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Best of Blues and Rock agita o Auditório Ibirapuera em São Paulo

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Publicada em 07, Jun, 2023 por Marcia Janini


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Nos dias 2, 3 e 4 de junho, o Auditório localizado no Parque Ibirapuera recebeu muitas atrações dos segmentos musicais do rock e do blues para a décima edição do festival.

O primeiro dia da décima edição do Best of Blues and Rock (02/06) recebeu a jovem banda Malvada, composta apenas por mulheres, que subiu ao palco por volta das 17h10.

Após a animada releitura para "Esse Tal de Rock´n Roll", em tributo à cantora Rita Lee, recentemente falecida, as talentosas garotas emplacam a rock ballad "Quem Vai Saber?", traduzindo paletadas vigorosas e rascantes do violão de aço, na junção com a bateria de Juliana Salgado, suavizada no acompanhamento.

Em mais uma inspirada releitura, surge "Summertime", homenageando Janis Joplin, onde o vocal cheio de vitalidade de Angel Sberse se sobrepõe ao instrumental de acompanhamento suave.

Momento importante do show, "Perfeito Imperfeito" traduz para a inteligente letra repleta de jogos de palavras, na cadência gostosa do pop rock, a junção com o dedilhado ágil da guitarra de Bruna Tsuruda e a bateria de condução firme, em mais um ponto alto da apresentação das garotas.

Densa, "Mais um Gole" traz a guitarra rascante e o bom baixo de Marina Langer em doom, blueseiro. Cadenciada, a bateria cresce em conversões precisas para o andamento ralentado, apoiando a força do refrão.

Subindo ao palco por volta das 19h00, o Extreme inicia sua apresentação ao som de "Decadence Dance" trazendo a guitarra em riffs altos nos intensos dedilhados, no clássico andamento do hard rock. Cadenciada a bateria encontra apoio na resposta precisa do baixo em doom de Patrick Badger...

"Rise", mais uma deliciosa canção hard/heavy, traz o galope das guitarras encadeadas em dedilhados ágeis e complexos, aliada à firmeza da bateria de Kevin Figueiredo e ao baixo no contraponto.

Pedais de efeito ampliam o som meteórico da guitarra de Nuno Bettencourt para a introdução de "It´s a Monster)" uma canção fluida, descontraída, flertando com o pop, trazendo esparsos elementos da dançante disco/ soul no grooveiro baixo, que permeia a melodia com graça e precisão ímpares. Grande momento da apresentação!!!

Trazendo os violinos introdutórios em sampler, que se abrem para o forte dedilhado da guitarra, surge "Rest in Peace" um grande hit da banda...

Para o intenso diálogo entre guitarra e baixo na introdução, em rascantes precisos surge o hit "Am I Ever Gonna Change" uma balada, que contou com inspirada interpretação de Gary Cherone, explorando bons recursos em seu vocal diferenciado... Trazendo o delicado acento country nas conversões ao refrão, a melodia experimenta ares pautados no soft rock, em arranjos simples, porém de grande beleza estética. Diferenciados os riffs rascantes das guitarras em diálogo com a bateria na finalização abordam desenhos melódicos arrojados e encerram mais um ponto alto da apresentação. Amazing!

Outra canção super divertida traz o hard heavy dinâmico das guitarras... Em vocalizes intensos, "Banshees" ambienta a ousada letra, traduzindo mais um importante e descontraído momento do show, emendando com "We Will Rock You" como música incidental para o fraseado rápido de Gary, onde descontração e técnica se aliam, fazendo deste um momento especial do show... Great!

O inspiradíssimo solo de Nuno Betencourt no violão de aço para "Midnight Express", explorando sonoridade baseada nos cantes aflamengados andaluzes, apresenta com precisão técnica e agilidade os solapados das tonás e seguidillas em andante, com uma roupagem totalmente atual.

Na sequência, a execução da icônica balada "More Than Words", grande sucesso nos anos 90, trouxe o mais importante momento de sinergia com o público, entoando em apaixonado coro uníssono a letra da canção. Lindo momento!

