp;uacute;blico chegue at&amp;eacute; um site oficial da banda para ter acesso &amp;agrave; m&amp;uacute;sica, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel contar com os internautas dos grandes portais de m&amp;uacute;sica, que ver&amp;atilde;o a obra exposta em um local seguro e onde ele est&amp;aacute; acostumado a encontrar os artistas de que tanto gosta. Assim, o sistema permite que a obra seja exposta em “prateleiras” nobres, ao lado de nomes consagrados.

At&amp;eacute; o momento, a Ponte D tem como parceiras 19 lojas virtuais no Brasil, cinco empresas de telefonia m&amp;oacute;vel e mais de 40 no exterior. Entre as parceiras est&amp;atilde;o UOL Megastore, Sonora, Baixa Hits, I-musica, Claro, Oi, Tim, Vivo e Ctbc.

A digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das m&amp;uacute;sicas &amp;eacute; feita pela pr&amp;oacute;pria Ponte D, que repassa a faixa &amp;agrave; cada loja no formato e compress&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios, bem como com todas as especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas relacionadas ao processamento de direitos autorais. O artista ganha com o download da faixa, cujo pre&amp;ccedil;o pode variar de R$ 0,99 a R$ 2,49.

Para usar o servi&amp;ccedil;o da Ponte D, basta que o artista tenha material em qualidade fonogr&amp;aacute;fica profissional e as faixas sejam editadas. Esse processo de possuir uma editora &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio pois as lojas s&amp;oacute; aceitam m&amp;uacute;sicas nessa condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para que todos os direitos autorais sejam pagos. Caso o artista n&amp;atilde;o tenha uma editora, a Ponte D disponibilizar&amp;aacute; esse servi&amp;ccedil;o por meio de uma editora pr&amp;oacute;pria da empresa, com proposta atual, que deixa o artista com toda a liberdade de dom&amp;iacute;nio da sua obra, diferentemente do padr&amp;atilde;o de mercado.

Para conhecer o servi&amp;ccedil;o, acesse o site [l]www.ponted.com.br[/l]</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=1&amp;a=1839&amp;t=ponted-osupermercadomusicalindependente</guid>
  <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 10:18:05 PDT</pubDate>
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  <title>Black Eyed Peas no “lugar mais alto do p&amp;oacute;dio”</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1838&amp;t=blackeyedpeasno%93lugarmaisaltodopodio%94</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Black_Eyed_Peas_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O Black Eyed Peas entrou diretamente para o primeiro lugar no mercado americano com o novo &amp;aacute;lbum, “The E.N.D.”.
 
Esta &amp;eacute; a primeira vez que o grupo alcan&amp;ccedil;a essa marca.

At&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, a banda s&amp;oacute; havia chegado at&amp;eacute; o segundo lugar, com o anterior, “Monkey Business”.
 
At&amp;eacute; o momento, “The E.N.D.” vendeu 304 mil c&amp;oacute;pias, o que mandou a Dave Matthews Band para a vice-lideran&amp;ccedil;a e Eminem para terceiro.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1838&amp;t=blackeyedpeasno%93lugarmaisaltodopodio%94</guid>
  <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:54:59 PDT</pubDate>
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  <title>A qualquer momento, o Blink 182 pode surgir com sua nova m&amp;uacute;sica </title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1837&amp;t=aqualquermomento%2Coblink182podesurgircomsuanovamusica</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/blink182_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;Eacute; isso mesmo. O Blink 182 est&amp;aacute; prestes a mostrar ao mundo sua primeira m&amp;uacute;sica in&amp;eacute;dita desde que interromperam a carreira, em 2005.
 
Intitulada “Up All Night”, ela dever&amp;aacute; estar pronta antes do in&amp;iacute;cio da turn&amp;ecirc; americana, que come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; dia 23 de julho.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1837&amp;t=aqualquermomento%2Coblink182podesurgircomsuanovamusica</guid>
  <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:40:24 PDT</pubDate>
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  <title>M&amp;ecirc;s do Rock no Centro Cultural SP</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1836&amp;t=mesdorocknocentroculturalsp</link>
  <description>Durante todo o m&amp;ecirc;s de julho a Secretaria Municipal de Cultura realiza grande evento em alus&amp;atilde;o ao Dia Mundial do Rock, celebrado no dia 13. In&amp;uacute;meras atividades como shows, entrevistas especiais, debates e mostras cinematogr&amp;aacute;ficas integram um painel variado do que &amp;eacute; o estilo mais tocado do planeta. E o que &amp;eacute; melhor: com entrada franca ou a pre&amp;ccedil;os populares. Os espet&amp;aacute;culos acontecem no CCSP, Galeria Olido, nas Bibliotecas Tem&amp;aacute;ticas Cassiano Ricardo, Viriato Corr&amp;ecirc;a e  Roberto Santos e no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso.


&amp;lt;b&amp;gt;Sexta Sonora&amp;lt;/b&amp;gt;
Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso - Anfiteatro. Sextas, 20h. Zona Norte. Gr&amp;aacute;tis.
Thundervoltz: A hist&amp;oacute;ria musicada do rock | Dia 03
Escuta Apresenta: Bacantes | Dia 17
Gasolines | Dia 24
365 (Punk) | Dia 31 

&amp;lt;b&amp;gt;Sintonia do Rock&amp;lt;/b&amp;gt;
Centro Cultural S&amp;atilde;o Paulo - Sala Adoniran Barbosa. Centro. Retirar ingresso com 2 horas de anteced&amp;ecirc;ncia. 

Viva la woman | Dia 03, sex, 19h
Banda MIPV, Banda Old Truck e Andr&amp;eacute;a Martins.
R$14,00 

Viva la woman | Dia 04, s&amp;aacute;b, 19h
Banda The Biggs, Bandas Hellsakura e Lunettes.
R$14,00 

Nhocun&amp;eacute; Soul | Dia 05, dom, 18h
R$14,00
 
Nan&amp;aacute; Rizinni | Dia 10, sex, 19h
R$10,00 

Tuatha De Danann | Dia 11, s&amp;aacute;b, 19h; Dia 12, dom, 18h
R$15,00

Arco Duo | Dia 17, sex, 19h
R$1,00 

Banda Sudaca | Dia 18, sab, 19h
Abertura: Kelso e Inmotion.
R$12,00 

Tutti-Frutti | Dia 19, dom, 18h
R$15,00

Ricardo Bocci e Banda | Dia 24, sex, 19h
Abertura: Banda Ace 4 Trays.
R$15,00 

Copacabana Club | Dia 25, sab, 19h
R$15,00 

Tihuana | Dia 26, dom, 18h
R$15,00 

Dilei | Dia 31, sex, 19h
Abertura: Banda Sexto Grau.
R$4,00


&amp;lt;b&amp;gt;Show ao Meio-Dia&amp;lt;/b&amp;gt;
Centro Cultural S&amp;atilde;o Paulo - Sala Adoniran Barbosa. Centro. Sextas, 12h30. Gr&amp;aacute;tis.
Fa&amp;iacute;ska | Dia 03
Gaspa e os Alquimistas | Dia 10
Crazy Legs | Dia 17
Alex Valenzi &amp;amp; The Hideway Cats | Dia 24
Jaiz in 4 | Dia 31


CENTRO CULTURAL S&amp;Atilde;O PAULO
Rua Vergueiro, 1000 - Para&amp;iacute;so - S&amp;atilde;o Paulo - SP
[l]www.centrocultural.sp.gov.br[/l]</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1836&amp;t=mesdorocknocentroculturalsp</guid>
  <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:45:22 PDT</pubDate>
</item>

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  <title>Mutantes v&amp;atilde;o lan&amp;ccedil;ar novo &amp;aacute;lbum em breve </title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1835&amp;t=mutantesvaolancarnovoalbumembreve</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Mutantes2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Depois de 35 anos, vem a&amp;iacute; o nono &amp;aacute;lbum dos Mutantes.

