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Coberturas de shows

Summer Breeze Open Air

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Publicada em 01, May, 2023 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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No último final de semana, 29 e 30 de abril, o Memorial da América Latina recebeu o Summer Breeze Open Air, festival voltado às variadas vertentes do rock, em especial ao heavy metal, em atrações dispersas entre quatro palcos, contabilizando mais de 24 horas de música.

Leia neste artigo um breve resumo acerca dos shows de algumas das atrações que constaram do line up desses dois dias de intensa celebração ao rock n'roll.

Por volta das 14h15 do sábado 29 de abril, a reunião de membros do Viper e Shaman realizou show de homenagem a André Matos e seu legado na trajetória destas bandas, tendo como vocalistas e front man Alírio Neto e Leandro Caçoilo.

Trazendo os grandes sucessos do Viper, na cadência do heavy metal, surgem canções onde a forma de condução da bateria de Guilherme Martin aponta a criatividade e a ousadia deste grande músico, apoiando a força ensandecida da guitarra e o vocal preciso, repleto de boas modulações de Alírio Neto.

Subindo ao palco por volta das 14h40, os integrantes do Shaman trazem em "Lisbon" uma balada dinâmica, com a firmeza das guitarras dedilhadas em glissandos e cromatismos. Firme, a bateria alquebrada explora a grandiosidade e a agilidade de uma cadência única, apoiando com propriedade a linha melódica precisa no diálogo das guitarras encadeadas, trazendo o baixo de Luís Mariutti em doom no contraponto.

"Make Believe" traz na introdução o ruflar dos tambores da bateria em marcha e conversões nada óbvias em junção com as guitarras de Hugo Mariutti e Felipe Machado, explorando toda a beleza de uma linha melódica suave, em mais uma balada repleta de variações dinâmicas e bons recursos no diálogo das guitarras. Somando-se a isso o preciso vocal de Leandro Caçoilo, com modulações complexas e agudos firmes na finalização. Amazing!

Com a participação especial de Fábio Ribeiro para a execução da frenética "Turn Away", no forte instrumental da bateria cadenciada e na agilidade desenvolvida pelas guitarras, surge mais uma canção de refrão forte e riffs alucinantes das guitarras em afinação alta.

Após a execução da linda e aguardada "Fairy Tale", surge a explosão sonora de Felipe Andreolli e Rafael Bittencourt, para a execução de "Carry On", que traz a grandiloquencia de uma orquestra sinfônica em sua introdução, apontando deliciosas dissonâncias que precedem o galope alucinante da bateria, em uma avalanche sonora de peso! Amazing!

Subindo ao palco por volta das 15h20, ao som da icônica "Slave to the Grind" o Skid Row chega com muita energia e irreverência, trazendo o melhor de sua carreira.

Após a execução da classica "18 and Life", surge "Riot Act" repleta de energia na cadência ágil e linear explorada pelas guitarras de Dave Sabo e Scotti Hill num show de agilidade, seguida pela suavizada "Piece of Me" que traz na divertida letra mais um bom momento de descontração na apresentação.

Para o grande hit "Livin' On a Chain Gang" mais uma impecável performance da banda e de seu carismático frontman Erik Grönwall, em modulações precisas de seu privilegiado vocal. O diálogo intenso das guitarras surge permeado pelo baixo potente de Rachel Bolan, em doom no contraponto. Amazing!

O sucesso "In a Darkned Room" revive no palco uma das melhores fases da carreira da banda, com a firmeza do instrumental e um delicioso riff da guitarra distorcida na finalização. Amazing!

A irreverência de "The Gang's All Here" traz um longínquo acento rockabilly na cadência explorada pela bateria cadenciada e constante de Rob Hammersmith, que aliada às possantes guitarras de afinação alta, trazem mais um momento especial do show...

Na descontraída "Youth Gone Wild" o Skid Row brilha no palco trazendo a firmeza do instrumental para uma canção com ares de hino rock, entoado pelo público, nos instantes finais da brilhante passagem da banda pelo palco do festival. Great!