Após o solo da bateria de Kevin Figueiredo explorando linha groove em meio aos vocalizes de Cherone, guitarra e baixo ascendem explorando sonoridade pautada no soul/funk para "Cupid´s Dead" uma deliciosa e dançante canção.

Próximo aos momentos finais de sua passagem pelo palco, o Extreme executa o grande hit "Hole Hearted", para mais um momento de identificação entre fãs e banda. Amazing!!!

Subindo ao palco por volta das 20h30, Tom Morello e banda iniciam sua apresentação ao som da densa "One Man Revolution", canção de letra crítica, na cadência do hardcore, com efeitos especiais nos pedais da guitarra e bateria cadenciada.

Explorando a sonoridade old school do hard rock na introdução para "Let´s Get the Party Started" o fraseado vocal ágil e a bateria alquebrada em conversões precisas aponta para uma interessante aura de modernidade na melodia.

Em sonoridade malemolente na bateria, com rascantes acordes da guitarra "Hold the Line", permeada com propriedade pelo baixo grooveiro, denota a interessante fusion entre o rock e as sonoridades street. Pedais de efeito criam efeitos robóticos nos acordes solapados da guitarra, em resposta ao preciso baixo em doom... Bom momento do show!

Trazendo o potente baixo em doom na introdução, a encorpada melodia do medley entre "Bombtrack/ Know Your Enemy/ Bulls on Parade/ Guerilla Radio/ Sleep Now in the Fire" na cadência do hardcore, ascende para uma fusão entre o punk e o soul. Os pedais wah trabalham na distorcida sonoridade da guitarra na junção com a bateria em crescendo, trazendo intensas variações dinâmicas, para a improvisada jam session. Great!

Homenageando o amigo Chris Cornell com a canção "Like a Stone" (Audioslave), surge uma inspirada performance de Morello, seguida pela blueseira jam session, onde sua guitarra soa fluida, em diálogo intrincado com o baixo. Em dinâmica performance, a bateria segue afretando em uma condução voltada ao groove... Perfeito!

O potente duo de guitarra rítmica e melódica apoia com brilhantismo a execução da dançante "Voodoo Child", em uma releitura ousada para o clássico de Jimi Hendrix apresentando no soul/groove a ascendência na disco, com esparsas pitadas de pop. Deliciosa e malemolente, a descontraída canção apresenta diferencial na linear apresentação.

Blueseira, a guitarra surge em preciosos dedilhados introdutórios, acompanhada pela forte percussão da bateria em andamento ralentado. Traduzindo esparsos elementos do progressive rock em seu bojo, a melodia traz uma interessante fusão com o indie em "Gossip".

Além destas canções, "Secretariat", "Keep Goin", "Vigilante Noturno" e a clássica "Killing in the Name" (Rage Against the Machine), constaram do set list, que privilegiou vários momentos da carreira de Morello.

Subindo ao palco do segundo dia de festival, a ensolarada tarde de sábado, 3 de junho, por volta das 16h00, o cearense Artur Menezes traz seu forte instrumental pautado no blues clássico, com aquela charmosa pitada de brasilidade.

A música "Northeast" apresentada, na forte cadência da jazz fusion com o nosso nordestino baião, marca um ponto forte da apresentação, com andamento bem marcado pela exímia condução da bateria...

Na sequência, o blues clássico de "Devil´s Own" surge traduzindo um pouco da extrema habilidade da guitarra, em arranjos únicos e de extrema beleza, no diálogo com a bateria firme, contundente e o baixo em doom.

Traduzindo elementos de jazz, em uma aura mais descontraída, a roqueira "Fading Away" também aponta momentos de brilhantismo na apresentação, em uma condução em tudo perfeita, em meio a arranjos de média complexidade.

A blueseira "Free at Last", traz os vigorosos arranjos do baixo no contraponto, auxiliando na manutenção do cadenciado explorado pela bateria, contundente e firme... Apoiada pelo baixo, a bateria surge em riffs rascantes, permitindo esparsos dedilhados nas conversões. No vocal, o belt drive de um timbre seguro, marcante, traduzindo toda uma roupagem soul à composição. Genial!