Ele dever&amp;aacute; sair em Setembro.

O novo &amp;aacute;lbum contar&amp;aacute; com as participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Mike Patton, Tom Z&amp;eacute;, Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos.

O vocalista do Faith No More participa em “Dois Mil e Agarraum”, enquanto Jorge Ben Jor d&amp;aacute; voz &amp;agrave; “O Careca”.

Erasmo Carlos assina um dueto com Bia Mendes, em “Singing The Blue”.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1835&amp;t=mutantesvaolancarnovoalbumembreve</guid>
  <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 16:53:00 PDT</pubDate>
</item>

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  <title>Justin Timberlake vira garoto propaganda de perfume</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1834&amp;t=justintimberlakeviragarotopropagandadeperfume</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/JustinTimberlake-Divulg_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Justin Timberlake resolveu investir em outra &amp;aacute;rea al&amp;eacute;m da m&amp;uacute;sica. Ele agora &amp;eacute; o garoto propaganda da campanha do novo perfume da Givenchy: “Play”.

O cantor fez quest&amp;atilde;o de participar no desenvolvimento da fragr&amp;acirc;ncia, na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na arte visual do produto.
 
“Ele n&amp;atilde;o s&amp;oacute; participou da campanha, como de toda a concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fragr&amp;acirc;ncia”, explicou o presidente da Givenchy Parfums, Alain Lorenzo.
 
Em um comunicado oficial, Justin afirmou que o mais importante para ele foi participar do desenvolvimento do perfume e da arte final do projeto.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1834&amp;t=justintimberlakeviragarotopropagandadeperfume</guid>
  <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 16:46:43 PDT</pubDate>
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  <title>Dead Fish estr&amp;eacute;ia novo clipe no YouTube</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1833&amp;t=deadfishestreianovoclipenoyoutube</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/dead-fish_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Uma das maiores bandas de hardcore do Brasil, o Dead Fish estr&amp;eacute;ia essa semana o clipe de “Autonomia”, primeiro v&amp;iacute;deo extra&amp;iacute;do do &amp;aacute;lbum “Contra-Todos” (Deckdisc).

Dirigido por Flavio B&amp;aacute; e Tagori Mazzoni, o clipe, em anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foi inspirado na arte da capa, feita pelo pr&amp;oacute;prio Flavio Ba. &amp;quot;A id&amp;eacute;ia era usar o projeto gr&amp;aacute;fico do CD como ponto de partida pra contar uma hist&amp;oacute;ria sobre “controle x autonomia”. Ent&amp;atilde;o, seguindo a melhor tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o punk, a gente usou imagens apropriadas de publicidade antiga, restos de xerox, sujeira e afins para mostrar um cen&amp;aacute;rio ca&amp;oacute;tico, de consumo desenfreado e de idolatria num mundo prestes a acabar.” – explica o diretor.

Para o vocalista do Dead Fish, Rodrigo, “&amp;Eacute; o melhor registro visual da banda. Estamos muito felizes com o resultado”. – diz.

O Clipe de “Autonomia” entra no ar no canal da Deckdisc no YouTube ([l]www.youtube.com/deckdisc[/l]) a partir de amanh&amp;atilde;, dia 24 de junho.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1833&amp;t=deadfishestreianovoclipenoyoutube</guid>
  <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:14:17 PDT</pubDate>
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  <title>Cine Lan&amp;ccedil;a o CD de Estr&amp;eacute;ia, “Flashback”</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1832&amp;t=cinelancaocddeestreia%2C%93flashback%94</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/cine_thumb.jpg' align='right' width='60'/>“Deixe de lado a cara de mal, as roupas pretas e toda atitude malvada sempre associada ao roqueiros de antigamente. Hoje o rock &amp;eacute; colorido e atende pelo nome de CINE. O barulho gerado pela banda no ano de 2008 despertou interesse de jovens, m&amp;uacute;sicos e gravadoras. O Cine era o que estava acontecendo e n&amp;atilde;o demorou muito at&amp;eacute; esse grande &amp;quot;debut album&amp;quot;. “Flashback&amp;quot; &amp;eacute; um disco convicto, trabalho de uma banda que sabe muito bem o que est&amp;aacute; fazendo e onde est&amp;aacute; se metendo - afinal, n&amp;atilde;o &amp;eacute; f&amp;aacute;cil ser aceito no meio da cena roqueira em t&amp;atilde;o pouco tempo. O disco &amp;eacute; cheio de hits e ponto. Seria perda de tempo nomear o que poderia ser sucesso nas r&amp;aacute;dios, na Internet, na TV ou na cabe&amp;ccedil;a dos adolescentes. &amp;quot;Garota Radical&amp;quot; foi a faixa escolhida para come&amp;ccedil;ar os trabalhos, e mostra bem o que a banda se prop&amp;otilde;e a fazer. E como toda m&amp;uacute;sica ou qualquer coisa relacionada ao Cine, j&amp;aacute; &amp;eacute; sucesso absoluto na m&amp;iacute;dia nacional. O Cine &amp;eacute; realmente impressionante. Desde as camisetas ao disco, o grupo &amp;eacute; um fen&amp;ocirc;meno: &amp;eacute; bem pensado, bem tocado e bem produzido. Foi feito pra festa, pro carro, pro quarto. Pra meninos e meninas”. Eles est&amp;atilde;o falando sobre viver, sobre fazer festa, sobre como ser feliz - e eu duvido algu&amp;eacute;m ficar parado. E como diriam os meninos: dance e n&amp;atilde;o se canse”. Rodrigo Tavares (Fresno).