Subindo ao palco do festival por volta das 16h20, o Sepultura inicia sua apresentação ao som de "Isolation" uma canção de peso, com o pesadíssimo instrumental apoiando o vocal em gutural extremo de Derrick Green.

Iniciando pontualmente sua apresentação às 17h25, o Lamb of God trouxe a avalanche sonora de "Memento Mori" proposta pela enfurecida bateria de Art Cruz e pelo vocal potente de Randy Blythe, em modulações que passearam entre guturais profundos a rasgados agudos, demonstrando a enorme versatilidade e técnica do intérprete.

Para a ágil "Ruin" mais um pouco de caos sonoro deliciosamente dissonante, em meio ao diálogo entre os rascantes acordes da guitarra rítmica de Willie Adler e o baixo em dub step no contraponto. Melíflua, a guitarra melódica de Mark Morton explora aliterações em acordes precisos e nada óbvios.

Alquebrada, a bateria para "Walk With Me in Hell" surge apoiando o dedilhado em cromatismos da guitarra na introdução, ascendendo para a visceralidade de uma linha melódica de peso, traduzida pela correspondência entre o cadenciado contundente da bateria e o baixo de John Campbell em doom. Great!

Por volta das 18h, o Stone Temple Pilots iniciou sua apresentação com a execução de "Wicked Garden" seguida pela suavizada "Vasoline" que apresentou inversões e breaks estratégicos, apoiando a força do marcante refrão, em uma melodia linear, na gostosa cadência do pop rock.

Trazendo esparsos acentos pautados no punk determinados pela bateria crua de Eric Kretz e pelo fraseado vocal ousado, "Big Bang Baby" apresenta um bom momento da apresentação.

Diferenciada, a ácida "Down" traz na guitarra rascante de Dean DeLeo em afinação alta e dedilhados intensos, aliada à tonalidade crossfader no vocal de Jeff Gutt e na bateria alquebrada de andamento ralentado, mais um ponto importante do show.

Deliciosa na cadência do pop com elementos de rockabilly, a divertida "Meadow" traz uma lufada de leveza à apresentação, por meio do carismático potencial vocal e da bateria cadenciada de Kretz em conversões precisas. Firmes no acompanhamento, guitarra distorcida e baixo em doom estabelecem interessante diálogo, apoiando o refrão. Amazing!

Suavizada na cadência do pop rock, "Silvergun Superman" apresenta no dedilhado da guitarra bons momentos da performance individual de Dean, explorando acordes simples, porém de grande efeito sonoro e estético, denotando graça e leveza à melodia, contrastando com a firmeza da bateria.

Após o solo da blueseira guitarra semi-acústica de Dean no precioso diálogo com o groove do baixo de Robert DeLeo surge o hit "Still Remains" uma balada intensa, que traduz seu charmoso desalento remontando à cena post-grunge, em um memorável momento da apresentação. Amazing!

Após a execução do hit "Plush", um delicioso momento do baixo grooveiro de Robert na introdução de "Interstate Love Song" se alia com propriedade à guitarra em riffs rascantes, para uma melodia fluida, de andamento contagiante. Great!

Para a verve mais pesada de "Sin" na cadência do heavy metal, a percussão aborda tonalidades tribais nas conversões ao refrão, em meio às guitarras distorcidas em intensos acordes dedilhados deliciosamente dissonantes, apoiados pelo rascante baixo no contraponto à bateria. Grande momento do show!

Ao som de "Imaginations From the Other Side" uma canção de peso, com instrumental fortíssimo e percussão absurdamente técnica, o Blind Guardian sobe ao palco Hot Stage às 20h00.

A bateria de Frederik Ehmke desenvolve andamento frenético no galope proposto para a melodia de "Welcome to Dying" apoiando a cadência da melodia, onde a guitarra rítmica de Marcus Siepen e a guitarra melódica de André Olbrich se aliam, permeadas gentilmente pelo baixo em dub. Potente em sua performance vocal, o frontman Hansi Kürsch realiza modulações complexas, denotando diferenciada dinâmica em seu fraseado vocal, onde a métrica da canção surge acrescida em drives potentes. Impactante!