Subindo ao palco por volta das 17h00 a Nu Blu Band chega trazendo seu soul/funk de linhas arrojadas e clássicas, num show de extrema técnica e personalidade.

Primeira canção apresentada "That´s What Makes the Bluegrass Blue" traz o delicioso groove em uma canção alegre, divertida... Nota para os solapados da guitarra, aliadas à potência do baixo e aos incríveis vocais, fluidos de Carlise Guy.

"Every Shade of Blue", um clássico blues, mostra a enorme versatilidade dos músicos, em arranjos extremamente técnicos e de grande beleza e complexidade.

"Blueridge Mountain Snow" faz um mix de estilos em uma interessante fusion entre soul, funk e jazz... Importante o belíssimo solo da guitarra de Mark Maddox em um dos mais impactantes momentos de sua performance. A bateria também brilha em sua firme condução. Amazing!

A balada soul "Without a Kiss" traz o perfeito vocal de Carlise em vocalizes e solfejos perfeitos, onde percebemos a grandiosidade de seu timbre diferenciado em modulações ímpares. Mais um brilhante momento da guitarra que emoldura com propriedade o vocal.

Grooveira, "That Road" traz no acento dos vocais toda a potência da soul music, explorando fraseado vocal cheio de malemolência e requinte... O baixo surge em seu grande momento, permeando a melodia em resposta à bateria, explorando sonoridade criativa. Cheio de bossa, o piano em solo nas conversões ao refrão traz em seus arranjos standard dose extra de charme à composição!!! Elegante!!!

Em mais uma soul ballad com acentos no funk, "Good Hearted Woman" (releitura para a canção de Willie Nelson) a backing vocal floresce nos vocais principais, tendo a participação de Carlise Guy na segunda voz, em uma inspirada interpretação. Melodiosa, a guitarra explora lirismo em dedilhados de rara beleza. No acompanhamento suavizado, a bateria constante de Dan Henley afreta nos refrões, tendo o baixo em dub step no contraponto! Em suavidade, os teclados ambientam a forte aura de romantismo em acordes preciosos! Fantástico!

Dançante, na cadência da disco, bem pontuada pelo preciso baixo, a execução do grande hit "I´ll Be Around" (The Spinners) apresenta um dos pontos mais importantes do show, na intensa sinergia palco/platéia.

Homenagendo o soul man James Brown surge a inspirada releitura para "(Get Up) Like a Sexy Machine", no descontraído clima de jam session. Mais uma vez em performance arrebatadora, o baixo reina absoluto em intenso diálogo com o bem temperado piano... Amazing!

Iniciando sua apresentação às 18h40, ao som de "Avalancha", Steve Vai traz sua poderosa guitarra roqueira na cadência do heavy metal em fusão com outros estilos como o hard rock, e o blues... Repleta de variações dinâmicas, a melodia apresenta movimentos diferentes, muito bem pontuados pela dinâmica e precisa condução da bateria, em conversões diferenciadas, ousadas, numa verdadeira aula de condução instrumental.

Na introdução, acordes rascantes da guitarra de Vai seguem no intrincado diálogo com o blueseiro baixo para "Giant Balls of Gold"... Na bateria, a condução cadenciada e contundente do heavy metal, apoiando os vigorosos dedilhados em cromatismos e interessantes desenhos melódicos da guitarra, trazem dinamismo para a melodia suavizada, da andamento ralentado.

Trazendo velada aura de mistério em "Little Pretty", na introdução acentos da mística sonoridade celta surgem, ascendendo para uma melodia modernizada, permeada com graça pelos diligentes acordes da guitarra aliada ao potente baixo blueseiro em doom... Precisa, a bateria surge mais uma vez suavizada, mantendo a cadência com maestria. Great!

Trazendo delicadeza para "Tender Surrender", Steve dá seu toque personalizado à linear melodia, em arranjos de grande beleza, explorando intensos cromatismos e melismas nos acordes encadeados, em mais um show de versatilidade e técnica. Fortes, os ruflares dos tambores da bateria traduzem à percussão a aura de latinidade expressa na melodia com brilhantismo.