&amp;lt;b&amp;gt;A BANDA&amp;lt;/b&amp;gt; -- Eles s&amp;atilde;o jovens e t&amp;ecirc;m seus vinte e poucos anos. Nasceram nos anos oitenta e cultivam hoje em dia o gosto pela atmosfera daquela d&amp;eacute;cada. No visual, usam e abusam de roupas coloridas. Sempre com cal&amp;ccedil;as justas, camisetas apertadas, &amp;oacute;culos estilosos, faixas nos pulsos ou na cabe&amp;ccedil;a e t&amp;ecirc;nis vintage de canos longos nos p&amp;eacute;s. Sim, o look hypado em cores vibrantes chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas &amp;eacute; a sonoridade dos paulistanos DH (vocal), Dan (guitarra e programa&amp;ccedil;&amp;otilde;es), Dave (bateria), Bruno (baixo) e Dash (teclado e programa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) que imprime, de fato, as principais caracter&amp;iacute;sticas do per&amp;iacute;odo e, por conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, da musicalidade da banda CINE.

Com uma proposta pra l&amp;aacute; de dan&amp;ccedil;ante, o quinteto mergulhou nas mais diferentes influ&amp;ecirc;ncias nacionais e internacionais do cen&amp;aacute;rio musical para produzir um som pr&amp;oacute;prio e cheio de autenticidade. Batidas eletr&amp;ocirc;nicas incorporadas &amp;agrave; est&amp;eacute;tica de guitarras energ&amp;eacute;ticas, sintetizadores, vocal cheio de personalidade e letras que falam de dan&amp;ccedil;a, curti&amp;ccedil;&amp;atilde;o e noitadas traduzem o estilo “powerpop-rock-eletr&amp;ocirc;nico” de CINE. Uma banda que tem conquistado a passos largos o reconhecimento de seu p&amp;uacute;blico, que vai de adolescentes hist&amp;eacute;ricas por seus &amp;iacute;dolos pop &amp;agrave; mo&amp;ccedil;ada que curte se divertir e, &amp;eacute; claro, dan&amp;ccedil;ar, dan&amp;ccedil;ar e dan&amp;ccedil;ar.

&amp;lt;b&amp;gt;SUCESSO POR ONDE PASSA&amp;lt;/b&amp;gt;  --  Formada h&amp;aacute; pouco mais de dois anos (desde mar&amp;ccedil;o de 2007), o CINE j&amp;aacute; reuniu atributos e alcan&amp;ccedil;ou n&amp;uacute;meros expressivos que enriquecem sua recente biografia. Eles foram os primeiros m&amp;uacute;sicos nacionais a ultrapassar a marca de um milh&amp;atilde;o de execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es no MySpace; j&amp;aacute; entraram no topo da cena underground das regi&amp;otilde;es Sudeste e Sul do pa&amp;iacute;s; conquistaram um p&amp;uacute;blico cativo por todo Brasil gra&amp;ccedil;as ao mete&amp;oacute;rico alcance da internet; foram os escolhidos para abrir os shows dos atuais fen&amp;ocirc;menos teen McFly e Jonas Brothers, em maio deste ano, incluindo show no Morumbi para 45 mil pessoas; est&amp;atilde;o entre os finalistas para a categoria “Banda Revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o” do Pr&amp;ecirc;mio Multishow de M&amp;uacute;sica 2009, dentre outros feitos.

&amp;lt;b&amp;gt;1&amp;ordm; CD, “FLASHBACK”&amp;lt;/b&amp;gt;  --  Tantas conquistas em t&amp;atilde;o pouco tempo renderam &amp;agrave; CINE o reconhecimento da gravadora Universal Music, que assinou contrato com a banda no in&amp;iacute;cio deste ano e, agora em junho, lan&amp;ccedil;a ao mercado o &amp;aacute;lbum de estr&amp;eacute;ia “FLASHBACK”, com 13 faixas in&amp;eacute;ditas. O nome do CD &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de alus&amp;atilde;o e brincadeira com o fato deste tipo de som “oitentista” estar voltando &amp;agrave; tona aos palcos.

A aposta neste primeiro projeto “p&amp;oacute;s-fase independente” j&amp;aacute; pode ser comemorada. Os &amp;oacute;timos resultados do per&amp;iacute;odo underground continuam a render bons frutos nesta nova fase. O primeiro single do &amp;aacute;lbum “FLASHBACK”, Garota Radical, entrou nas paradas das principais r&amp;aacute;dios do pa&amp;iacute;s agora em junho. O videoclipe desta faixa alcan&amp;ccedil;ou marca superior a 100 mil visualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es em menos de duas semanas no Youtube. Os CDs colocados para ‘pr&amp;eacute;-vendas on line’ esgotaram-se rapidamente. Em paralelo ao lan&amp;ccedil;amento f&amp;iacute;sico nas lojas, CINE disponibilizou o &amp;aacute;lbum completo para audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em sua p&amp;aacute;gina oficial do MySpace. No primeiro dia, mais de setenta mil f&amp;atilde;s j&amp;aacute; acessavam o perfil da banda para conhecer, prestigiar e curtir a novidade.

&amp;lt;b&amp;gt;TURN&amp;Ecirc;&amp;lt;/b&amp;gt; --  E a maratona destes jovens n&amp;atilde;o para por a&amp;iacute;. Junto &amp;agrave; fase de lan&amp;ccedil;amento, a banda CINE d&amp;aacute; continuidade &amp;agrave; atribulada agenda de shows e percorre, inicialmente, as regi&amp;otilde;es Sul e Sudeste do pa&amp;iacute;s, onde j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m um p&amp;uacute;blico mais cativo. A ideia &amp;eacute; propagar seu som por diversas m&amp;iacute;dias e, com trabalho &amp;aacute;rduo e cont&amp;iacute;nuo, conquistar ainda mais adeptos. Para alcan&amp;ccedil;ar tal objetivo, os rapazes j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m feito a li&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casa desde o in&amp;iacute;cio da carreira: nos primeiros shows na Tribe House, em S&amp;atilde;o Paulo, nas primeiras m&amp;uacute;sicas apresentadas ao p&amp;uacute;blico como “Vem Aqui”, “Dezembro”, “Dance e n&amp;atilde;o se Canse”, “Se voc&amp;ecirc; quiser” e “Garota Radical”, no primeiro EP lan&amp;ccedil;ado na web “80’s”, nos primeiros apoios e parcerias como o da marca Levi’s e muito mais. Mal sabiam que era apenas o come&amp;ccedil;o!</description>
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  <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:14:05 PDT</pubDate>
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  <title>Os Paralamas do Sucesso no Citibank Hall</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=6&amp;a=1831&amp;t=osparalamasdosucessonocitibankhall</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/herbert-vianna_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Noite fria de sexta-feira, um bom p&amp;uacute;blico preencheu as mesas do Citibank Hall em S&amp;atilde;o Paulo para receber o in&amp;iacute;cio da turn&amp;ecirc; de “Brasil Afora”, novo &amp;aacute;lbum dos Paralamas do Sucesso. Com as cortinas do palco fechadas e muito dub (vertente eletr&amp;ocirc;nica do reggae) como som ambiente, o show teve in&amp;iacute;cio 50 minutos ap&amp;oacute;s o hor&amp;aacute;rio marcado, gerando grande expectativa nos presentes. Seguindo a linha de som que estava sendo tocado, o som da bateria de Jo&amp;atilde;o Baroni come&amp;ccedil;ou a tomar conta do lugar &amp;agrave; medida que as cortinas iam se levantando e revelando um palco extremamente colorido, com a banda j&amp;aacute; posicionada dava in&amp;iacute;cio ao espet&amp;aacute;culo.

