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Coberturas de shows

5o. e Último dia do Rock Brasil 40 Anos em São Paulo

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Publicada em 23, Apr, 2022 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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Subindo ao palco por volta das 16h15 e iniciando sua apresentação, Marina Lima já traz um grande clássico, entre suas emblemáticas baladas, seguido por "Virgem" e "Ideologia" (Cazuza).

Para a bela releitura de "Ainda é Cedo" da Legião Urbana, surgem os momentos mais roqueiros e ousados da apresentação, na sequência de "Pra Começar".

Em uma das mais lindas canções do repertório da cantora "Pessoa", repleta de seu elegante lirismo, traz mais uma interpretação belíssima de Marina... Os teclados, suavemente permeando a pulsação da percussão, surgem emoldurando com grande propriedade o vocal e endossando a belíssima letra. Amazing!

Para a clássica "Charme do Mundo", em versão um tanto suavizada e repleta de um gostoso swing, bem desenvolvido pelo baixo em contraponto à jazzística bateria, surge mais um especial momento do show...

Após os hits "À Francesa", "Fullgás" e "Uma Noite e 1/2", a cantora encerra sua passagem pelo festival, fortemente ovacionada pelos presentes.

Subindo ao palco por volta das 17h45, Arnaldo Antunes inicia sua performática apresentação com "A Casa é Sua".

A ácida crítica social de "O Real Resiste", surge super contemporânea.

"Põe Fé Que Já É", um "bate-coxa" bem brasileiro e sensual, traduzindo a levada do baião nordestino, surge como grande diferencial ao show.

Após a clássica "O Pulso", da safra Titás, surge o delicioso samba de bossa nova "Alegria", no andamento cadente e ralentado, bem permeado pelo pandeiro e pela firme percussão. Malemolente!

Realizando a ousada e contundente releitura para "Judiaria" (Lupicínio Rodrigues), em mais uma genial sacada de Arnaldo, na sequência temos o popular brega dos anos 70, com direito aos teclados hammond permeando as conversões para a bem humorada e divertida "Consumado".

"Passe em Casa" de sua parceria com os Tribalistas antecede a brega "Essa Mulher", um rock que traduz em seu andamento os elementos de um bolero popularesco, trazendo um toque todo especial à canção... Nota para a "guitarrada" nas conversões ao refrão... Excelente!

"Comida" de sua carreira junto aos Titãs surge marcando mais um excelente ponto da aprentação.

Os acordes rascantes do violão de aço na introdução, ascendem para um andamento dançante e swingado para "Fora de Si". A bateria cadenciada em marcha e esparsos elementos eletrônicos auxiliam na composição de uma melodia diferenciada, num verdadeiro caldeirão e fusão de culturas e sonoridades. Amazing!

A balada romântica de "Socorro", regravada várias vezes por diversos intérpretes, surge em toda a firme beleza de sua letra reflexiva. Lindo momento da apresentação!

Finalizando sua belíssima apresentação o rockabilly de "Envelhecer", seguido pela clássica "Televisão", traz mais um pouco de suave descontração e energia, totalizando um show linear e bem executado do início ao fim! Great!

Iniciando seu show por volta das 19h30, o sempre carismático Frejat traz um swing delicioso em sua bem conduzida guitarra, para a eletrizante "Puro Êxtase".

Mantendo a cadência com elementos do electro e acid house, surge o hit "Pense e Dance", trazendo a guitarra em riffs meteóricos, bem permeada pelos teclados grooveiros... Great!

A pesada "Ideologia" em parceria com Cazuza, ainda nos áureos tempos do Barão Vermelho, surge com reforço de bass e novos arranjos determinados pela potente bateria, em conversões precisas aliada ao baixo em doom no contraponto... Dinâmico!

A emblemática "Homem Não Chora", trazendo toda a aura emocional de uma canção biográfica, traz todo o carisma e potência vocal de uma interpretação apaixonada, que ressalta a qualidade estética dos lindos versos da canção. Great!

A blueseira balada na belíssima releitura para o soul "Me Dê Motivo" (Tim Maia) surge como uma das gratas surpresas da apresentação. Lindo e perfeito momento da performance vocal de Frejat! Além disso, o intérprete nos brinda com um

solo de guitarra arrebatador na finalização!Único!

Na versão acústica com ênfase apenas em voz e violão "O Poeta Está Vivo", é entoada junto com o público, em um dos maiores instantes de sinergia com o palco/platéia, seguida pela emotiva "Codinome Beija-Flor" e a passional "Por Você" causando furor nos presentes! Perfeito!

A linda "Segredos", com sua letra contemporânea e atemporal, irrompe nos refrões em variações dinâmicas fortes, determinadas pelos acordes solapados das cordas e pelo cadenciado constante da bateria.

"Malandragem" (Frejat/ Cazuza) surge trazendo atmosfera irreverente e roqueira na apresentação...

Após o solo de bateria de Marcelinho da Costa, "Amor Pra Recomeçar" traz um dos grandes hits da carreira solo de Frejat, em mais um momento especial do show.

Para as inspiradas e fidedignas versões de "Bete Balanço", "Por que a Gente É Assim?" e "Maior Abandonado" mais um retorno aos deliciosos anos 80, onde os versos expressavam toda a rebeldia e os anseios de uma geração.

Encerrando a mais explosiva apresentação da noite o hit "Exagerado", seguido de "Pro Dia Nascer Feliz" englobam dos mais felizes momentos da noite!!!! Amazing!

Encerrando as apresentações, Nando Reis inicia sua passagem pelo festival por volta das 21h00, ao som de "Marvin".

Sucesso também na voz de Cássia Eller, "O Segundo Sol" surge trazendo o seu andamento ralentado de uma grande balada, contando com a bateria forte e de condução perfeita nas conversões ao refrão, em uma variação dinâmica de grande efeito estético.

Trazendo na introdução a brasilidade da moda de viola caipira, "Relicário" verticaliza para um pop rock consistente, com toques de progressivo na finalização, sem entretanto perder o delicioso toque dos violões de aço, que permeados pelos teclados em acordes etéreos mantém a charmosa característica interiorana na canção.... A singeleza da letra contrasta e se complementa com a simplicidade do instrumemtal. Belíssimo!

Dividindo os vocais com seu filho Sebastião, a canção "N" surge trazendo a fusão entre o rock de linhas clássicas e a moderna MPB, em uma melodia suave para a letra delicada. Na finalização, uma pegada blueseira bem setentista deu o arremate final. Bom momento do show.

O grande hit "Resposta", parceria de Nando com Samuel Rosa (Skank) também apresenta um momento especial da apresentação.

Pedro, também é chamado para dividir o palco com Sebastião e Nando Reis, para a execução de "Dona" (um dos maiores sucessos do Roupa Nova), em um cânone lindo de se ver e ouvir, numa surpresa geral! Amazing!

Na dorida balada "Pra Você Guardei o Amor", Nando Reis explora notas altas e modulações diferenciadas, traduzindo delicado toque country na melodia.

Numa interessante e dinâmica releitura, "Luz dos Olhos", sucesso também na voz de Cássia Eller, surge suavizada e com delicado toque groove das guitarras encadeadas e do baixo em dub no contraponto.

Outros grandes sucessos da carreira de Nando com os Titãs e agora com os Infernais constaram do primoroso setlist, que traduziu todas as fases da prolífica carreira do compositor durante a apresentação.


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