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Entrevista: Fedde Le Grand

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Publicada em 08, Nov, 2010 por Anderson Oliveira


Uma das principais atrações do UMF, Fedde é mundialmente conhecido por suas mixagens e falou com exclusividade ao Musicão sobre seu set no festival, sua carreira e influências.

Musicão: Fedde, você já se apresentou recentemente no país em clubs e festas fechadas, o que podemos esperar desse set no UMF?
Fedde Le Grand: Realmente é diferente, são outras circunstâncias e a ideia é que seja um set mais pesado, dançante, quando toco em clubs menores eu posso experimentar algumas coisas e ver o que funciona ou não, tocando na Carl Cox Arena eu preciso manter a empolgação do público alta e clássicos não vão faltar para isso.

Musicão: Você é dono de um selo de música eletrônica, como é lidar com a distribuição do material e a pirataria?
Fedde Le Grand: Ainda é complicado, o público não tem muito definido como é comprar música digital e isso ainda é confundido com pirataria, no meu caso, tenho que tomar muito cuidado com os lugares onde vou distribuir minha música e seu retorno, já que podemos ter problemas com pessoas que possam vir a distribuir meu material sem autorização, estamos em um momento de transição na música e é nebuloso afirmar qualquer coisa, mas o importante é que estamos produzindo e isso é sempre bom para a música.

Musicão: A música eletrônica é, provavelmente, o estilo musical com mais vertentes, mas quando falamos de influências, quais nomes são sua referência?
Fedde Le Grand: Indiscutivelmente o funk da década de 60 e 70, James Brown, Funkadelic, Bootsie Collins, é o tipo de som que praticamente foi o embrião da música eletrônica, claro que todos os movimentos são influências, mas esse tipo de som foi importante para que tudo viesse a ser como é hoje.

Musicão: Uma das características mais comuns da música eletrônica na atualidade é se fundir a outros estilos, principalmente ao rock e vice-versa, como você avalia tudo essa influência de ambos os estilos?
Fedde Le Grand: É sempre interessante para a música e o público essa homegeneidade, eu trabalhei com diversos artistas e existem aqueles que se destacaram mais em minhas produções. Gostei muito de trabalhar com o Everything But The Girl em Missing e muitos outros artistas, mas acredito que seja muito mais prazeroso remixar, é o que faço melhor, nunca fui tão fã de sentar e começar a produzir, programar música, gosto de tocar, sentir a energia do público e vê-lo dançar mas também desempenho projetos fora disso, um deles é com um artista alemão, onde estamos realizando uma boa mistura e em breve teremos novidades.


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