Foi com os acordes de “Sem Mais Adeus” parceria da banda com Carlinhos Brown, que o show teve in&amp;iacute;cio; bem recebida pelo p&amp;uacute;blico, com um in&amp;iacute;cio baseado no andamento t&amp;iacute;pico de reggae, a m&amp;uacute;sica cresce com o tempo e se torna um &amp;oacute;timo e empolgante rock, o primeiro hit da noite foi “Dos Margaritas”, que foi tocada com um andamento muito mais pesado que de costume, algo que viria a predominar na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios cl&amp;aacute;ssicos da banda.

“P&amp;oacute;lvora” serviu de aperitivo para um dos maiores cl&amp;aacute;ssicos da banda, “O Beco”, destacando, pela primeira vez no show o caracter&amp;iacute;stico arranjo de instrumentos de sopro que acompanha a banda h&amp;aacute; tantos anos. Com “Ela Disse Adeus” e “Cuide Bem do Seu Amor”, al&amp;eacute;m do eterno hit “Romance Ideal”, m&amp;uacute;sicas j&amp;aacute; conhecidas do p&amp;uacute;blico nos &amp;uacute;ltimos anos, o espet&amp;aacute;culo crescia em vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o era dif&amp;iacute;cil ver manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es cada vez mais efusivas nas mesas do Citibank.

Com “Bora Bora” o show voltou a ganhar em velocidade, o som estava alto e muito bem equalizado, mantendo todo p&amp;uacute;blico presente sempre focao no palco. Mesmo trabalhando na divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo &amp;aacute;lbum, executando “Meu Sonho” e “A Lhe Esperar”, os Paralamas do Sucesso escolheram um set para fazer qualquer f&amp;atilde; mais saudosista n&amp;atilde;o ter do que reclamar. “Perplexo” e “Calibre” marcaram o momento mais pesado do show, mas o ponto alto viria na sequ&amp;ecirc;ncia, com a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de “Meu Erro”, que dispensa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mostra uma banda que sempre traz novidades em m&amp;uacute;sicas que, s&amp;oacute; pela sua introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fariam qualquer lugar vir abaixo, novamente destaque para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos instrumentos de sopro.

A partir da&amp;iacute; a banda se postou toda mais a frente do palco para execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas m&amp;uacute;sicas em formato semi-ac&amp;uacute;stico, &amp;eacute; quando o fundo colorido do palco cai e exibe agora um fundo em tons de marrom com clara men&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Nordeste, pois &amp;eacute; quando “Morma&amp;ccedil;o” (parceria com Z&amp;eacute; Ramalho), transitando entre o forr&amp;oacute; e o rock, &amp;eacute; executada, sendo seguida de Rio Severino.

“Caleidosc&amp;oacute;pio” foi executada com uma performance cheia de blues e com cita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Hebert ao estilo durante a letra; na sequ&amp;ecirc;ncia “Uns Dias” proporcionou um dos maiores pontos altos do show, primeiro pelo aspecto t&amp;eacute;cnico, com uma peformance irrepreens&amp;iacute;vel da banda, destaque para Jo&amp;atilde;o Baroni, mostrando o motivo de ser considerado um dos melhores do pa&amp;iacute;s, segundo pela participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico.

A banda &amp;eacute; apresentada e o primeiro cover da noite &amp;eacute; executado, trata-se de “O Vencedor”, m&amp;uacute;sica dos cariocas do Los Hermanos e que foi cantada pelo pr&amp;oacute;prio Baroni ao retornar para sua imensa bateria. “A Novidade” foi outro ponto alto do show, com uma longa introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e grande participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico.

A partir dali Hebert pediu que todos se levantassem e a festa, que j&amp;aacute; havia come&amp;ccedil;ado h&amp;aacute; tempos, ganhou em vibra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que todos se posicionaram a frente do palco para cantar com a banda hits como “Loirinha Bombril”, “Alagados” e “Uma Brasileira”, sequ&amp;ecirc;ncia que marcou o fim da primeira parte do show, a banda agradeceu muito e se retirou do palco. Poucos minutos depois, retornando para um bis recheado de cl&amp;aacute;ssicos, a banda abriu com a bel&amp;iacute;ssima “Lanterna dos Afogados”, seguida de outro cover, dessa vez de “Son&amp;iacute;fera Ilha” dos Tit&amp;atilde;s, “Ska” e “Vital e Sua Moto” deram n&amp;uacute;meros finais a uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o irrepreens&amp;iacute;vel, mostrando uma banda que parece n&amp;atilde;o esgotar sua criatividade.

A escolha certeira de um set list onde cl&amp;aacute;ssicos foram soberanos e executados sempre com novidades foi crucial para que m&amp;uacute;sicas do novo &amp;aacute;lbum ganhassem destaque na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tornando-se mais alegres e mostrando que a banda est&amp;aacute; em um &amp;oacute;timo momento. Come&amp;ccedil;a agora mais um novo ciclo na vida dos Paralamas do Sucesso, &amp;eacute; hora de levar esse grande espet&amp;aacute;culo “Brasil Afora”.</description>
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  <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 08:41:52 PDT</pubDate>
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  <title>Novo &amp;aacute;lbum do Limp Bizkit dever&amp;aacute; sair ainda este ano</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1830&amp;t=novoalbumdolimpbizkitdeverasairaindaesteano</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/limp_bizkit_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O Limp Bizkit dever&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ar um novo &amp;aacute;lbum ainda este ano.
 
A banda retornou aos palcos recentemente, mas o vocalista Fred Durst n&amp;atilde;o quer ficar trabalhando apenas com coisas do passado.

“Estamos juntando id&amp;eacute;ias e vamos come&amp;ccedil;ar a gravar agora”, disse.
 
“Estou muito entusiasmado, mais que em outros discos. Ser&amp;aacute; uma vers&amp;atilde;o ainda mais explosiva do Limp Bizkit” completou ainda Durst.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1830&amp;t=novoalbumdolimpbizkitdeverasairaindaesteano</guid>
  <pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:21:02 PDT</pubDate>
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  <title>Nine Inch Nails teriam encerrado a carreira. Ser&amp;aacute;? </title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1829&amp;t=nineinchnailsteriamencerradoacarreira.sera%3F</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/nine-inch-nails_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Provavelmente, o show do Nine Inch Nails, no festival de Bonnaroo, em territ&amp;oacute;rio norte-americano, tenha sido o &amp;uacute;ltimo da carreira da banda.
 