Para o hit "Building the Church" uma performance incrível de Vai em sua famosa guitarra de sete cordas, em dedilhados de acordes complexos e incrível agilidade, traduzidos em meio aos rascantes e glissandos executados com a perícia e a genialidade deste músico de talento excepcional, extraindo do instrumento sonoridades ímpares, onde a perfeição, o carisma e a técnica se aliam, fazendo deste um dos principais pontos de sua memorável passagem pelo palco do festival. Amazing!

Traduzindo acordes ampliados pelos pedais de efeito na introdução, a linda balada "I´m Becoming" surge em delicada e diferente sonoridade apoiada pelos efeitos alavancados na ponte da guitarra, extraindo do instrumento notas etéreas para a vinheta, que antecede momento de interação com a plateia.

Na sequência, o blues de linhas clássicas de "Bad Horse" cresce em qualidade, com o apoio do forte instrumental da alquebrada bateria, em acompanhamento suavizado, tendo por contraponto o baixo em doom, explorando também diferenciada linha melódica.

Por volta das 20h30, a aguardada apresentação da noite, Buddy Guy chega ao som de "Damn Right, I´ve Got the Blues" uma canção pautada no blues do delta do Mississipi, contando com o belíssimo piano em ágeis acordes standard, o baixo em doom e a incrível performance vocal de Guy, brincando com vocalizes em modulações descontraídas em seu imenso carisma. Perfeito!

Em uma introdução diferenciada e cheia de breaks estratégicos, surge "I´m Your Hoochie Coochie Man" (releitura para o clássico de Willie Dixon) em mais uma brincadeira de Buddy, que utiliza técnicas inusitadas (como esfregar a guitarra em seu corpo), extraindo sonoridade única do instrumento. Em mais uma perfeita performance vocal com seu timbre firme e diferenciado, onde predominam os graves, Buddy traz para as conversões ao refrão dedilhados frenéticos da guitarra, seguido pelo virtuoso piano, em arranjos de extrema beleza que se aliam ao forte instrumental da bateria e ao contrapontístico baixo... Momento de êxtase na apresentação!

Na sequência, a descontraída "She´s Nineteen Years Old" (Muddy Waters) traz no groove do baixo em diálogo com a bateria acento pautado na soul music, denotando aura dançante à melodia, na fusão com o blues da guitarra de Guy explodindo em semi-colcheias encadeadas e ágeis dos cromatismos, em mais um releitura cheia de personalidade.

Explorando sensualidade nos acordes suaves da guitarra em dedilhados delicados, Buddy traz a gostosa interpretação para "I Just Want to Make Love to You" uma balada de Willie Dixon pautada no blues, totalmente repaginada nesta ousada releitura, denotando em seus vocalizes precisos e no fraseado vocal toda a sua familiaridade com o estilo, permitindo-lhe ousadas inversões e propositais rascantes e diminuendos na interpretação, traduzindo à melodia inegável carisma e ousadia... Inicialmente intimista, o instrumental de guitarra e bateria seguem em crescendo, traduzindo alta dinâmica e uma grata surpresa aos sentidos, denotando também influências progressivas nos variados movimentos da canção. Great!

Iniciando as apresentações do terceiro e derradeiro dia do festival, Day Limns sobe ao palco por volta das 14h00.

Trazendo seu pop rock divertido, a jovem cantora faz homenagem à Rita Lee na releitura para "Mania de Você".

Para a inédita balada pop "Minha Religião", com letra irreverente, acordes solapados do violão de aço displicentemente conduzidos apoiam o vocal de Day.

Para a balada pop "Dilúvio", elementos da sonoridade urban surgem na condução da bateria e no fraseado vocal ralentado de Day. Guitarra em afinação padrão e baixo em dub completam.

Às 15h20 tem início a apresentação do Ira!, ao som de "Dias de Luta", trazendo o firme e carismático vocal de Nasi. Na guitarra de Scandurra suave acento no country, para os intensos dedilhados deste grande clássico. Cadenciada e em marcha, a bateria remonta aos tambores militares.

Em paletadas vigorosas da guitarra surge "Flerte Fatal", na fusion entre o blues e o pop rock, onde a bateria de Evaristo Pádua mantém com propriedade a unidade do ralentado andamento, em resposta ao doom do baixo para a reflexiva letra.