Para o hit "Nightfall", acentos com inspiração no baixo medievo determinado pelo teclado de notas melífluas e sombrias de Michael Schüren, cria a ambientação certeira para o instrumental denso e cadenciado da melodia, em mais um momento especial do show.

Criativa, "Time Stands Still (At the Iron Hill) traz no cadenciado bruto da bateria a rudeza de uma melodia que explora o heavy metal em suas linhas mais clássicas, ascendendo para elementos extraídos do folclore celta e das marchas militares na intensa bateria de Ehmke... A guitarra de Siepen segue em riffs rascantes, permeada pelo teclado em acordes de notas em suspensão, o que denota ar de densidade à melodia. O forte instrumental alia-se à brilhante interpretação de Kürsch em mais um momento brilhante da apresentação.

Traduzindo acento hispânico na introdução em toná determinada pelo sampler de guitarra flamanca dedilhada para "Time What is Time" a canção ascende para o vertiginoso peso da cadência heavy metal, com a influência das guitarras em riffs rascantes e do acompanhamento do baixo de Hansi em tonalidades fechadas, aliando-se ao cadenciado ácido da bateria, iniciando a sequência de execuções de faixas entre os maiores sucessos de seu quarto álbum, o "Somewhere Far Beyond", que recentemente comemorou 30 anos de seu lançamento.

"Journey Through the Dark" uma canção forte, pesada, surge no andamento frenético da cadência heavy determinada pela bateria de condução primorosamente técnica de Frederik Ehmke... Intenso, o diálogo entre guitarra melódica e rítmica apresenta rascantes profundos e dedilhados de extrema agilidade, em diferenciados e intrincados cromatismos, em um desenho melódico privilegiado e ousado. Amazing!

Para "Black Chamber" os acordes do teclado e os sintetizadores remontam à sonoridade celta, em meio ao instrumental cortante e brutal da bateria em andamento cadenciado, contrastando com as ágeis guitarras dedilhadas, em uma melodia forte, pujante! Mais uma vez, o brilhantismo do baixo surge como diferencial.

O Finntroll, atração do segundo dia, domingo 30/04, subiu ao palco do Sun Stage por volta das 14h30 trazendo seu som visceral, com influências da sonoridade do baixo medievo.

"Ylaren" traz a firme estrutura em rondó característica às cirandas do baixo medievo, em acordes de notas suspensas na ambientação dos teclados de Aleksi Virta, aliadas ao ácido e rascante baixo em doom de Sami Uusitalo, no contraponto à bateria cadenciada. Digna de menção a arrebatadora performance do vocalista Mathias Lillmåns em extremos guturais e modulações ousadas.

Na introdução de "Solsagan" o dedilhado suave da guitarra rítmica de Mikael Karlbom ascende para a frenética agilidade determinada pela bateria de Heikki Saari em galope e da guitarra melódica de Samuli Ponsimaa em alucinantes riffs rascantes. Inversões na conversão ao refrão fazem desta canção uma criativa avalanche sonora, sempre mantendo a influência do medievo celta que os caracteriza como uma das mais influentes bandas do estilo.

Em "Trollhammaren", uma canção repleta de variações dinâmicas unidas com precisão técnica e uma incrível liberdade estilística, o Finntroll traduz em uma barreira de som firme e consistente mais um excelente momento de sua apresentação. Às guitarras rascantes em cromatismos diferenciados se alia a firme condução da bateria de Saari em cadência alucinante.

Subindo ao palco do Hot Stage, o Testament inicia seu show às 15h15, trazendo canções de peso brilhantemente conduzidas por seu carismático front man, o vocalista Chuck Billy, na mais clássica cadência do heavy de linhas speed para a execução de "Rise Up".

Em "The New Order", a bateria evolui em cascatas sonoras de peso, onde as guitarras rascantes de Eric Peterson e Alex Skolnick ascendem vertiginosamente, em intenso diálogo e dissonância de grande valor estético. Great!