As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es teriam partido do pr&amp;oacute;prio Trent Reznor, que teria se retirado da m&amp;iacute;dia como forma de protesto contra “os idiotas”.

A “Associated Press” reproduziu as palavras do l&amp;iacute;der do grupo:

“Agora percebi que este &amp;eacute; o nosso &amp;uacute;ltimo show nos Estados Unidos. N&amp;atilde;o fiquem tristes. Eu vou continuar. Mas acho que vou enlouquecer se continuar fazendo isto (tocar ao vivo). Tenho que parar”, completou.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1829&amp;t=nineinchnailsteriamencerradoacarreira.sera%3F</guid>
  <pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:04:45 PDT</pubDate>
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  <title>The Salad Maker utiliza nova tecnologia para divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1828&amp;t=thesaladmakerutilizanovatecnologiaparadivulgacao</link>
  <description>The Salad Maker &amp;eacute; uma banda formada por brasileiros que moram em Londres, e no m&amp;ecirc;s passado eles vieram ao Brasil para gravar o primeiro disco, com produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Rafael Crespo (ex-Planet Hemp e ex-Polara).

Com apoio da Ideal Records, os caras inovaram na divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lan&amp;ccedil;amento desse disco, distribuindo adesivos por todas as ruas de Londres com c&amp;oacute;digos de barras que podem ser lidos com smartphones. Ao ler o c&amp;oacute;digo, o Myspace da banda j&amp;aacute; abre na hora no celular da pessoa, e ela sai ouvindo as m&amp;uacute;sicas sem pagar nada e sem precisar acessar mil links. Confira uma das fotos clicando aqui: [l]www.flickr.com/photos/idealshop/3641715723[/l]

Em breve disponibilizaremos mais fotos e v&amp;iacute;deos de pessoas interagindo com este c&amp;oacute;digo de barras. Enquanto isso, para ouvir o som do The Salad Maker, clique aqui: [l]www.myspace.com/thesaladmaker[/l]</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1828&amp;t=thesaladmakerutilizanovatecnologiaparadivulgacao</guid>
  <pubDate>Sat, 20 Jun 2009 09:46:46 PDT</pubDate>
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  <title>Blur de volta aos palcos</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1827&amp;t=blurdevoltaaospalcos</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/blur_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Apesar de ter sido uma das bandas mais celebradas da d&amp;eacute;cada de 90, o Blur resolveu voltar aos palcos em um local de menor express&amp;atilde;o.
 
Foi em Colchesrer, a 90 quil&amp;ocirc;metros de Londres, num lugar chamado “East Anglian Railway Museum”, bem perto do local onde a banda fez sua estr&amp;eacute;ia ao vivo.

L&amp;aacute; estava a fam&amp;iacute;lia, amigos e alguns felizardos que conseguiram um dos 150 ingressos.
 
O quarteto tocou durante cerca de duas horas as m&amp;uacute;sicas mais importantes de sua carreira.

O final da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feito com o &amp;eacute;pico “The Universal”, descrita como “enlouquecedora” e “emocionante”, segundo sites internacionais.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1827&amp;t=blurdevoltaaospalcos</guid>
  <pubDate>Sat, 20 Jun 2009 06:08:22 PDT</pubDate>
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  <title>Eminem anuncia retorno do D12</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1826&amp;t=eminemanunciaretornodod12</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/eminem_thumb.jpg' align='right' width='60'/>Em entrevista ao canal “Rap City”, o rapper Eminem anunciou a volta do grupo de hip-hop “D12”, e que eles dever&amp;atilde;o gravar um novo disco, ap&amp;oacute;s uma pausa de cinco anos.
 
Al&amp;eacute;m disso, ele comentou sobre o assassinato de um dos membros do grupo, o rapper Proof:

“Acredito que sou capaz de fazer m&amp;uacute;sica da mesma maneira que faria se Proof n&amp;atilde;o tivesse morrido”, afirmou.
 
“Eu e os outros caras do D12 temos uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, e tenho certeza que nosso retorno dar&amp;aacute; certo”, completou.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1826&amp;t=eminemanunciaretornodod12</guid>
  <pubDate>Sat, 20 Jun 2009 05:37:20 PDT</pubDate>
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  <title>Kid Vinil e seus discos</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=8&amp;a=1825&amp;t=kidvinileseusdiscos</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/kid-vinil2_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;lt;i&amp;gt;Confira a entrevista que Kid Vinil, comentarista da MTV, DJ e l&amp;iacute;der da extinta banda Magazine concedeu com exclusividade ao Music&amp;atilde;o. Fotos por Renato Bras.&amp;lt;/i&amp;gt;


&amp;lt;b&amp;gt;Em 2008 voc&amp;ecirc; lan&amp;ccedil;ou, pela Ediouro, o Almanaque do Rock, como foi o processo e o que voc&amp;ecirc; pode falar para todos que est&amp;atilde;o conhecendo ele pela primeira vez?&amp;lt;/b&amp;gt; 
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Na verdade esse foi um projeto que a editora me convidou, um dos editores da Ediouro me chamou, contou sobre alguns almanaques que j&amp;aacute; haviam sido lan&amp;ccedil;ados (N.R.: Almanaques do Rock Brasileiro) divididos por d&amp;eacute;cada de 80, 90... e me convidaram a fazer um contando sobre os &amp;iacute;cones do rock and roll, dando uma vis&amp;atilde;o minha e recomendando algumas coisas, a princ&amp;iacute;pio eu n&amp;atilde;o entendia muito bem o formato “almanaque”, no in&amp;iacute;cio eu at&amp;eacute; apanhei bastante, porque, normalmente, almanaque &amp;eacute; curiosidade, fofocas... o meu eu quis fazer did&amp;aacute;tico,  tanto que no fim precisei dar uma enxugada, retirar algumas coisas, porque n&amp;atilde;o cabia tudo, mas a proposta era realmente fazer algo did&amp;aacute;tico, sem nenhum conte&amp;uacute;do f&amp;uacute;til de nenhuma banda, at&amp;eacute; levantei v&amp;aacute;rias hist&amp;oacute;rias, mas no final eles optaram em usar uma coisa falando um pouco de cada banda e  conseguimos transform&amp;aacute;-lo nisso, as fotos foram todas retiradas de discos meus e eu tive uma liberdade grande pra fazer, uma pena que n&amp;atilde;o foi poss&amp;iacute;vel ser t&amp;atilde;o abrangente como eu queria, at&amp;eacute; porque n&amp;atilde;o caberia no livro, gosto de algumas coisas mais obscuras da d&amp;eacute;cada de 60, 70 e talvez isso n&amp;atilde;o gerasse uma expectativa por parte do p&amp;uacute;blico, ent&amp;atilde;o foi melhor trabalhar com os &amp;iacute;cones mesmo.