Para a irreverente "Farto do Rock n´ Roll" temos uma canção pautada no hard rock clássico dos anos 70, com elementos de progressive, bem apoiados pelo forte instrumental da bateria em diálogo com a guitarra de afinação padrão em riffs precisos.

Para a ácida e clássica "Pegue Essa Arma", a marcante influência do punk de primeira geração no cadenciado da bateria para a letra de protesto. Em glissandos, a explosiva guitarra de Scandurra apoia "Ando Meio Desligado" como canção incidental. Momento intenso do show!

Trazendo a influência nas sonoridades street do rap no fraseado vocal e nos recursos dos sintetizadores, a execução de "Advogado do Diabo" apresenta diferencial na apresentação por meio da fusion entre tão distintos estilos, passando mensagem de indignação e ousada rebeldia.

"Rubro Zorro", mais uma irreverente e genial criação da banda, realiza a crítica aos enlatados televisivos dos seriados. Na melodia em marcha, muito bem articulada pela bateria precisa, em resposta à guitarra de riffs ágeis e ao baixo de Johnny Boy em contraponto, surge mais um bom momento da apresentação.

Para "Flores em Você", num dos maiores pontos de sinergia palco/plateia, a bateria surge afretando, apoiando a força criativa da exímia guitarra de Scandurra, criando em precisos acordes a ambientação originalmente proporcionada pelos violinos. Amazing!

Para a deliciosa balada "Tarde Vazia", o baixo em doom de Johnny Boy, blueseiro, surge brilhante auxiliando a cadenciada bateria na manutenção do andamento suave da melodia. Mais uma impecável e empolgante performance do vocal de timbre grave e firme de Nasi...

Terceira atração a se apresentar, o Goo Goo Dolls chega trazendo seu rock pautado em vertentes pop, na junção com estilos clássicos, como o soft rock e o punk.

Com acentos no punk rock, a canção "Black Ballon" surge trazendo na bateria cadenciada e nos riffs rascantes da guitarra o apoio para o jovial vocal de Johnny Rzeznik em uma canção suave e descontraída.

Suave em tom de balada pop, explorando andamento soft, "Here is Gone" traz na bateria de condução firme e andamento ralentado de Mike Malinin mais um bom momento na apresentação.

Na próxima canção "Smash", mais um bom exemplo de suavidade e descontração, apontando influências no rock dos anos 60, em um andamento gostoso, permeado com propriedade pelos teclados em arranjos jazzísticos, que dialogam com a bateria cadenciada e suavizada, apoiando a força do refrão com breaks estratégicos. Bom momento do show!

Mais uma canção ensolarada "Life´s a Message", explora na bateria dinâmica a firmeza do andamento para a despojada letra. Suaves, guitarra e baixo emolduram o vocal, traduzindo suave acento no country rock. Mais uma bom momento da apresentação na canção fluida.

Com grande energia, surge "Miracle Pill" em meio aos riffs solapados da guitarra de Rzeznik em junção com o baixo de Robby Takac, aliando-se à condução firme da bateria em andamento simples, porém de grande vigor.

Nos acordes suaves do violão de aço, surge a linda balada "Yeah, I Like You" traduzindo à apresentação momento mais intimista. Pautado no soft rock com marcada influência no country, a canção em versão acústica (apenas voz e violão) explora delicada aura de romantismo, em mais um bom momento do show!

Continuando com aura intimista na apresentação, onde o violão surge poderoso, para baladas cheias de lirismo, o frontman e vocalista Johnny Rzeznik explora a suavidade de seu vocal delicado, na introdução de "Sympathy". Ascendendo para o rock na fusão com o country, a balada aponta mais um bom momento na apresentação em rascantes glissandos da guitarra, apoiada pelo belíssimo trabalho da bateria de Malinin, em intensas variações dinâmicas. Great!

E assim tivemos um resumo das atrações do Best of Blues and Rock destes três dias de festival, que contabilizou mais de vinte e quatro horas de puro blues e rock n´roll, performados por nomes consagrados nesses estilos, comemorando em grande estilo a décima edição do evento.


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