Para "Children of the Next Level", o forte instrumental surge em um verdadeiro petardo sonoro, permeado pelas furiosas guitarras em acordes rascantes e pela enfurecida e pesada bateria de Gene Hoglan, em conversões criativas e nada óbvias, tendo o baixo primoroso de Steve DiGiorgio no contraponto, numa verdadeira aula de condução instrumental. Amazing!

Atração do palco Ice Stage, o The Winery Dogs trouxe seu heavy pautado no hard rock e no classic rock, com a deliciosa fusão com o groove. Inusitada, na introdução do show, a execução de "Atomic Dog" (1982), clássico de George Clinton no melhor estilo soul/ r&b.

"Captain Love" traz o delicioso groove da soul music bem determinado pela alquebrada bateria de Mike Portnoy, e pela força do contrapontístico baixo de Billy Sheehan em doom, traduzindo à melodia sonoridade vibrante e encorpada.

Suavizada, na linha melódica desenvolvida pelo vocal de Richie Kotzen, "Breakthrough" traz um surpreendente skratch de hip hop no refrão, apresentando no furioso baixo em dub e no cadenciado forte da bateria a contradição entre sonoridades densas e ensolaradas, como o alegre refrão da canção propõe. Repleta de recursos incrivelmente verticalizadores, a bateria traz em sua condução a ousadia descontraída de inversões, em dissonâncias preciosas, incluindo elementos do break e sonoridades urban na deliciosa melodia. Amazing!

Mais uma canção fluida, divertida, surge na execução de ""The Other Side" onde a bateria de Portnoy evolui em solapados, aliando-se à precisa modulação groove do vocal. Para a conversão, baixo e bateria mantém andamento frenético, traduzindo diferenciada dinâmica, contrastando com o preciosismo do vocal de Kotzen, explorando modulações em solfejos e agudos extremos. Great!

Em mais uma perfeita execução, onde a guitarra de Richie brilha em abertos cromatismos emoldurando seu preciso vocal, alia-se o potente baixo de Sheehan, que explora a linha melódica da soul music, em apoio ao acompanhamento virtuoso da bateria cadenciada.

Malemolente, na deliciosa cadência do hard de linhas pautadas no soul, "Oblivion" traduz a linearidade e o preciosismo de uma canção atemporal. Pedais wah wah reforçam a potência da guitarra nas conversões ao refrão. Momento de descontração e leveza ímpar no festival, bem pontuada pelos precisos agudos de Kotzen, traduzindo velada sensualidade à melodia.

Subindo ao palco do Hot Stage por volta das 17h15, os alemães do Kreator trazem seu som pesadíssimo, pautado no heavy de linhas thrash, com elementos do black metal.

Impactantes, os aparatos de cena remetem ao martírio, com a presença de manequins enforcados, empalados, etc., observados por um gigante demônio, em meio a canhões de fumaça e show de pirofagia, bem ao estilo bizarro... Adereços de palco à parte, a banda mais uma vez surpreende em uma apresentação sólida e extremamente técnica.

Para "Phobia", um show de técnica no ruflar dos tambores da bateria precisa, técnica de Jürgen Reil, se alia às ensandecidas guitarras distorcidas de afinação alta, aliadas ao potente vocal de Miland Petrozza, que traduz na visceralidade de sua interpretação a chamada fúria metal, que traduz tão bem a ousadia e irreverência do estilo.

Com bateria em galope aceleradíssimo, apoiada pelo fritar das guitarras em agilidade e técnica ímpares, o Kreator explora em "Satan is Real" as dissonâncias entre rascantes e solapados do diálogo entre a guitarra melódica de Sami Yli-Sirniö e rítmica de Petrozza, permeadas pelo baixo em dub step de Frédéric Leclercq em uma sonoridade ensandecida, que entra em diminuendo nas conversões, apresentando todo um trabalho de intrincada técnica em cromatismos. Great!

Em "Flag of Hate" uma canção clássica da banda, o cíclico movimento da melodia se abre em um cadenciado potente da percussão em meio às cordas rascantes, para uma melodia ácida e de peso, repleta de variações dinâmicas. Amazing!