&amp;lt;b&amp;gt;Atualmente voc&amp;ecirc; tem feito shows com o Kid Vinil Xperience, o que &amp;eacute; esse projeto?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Exatamente, essa banda era basicamente o povo que tocava comigo no Magazine, depois mudaram, n&amp;oacute;s tocamos o repert&amp;oacute;rio do pr&amp;oacute;prio Magazine, mas tocamos tamb&amp;eacute;m covers, bandas como The Clash, Ramones, todas aquelas coisas que a gente gosta, &amp;agrave;s vezes algumas m&amp;uacute;sicas in&amp;eacute;ditas, a gente mistura tudo, &amp;eacute; um repert&amp;oacute;rio bem ecl&amp;eacute;tico, sempre voltado para o lado mais cl&amp;aacute;ssico do rock.

&amp;lt;b&amp;gt;Voc&amp;ecirc; foi guitarrista da banda punk AI-5 no in&amp;iacute;cio da carreira, uma das bandas seminais do punk nacional, de l&amp;aacute; para c&amp;aacute;, qual sua opini&amp;atilde;o sobre o estilo no Brasil? Voc&amp;ecirc; acha que o punk hoje sofre uma repress&amp;atilde;o maior pelos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Sim, fui guitarrista do AI-5, inclusive a m&amp;uacute;sica John Travolta foi regravada pelo Ratos de Por&amp;atilde;o em um tributo aos grandes cl&amp;aacute;ssicos do punk nacional, mas o punk, tanto aqui como l&amp;aacute; fora, evoluiu muito, desde essa influ&amp;ecirc;ncia do pop, todas as tend&amp;ecirc;ncias que foram surgindo, elas mudaram bastante o estilo, at&amp;eacute; mesmo naquelas bandas mais radicais, existem algumas bandas atuais que eu gosto muito, claro que algumas s&amp;atilde;o mais obscuras, mas o pr&amp;oacute;prio Jay Reatard eu acho muito bom, come&amp;ccedil;ou com uma pegada bem agressiva, mas agora ele j&amp;aacute; &amp;eacute; pop, ele foi punk no come&amp;ccedil;o, a&amp;iacute; a Matador Records &amp;lt;i&amp;gt;(N.R.: gravadora famosa nos EUA e Europa por contar com os maiores nomes da cena alternativa)&amp;lt;/i&amp;gt; transformou ele em um astro. &amp;Eacute; diferente, eu gosto das Vivian Girls, que &amp;eacute; uma bandas de meninas de punk, mas que, de repente, elas podem virar uma The Runaways, uma banda maiorzinha. No geral &amp;eacute; assim, a maioria das bandas come&amp;ccedil;a com uma pegada mais punk, mas com o passar do tempo, quando tornam-se conhecidas, acabam trazendo essa sonoridade pop pra dentro dela. No rock nacional acho que pior ainda, porque voc&amp;ecirc; ouve o NX Zero, que n&amp;atilde;o tenho nada contra, mas que &amp;eacute; chamado de punk rock, e voc&amp;ecirc; sabe que &amp;eacute; totalmente diferente do que era o C&amp;oacute;lera, acho que a f&amp;oacute;rmula se diluiu, existem bandas daquela &amp;eacute;poca que ainda existem e se mant&amp;eacute;m extremamente fi&amp;eacute;is, caso do Invasores de C&amp;eacute;rebro, mas tornaram-se totalmente underground.

<img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/kid-vinil1_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;lt;b&amp;gt;Voc&amp;ecirc; &amp;eacute; um grande f&amp;atilde; do The Clash, inclusive conseguiu v&amp;ecirc;-los ao vivo, depois de tanta coisa, voc&amp;ecirc; pode considerar esse o show da sua vida? Existe alguma banda na atualidade que voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o tenha visto e gostaria muito?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Sim, vi o Clash em Leeds na turn&amp;ecirc; do London Calling, pra mim &amp;eacute; o grande show a ser lembrado, &amp;eacute; uma banda que sempre representou muito pro mim, talvez se tivesse visto um show dos Beatles, mas &amp;agrave;s vezes eu penso nisso, eles pararam de tocar porque n&amp;atilde;o tinham mais condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comportar uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o havia aparelhagem suficiente, ent&amp;atilde;o nem sei se um show dos Beatles seria realmente bom de ver, talvez igual aquele no telhado do Abbey Road (risos), a&amp;iacute; sim o sonho seria completo, mas consegui ver todos os grandes nomes do punk, o Buzzcoks, Shawn 69, Sex Pistols, Stiff Little Fingers, acho que n&amp;atilde;o existe nenhum nome que eu tenha realmente esperado e n&amp;atilde;o tenha conseguido ver daquilo que eu gostasse. Das bandas novas n&amp;atilde;o existe nada que realmente cause aquela vontade, claro que voc&amp;ecirc; ouve algumas coisas mais obscuras e pensa “poxa, deve ser legal ao vivo”, bandas legais como o Rocket from the Crypt eu consegui ver l&amp;aacute; fora na &amp;eacute;poca, foi legal, existem algumas bandas boas hoje, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada que eu pensasse ser imprescind&amp;iacute;vel, o Soft Pack, que &amp;eacute; uma banda nova, eu estou apostando muito nela e gostaria muito de v&amp;ecirc;-los ao vivo, existe uma outra chamada Chapman Family, que est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando e eu gostei muito, na verdade eu gostaria de ver essas bandas que est&amp;atilde;o come&amp;ccedil;ando, at&amp;eacute; pra ver o embri&amp;atilde;o disso tudo.

&amp;lt;b&amp;gt;Falando de reuni&amp;atilde;o de bandas, o Blur est&amp;aacute; voltando agora ap&amp;oacute;s 10 anos, o pr&amp;oacute;prio Sisters of Mercy voltou de uma reuni&amp;atilde;o e veio de novo ao Brasil, algumas bandas da d&amp;eacute;cada de 70, 80 voltaram, como voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; isso? D&amp;aacute; pra esperar algo legal ainda dessas bandas?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Olha, eu acho bacana, mas no caso do Sisters of Mercy, eu gosto demais da banda, mas no caso do Andrew &amp;lt;i&amp;gt;(N.R.: vocalista do Sisters of Mercy)&amp;lt;/i&amp;gt;, n&amp;atilde;o existe mais nada a acrescentar, de vez em quando ele acha que precisa levantar uma grana, pega qualquer m&amp;uacute;sica e gera aquela imensa expectativa no f&amp;atilde;, que v&amp;ecirc; como a oportunidade de ver as bandas que gostou durante a vida, a&amp;iacute; ele n&amp;atilde;o faz a menor quest&amp;atilde;o de agradar o p&amp;uacute;blico, os f&amp;atilde;s ficam na maior apreens&amp;atilde;o de um disco novo... acho isso um pouco de sacanagem. No caso do Blur &amp;eacute; um pouco diferente, eu acho o Damon Albarn um cara inteligent&amp;iacute;ssimo, aqueles projetos dele, o The Good, The Bad and The Queen e o Gorillaz s&amp;atilde;o muito bons, ent&amp;atilde;o eu acredito que ele possa fazer uma coisa legal ainda, o pr&amp;oacute;prio Graham Coxon tamb&amp;eacute;m tem discos bons, a t&amp;iacute;tulo de Blur eu acho que pode render algo sim, mas tamb&amp;eacute;m pode decepcionar, o The Verve mesmo, que &amp;eacute; uma banda que eu adoro, voltou e lan&amp;ccedil;ou um disco que n&amp;atilde;o &amp;eacute; exatamente ruim, mas podia ser melhor, &amp;eacute; diferente daquilo que foi a primeira e a segunda fase deles. 

&amp;lt;b&amp;gt;Kid, no in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada voc&amp;ecirc; foi diretor da gravadora Trama e respons&amp;aacute;vel direto por diversos lan&amp;ccedil;amentos aqui, al&amp;eacute;m de v&amp;aacute;rios shows inimagin&amp;aacute;veis naquela &amp;eacute;poca, existe algo que voc&amp;ecirc; tentou muito fazer com que viesse pra c&amp;aacute; e n&amp;atilde;o conseguiu?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; A &amp;eacute;poca da Trama foi legal, conseguimos lan&amp;ccedil;ar muita coisa da Matador Records, lan&amp;ccedil;amos o primeiro disco do Franz Ferdinand aqui, coisas do Yo La Tengo, conseguimos trazer v&amp;aacute;rios bons shows pra c&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m, o Belle and Sebastian, Sigur R&amp;oacute;s, Grandaddy... mas eu queria muito ter trazido o Pavement, n&amp;oacute;s conseguimos trazer o Stephen Malkmus (vocalista do Pavement) para alguns shows, eu vi eles l&amp;aacute; fora e adorava os shows deles, acho que foi uma banda que eu queria muito ter trazido, mas infelizmente n&amp;atilde;o deu certo, o Guided By Voices foi uma banda que eu gosto muito e poderia ter trazido, a gente at&amp;eacute; gravou uma m&amp;uacute;sica que vai sair em um tributo a eles!

&amp;lt;b&amp;gt;Na &amp;eacute;poca do Kid Vinil e os Her&amp;oacute;is do Brasil voc&amp;ecirc; tocou com grandes nomes da m&amp;uacute;sica brasileira, caso da Rita Lee, outro nome foi Andr&amp;eacute; Christovan, guitarrista de blues, qual sua liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o com blues naquela &amp;eacute;poca e hoje?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Eu sou um grande f&amp;atilde; de blues, gosto muito, sempre gostei, n&amp;atilde;o sou aquele profundo conhecedor, mas sou um admirador, eu gosto muito de John Mayall, os &amp;aacute;lbuns dele da d&amp;eacute;cada de 70 s&amp;atilde;o verdadeiras obras de arte, mas hoje &amp;eacute; um problema, na verdade acho que o m&amp;uacute;sico chega uma hora que se desgasta tamb&amp;eacute;m, adoro Eric Clapton no Cream, nos primeiros &amp;aacute;lbuns solo, mas hoje ele &amp;eacute; um senhor que toca guitarra, diferente, n&amp;atilde;o &amp;eacute; igual, o pr&amp;oacute;prio Santana era maravilhoso no come&amp;ccedil;o, mas depois criou um “Santana Convida”, todos mudam, o pr&amp;oacute;prio Jeff Beck caiu pro jazz, que &amp;eacute; legal, mas &amp;eacute; diferente daquilo que consagrou todos eles, acabam dirigindo a carreira deles pra outros rumos, at&amp;eacute; por causa da popularidade, no caso do Jeff Beck voc&amp;ecirc; v&amp;ecirc; que &amp;eacute; um cara inteligent&amp;iacute;ssimo, ele tocou no disco do Morrissey e a parceira foi super bem-sucedida.

<img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/kid-vinil3_thumb.jpg' align='right' width='60'/>&amp;lt;b&amp;gt;Voc&amp;ecirc; apresentou o Lado B e outro programas de TV, voc&amp;ecirc; sente falta de fazer isso? Acha que a TV acabou se fechando mais pra m&amp;uacute;sica de anos pra c&amp;aacute;?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Eu sempre adorei fazer TV, queria muito voltar a fazer, mas voltar com algo legal, algo tipo o Lado B, uma coisa que me desse liberdade igual o pr&amp;oacute;prio blog que eu tenho na MTV, de ter a liberdade de colocar o que eu quiser, o meu gosto pessoal, tanto que at&amp;eacute; destoa o conte&amp;uacute;do que eu publico l&amp;aacute;, eles aparecem falando do Jonas Brothers e eu entro falando de Manic Street Preachers (risos), que &amp;eacute; uma coisa conhecida, mas para o p&amp;uacute;blico mais pop soa totalmente distante, mas de qualquer forma &amp;eacute; algo diferente, eles poderiam transformar isso em um espa&amp;ccedil;o na TV. Hoje a TV n&amp;atilde;o tem mais abertura, mas h&amp;aacute; alguns anos o rock era popular, ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; tocava em qualquer programa de televis&amp;atilde;o, hoje est&amp;aacute; muito mais underground, mas &amp;eacute; coisa de momento, outra hora o rock pode voltar a ser popular e voltar a aparecer mais.

&amp;lt;b&amp;gt;A figura Kid Vinil &amp;eacute; uma das mais lembradas pelo p&amp;uacute;blico como representante da d&amp;eacute;cada de 80, hoje pegamos v&amp;aacute;rias bandas que, independente do estilo, s&amp;atilde;o lembradas unicamente por serem da d&amp;eacute;cada de 80, voc&amp;ecirc; acha que esse r&amp;oacute;tulo comprometeu a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas bandas e do rock nacional como um todo?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Esse &amp;eacute; um grande problema, essa coisa de “anos 80” ficou muito marcada, os revivals todos, e viajo o Brasil inteiro com essas hist&amp;oacute;rias de shows, festas dos anos 80. Abriu um espa&amp;ccedil;o de shows absurdo, &amp;eacute; engra&amp;ccedil;ado, virou uma febre, a gente pensou que ia durar um, dois anos, mas ficou! Tudo bem, estamos trabalhando, &amp;oacute;timo, mas ficou o r&amp;oacute;tulo, n&amp;atilde;o tem jeito, parece existir um carimbo sobre a gente escrito “d&amp;eacute;cada de 80”, por um lado eu n&amp;atilde;o acho isso t&amp;atilde;o mal, eu estava pensando esses dias “e o carimbo anos 90?”, ele n&amp;atilde;o existe, talvez por marcarmos tanto uma &amp;eacute;poca, existiram v&amp;aacute;rias banda que apareceram a desapareceram no meio da d&amp;eacute;cada de 90 e ainda tocam, mas ficaram esquecidas, caso do Surto, Virgul&amp;oacute;ides, v&amp;aacute;rias outras. Eu fico pensando se daqui 10 anos elas v&amp;atilde;o ser resgatadas, se vai haver um revival dos anos 90 tamb&amp;eacute;m, grande parte dessas bandas toca hoje em bares. Acho que por marcar uma &amp;eacute;poca n&amp;atilde;o existe como fugir do r&amp;oacute;tulo, &amp;eacute; como Jovem Guarda, n&amp;atilde;o tem como fugir disso, &amp;eacute; Jovem Guarda e acabou, hoje mesmo, o NX Zero mesmo marcou esses anos, daqui 20 anos podem n&amp;atilde;o existir mais emos, a banda pode fazer muita coisa diferente nesse per&amp;iacute;odo, mas sempre ser&amp;atilde;o taxados de emo. Outros estilos tamb&amp;eacute;m como o grunge, &amp;eacute; grunge e pronto, ficou marcado.