Subindo ao palco Ice Stage por volta das 18h30, o projeto Avantasia trouxe seu som diversificado, na cadência hard/progressive, trazendo elementos e influências de variadas vertentes, como o symphonic e o ethereal.

Para a balada "The Scarecrow" o instrumental suave e firme da condução da bateria de Alex Holzwarth abre espaço para o brilhantismo da melodiosa guitarra de Jens Ludwig em acordes dedilhados de rara beleza... No contraponto, o baixo de Robert Hunecke-Rizzo auxilia na manutenção da cadência suave. Nota para a força do vocal de Ronnie Atkins, afretando no refrão com propriedade, fazendo deste um momento especial da apresentação da banda.

Em mais uma brilhante interpretação, o Avantasia traz o refrão jovial de "Book of Shallows" em meio à suavizada melodia de firme condução. Nota para o coro de vozes, o que traduz leveza à canção, em um momento de descontração na apresentação.

Em uma melodia que flerta levemente com sonoridades pop no hard/ heavy de linhas clássicas, a bateria de Holzwarth em cadenciado constante apresenta nas conversões agilidade, aliando-se às rascantes guitarras de Henjo Ricther e Norman Meiritz, que seguem apoiando-se no baixo de condução suave de Hunecke-Rizzo para mais uma canção deliciosamente jovial.

Ágil, a bateria de Alex Holzwarth surge em frenético andamento para "Dying For An Angel", mais uma canção repleta de vitalidade e profundas variações dinâmicas... Inversões e dissonâncias nas conversões apontam diferencial à linearidade da cadência. Inspirada a performance vocal de Eric Martin aponta toda a potência de um timbre diferenciado. Amazing!

Subindo ao palco Sun Stage, por volta das 20h35, o Stratovarius inicia sua passagem pelo festival ao som do forte instrumental introdutório de "Survive" apresentando a guitarra rascante de Matias Kupiainen em evidência, na junção com a bateria em andamento frenético de Rolf Pilve e o baixo em dub de Lauri Porra no contraponto. Em acordes firmes e vigorosos, o teclado de Jens Johansson permeia a melodia com graça...

"Speed of Light", apresenta a estrutura cíclica de uma melodia em andamento frenético, trazendo elementos da sonoridade celta em seu bojo... Nota para os riffs da guitarra encadeada em dedilhados de intensa agilidade de Kupiainen, acompanhando a evolução prestíssima da percussão de Pilve, num show de agilidade e técnica. Great!

Mais um hit da banda surge na execução de "Paradise", um verdadeiro hino heavy, entoado com entusiasmo pelo público. Nas conversões ao refrão, o preciso diálogo entre a guitarra e o baixo de Lauri traduz leveza ao potente som extraído da bateria em conversões precisas e muito peso no cadenciado ágil desenvolvido. Great!

Forte desde a introdução, as guitarras de tonalidade rascante se aliam à bateria frenética para a execução de "Broken", mais uma canção de melodia marcante. Os teclados de Johansson trazem efeitos futuristas em acordes esparsos, contrastando com a firmeza da melodia. Marcante, o vocal privilegiado de Timo Kotipelto explora tessituras agudas de complexa realização, em mais um momento especial da apresentação da banda, em elementos criativos e únicos, que remontam ao progressive metal. Amazing!

Após a execução da lindíssima balada "Winter Skies" surge a poderosa "Stratosphere/ Holy Light" trazendo seu intrincado diálogo entre a guitarra rítmica e o baixo em evidência nos dedilhados em cromatismos e glissandos de extrema técnica, evoluindo em frenético andamento apoiados na poderosa bateria solapada de Pilve em evoluções de extrema agilidade. Great!

Alem destas, outras canções que privilegiaram várias fases da carreira da banda como "Father Time", "World on Fire", "Frozen in Time" e "Black Diamond", constaram do setlist da apresentação.

E assim transcorreram os dois dias do festival Summer Breeze Open Air, numa verdadeira celebração ao instrumental arrojado e de peso destas grandes bandas, representantes das mais variadas vertentes do rock, desde o proto surgimento do metal até os nossos dias. Wonderful!


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