&amp;lt;b&amp;gt;Falando em movimentos, o grunge foi o grande nome da d&amp;eacute;cada de 90, voc&amp;ecirc; acredita que a &amp;uacute;ltima grande virada da m&amp;uacute;sica tenha sido o surgimento dos Strokes?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Ali no fim da d&amp;eacute;cada de 90 mesmo os Strokes j&amp;aacute; foram um marco do chamado “novo rock”, foi sem d&amp;uacute;vidas um divisor de &amp;aacute;guas, &amp;eacute; o que marcou essa &amp;eacute;poca, hoje em dia a gente tem a new rave, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; derivado do rock, &amp;eacute; mais da m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica que foi tendo suas ramifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acho que tem muito a ver com a pr&amp;oacute;pria new wave, caso de Human League, Talking Heads, &amp;eacute; tudo refer&amp;ecirc;ncia desse povo hoje. Hoje escuto um monte de bandas novas e penso “essa &amp;eacute; Talking Heads, essa &amp;eacute; Devo”, o pr&amp;oacute;prio Foals e o Rapture s&amp;atilde;o Talking Heads puro.

&amp;lt;b&amp;gt;E era dfi&amp;iacute;cil conseguir material dessas bandas naquela &amp;eacute;poca?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; Era complicado, voc&amp;ecirc; s&amp;oacute; conseguia com quem viajava, aquela coisa toda, engra&amp;ccedil;ado que um colega nosso era comiss&amp;aacute;rio de bordo e tinha uma loja chamada Bossa Nova, e no momento ele era o cara que me trazia tudo e depois montou a loja, ent&amp;atilde;o era um desespero, por exemplo os 12” dos Smiths, lembro quando chegou Panic, The Boy With The Thorn In His Side, meu, tinha nego que se quebrava na loja porque ele trazia uma, duas c&amp;oacute;pias s&amp;oacute;, a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Estados Unidos era um pouco mais f&amp;aacute;cil, mas da Europa era super complicado.

&amp;lt;b&amp;gt;Daqui pra frente, o que podemos esperar de voc&amp;ecirc; Kid? Existem planos para o futuro?&amp;lt;/b&amp;gt;
&amp;lt;b&amp;gt;Kid Vinil:&amp;lt;/b&amp;gt; (risos) Estamos aqui pro que der e vier, n&amp;atilde;o existe nada que eu queira fazer exatamente, a Ediouro teve a id&amp;eacute;ia de criar um livro falando do rock nacional da d&amp;eacute;cada de 50 pra c&amp;aacute;, e vai ser muito complicado, eu estou ensaiando, mas &amp;eacute; complicado, eu gosto muito do rock brasileiro dessa d&amp;eacute;cada pra c&amp;aacute;, curto v&amp;aacute;rias coisas, mas &amp;eacute; muita coisa, &amp;eacute; um trabalho de pesquisa absurdo, &amp;eacute; um projeto deles, est&amp;atilde;o cobrando, mas &amp;eacute; algo que tem que ser feito devagar, &amp;agrave;s vezes eu tamb&amp;eacute;m sou pregui&amp;ccedil;oso (risos), n&amp;atilde;o d&amp;aacute; pra ficar o dia inteiro no computador escrevendo sem parar, pesquisando, porque n&amp;atilde;o podemos deixar passar datas, sair alguma besteira, &amp;eacute; complicado, mas eu vou tentar!!</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=8&amp;a=1825&amp;t=kidvinileseusdiscos</guid>
  <pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:27:18 PDT</pubDate>
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  <title>Cachorro Grande lan&amp;ccedil;a &amp;aacute;lbum no “My Space”</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1824&amp;t=cachorrograndelancaalbumno%93myspace%94</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/Cachorro_Grande_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O MySpace, mais uma vez, &amp;eacute; palco virtual de um grande lan&amp;ccedil;amento. A banda ga&amp;uacute;cha Cachorro Grande disponibilizou em seu perfil oficial no portal as faixas do novo disco “Cinema” (Deckdisc), que ser&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ado semana que vem. O Cachorro Grande colocou no ar todas as novas m&amp;uacute;sicas da banda, al&amp;eacute;m de v&amp;iacute;deos e agenda de shows.

“Cinema” (Deckdisc) foi produzido por Rafael Ramos e gravado em Porto Alegre com equipamentos anal&amp;oacute;gicos. As m&amp;uacute;sicas t&amp;ecirc;m influ&amp;ecirc;ncia do rock dos anos 70 e de bandas como Led Zeppelin, Jetrho Tull e Pink Floyd. &amp;Eacute; um disco de space rock, o trabalho mais aprumado em termos de som”, descreve Marcelo Gross, guitarrista.

Perfil oficial do Cachorro Grande: [l]www.myspace.com/cachorrogrande[/l]</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=5&amp;a=1824&amp;t=cachorrograndelancaalbumno%93myspace%94</guid>
  <pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:12:07 PDT</pubDate>
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  <title>Willie Nelson de volta aos est&amp;uacute;dios</title>
  <link>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1823&amp;t=willienelsondevoltaaosestudios</link>
  <description><img src='http://www.musicao.com.br/siteadmin/uploads/WillieNelson_thumb.jpg' align='right' width='60'/>O cantor norte-americano Willie Nelson, dever&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ar um novo disco de cl&amp;aacute;ssicos, no pr&amp;oacute;ximo dia 25 de agosto.

“American Classic” chegar&amp;aacute; &amp;agrave;s lojas para suceder “Stardust”, de 1978.
 
M&amp;uacute;sicas “Fly Me To The Moon”, “Ain`t Misbehavin” e “Since I Fell For You” fazem parte do novo trabalho.

O novo &amp;aacute;lbum tamb&amp;eacute;m contar&amp;aacute; com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Norah Jones, em “Baby It`s Cold Outside”, e Diana Krall em “If I Had You”.</description>
  <guid>http://www.musicao.com.br/noticia.php?c=4&amp;a=1823&amp;t=willienelsondevoltaaosestudios</guid>
  <pubDate>Wed, 17 Jun 2009 16:26:55 PDT</pubDate>
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