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4o. Dia de Rock Brasil 40 Anos

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Publicada em 21, Apr, 2022 por Marcia Janini

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Abrindo as apresentações do quarto dia de festival por cerca das 16h15, Humberto Gessinger realizou uma apresentação linear e marcante, trazendo os maiores hits de sua carreira solo e em conjunto com os Engenheiros do Havaí, em canções como "O Papa é Pop", "Toda Forma de Poder", "Somos Quem Podemos Ser" e a releitura "Era um Garoto Que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones" (Os Incríveis).

Paulo Ricardo sobe ao palco por volta das 17h45 ao som da icônica "Revoluções por Minuto", seguida pela urgente e reflexiva "Alvorada Voraz".

Com seu enorme carisma, digno de um grande front man, Paulo Ricardo esbanja charme, com execuções impecáveis de seu potente vocal.

Para a divertidíssima "Louras Geladas", um dos momentos de maior sinergia e participação do público na apresentação.

A densa "Estação no Inferno", trazendo nas conversões cromatismos nas guitarras traduz um pouco de toda a criatividade destes grandes instrumentistas...Great!

A balada introspectiva, que irrompe em versos urgentes no refrão de "A Cruz e a Espada" marca também mais um especial momento da performance individual de Paulo Ricardo, com seu vocal potente em meio à melodia suave, quase ralentada do instrumental. Genial!

Em "Sob a Luz do Sol", trazendo riffs rascantes na introdução, além da bateria cadenciada que denota um tenso ar profético de pesada densidade, surge mais um bom momento do show.

O baixo em dub, brilhantemente conduzido por Paulo Ricardo traduz o contraponto perfeito para os fortes ruflares da bateria, cadenciada, explorando tonalidades sóbrias para "Pr'esse Vício".

A passional "Juvenília" traz suavidade à apresentação, antecedendo o grande hit "Naja", dotado de um dos mais celebrados arranjos de teclado da história do rock nacional, aliado aos riffs poderosos das guitarras encadeadas.

Após a emocionante releitura para "London, London" (Caetano Veloso), onde Paulo Ricardo saúda pessoalmente seus fãs, descendo ao fosso entre palco e platéia, causando furor nos presentes, surge mais uma feliz releitura, desta vez para "Flores Astrais" (Secos e Molhados).

Encerrando a apresentação, a crítica "A Fúria do Sexo Frágil Contra o Dragão da Maldade" antecede o grande sucesso "Olhar 43".

Em um inusitado retorno para o bis, a novíssima e inédita "Herói Made in Brazil" faz uma grande crítica social em relação às injustiças sociais de um país tão diverso quanto o nosso, finalizando a apresentação com "Rádio Pirata".

Iniciando a atração por volta das 19h15 CeLEEbration, em uma linda homenagem à rainha do rock nacional Rita Lee, liderada por seu filho Beto, junto à intérprete Débora Reis e ao baixista Lee Marcucci (ex-Rádio Táxi), traz à baila o sucesso "Saúde", em tom de suave descontração.

Em seguida, a dançante "Baila Comigo", em versão levemente suavizada, traduz o delicioso toque latino na junção com o pop rock.

Para "Nem Luxo, Nem Lixo" mais um dançante momento permeado pelos belíssimos teclados, seguido por "Desculpe o Auê", outra icônica canção que traz o clássico bolero na fusão com o rock n'roll...

Nas reminiscentes canções do início da carreira de Rita junto aos Mutantes, surge "Panis et Circenses" e "Ando Meio Desligado", emendando um medley na batida gostosa e sensual do bolero "Mania de Você" em mais momentos felizes do show... No teclado, delicado ar jazzístico, acompanhado pela ralentada bateria.

A forte introdução jazzística do piano para "Coisas da Vida" faz deste mais um momento todo especial e biográfico da apresentação, realizando um suave retrospecto sobre vários aspectos do que significa viver, sem parecer pedante, didático ou técnico, simples e direto, como só a genialidade de Rita consegue ser! Fantástico!

Voltando ao período Mutantes, "Jardins da Babilônia" traz na introdução a incendiária guitarra de Beto Lee, e a contundente condução da bateria, em um dos momentos mais participativos do show.

"Agora Só Falta Você" surge trazendo todo o frescor e rebeldia do rock 70's em seu instrumental voltado às linhas hard/heavy, com o grande peso estético das guitarras, permeado pelos acordes em minimal dos teclados. Amazing!

A belíssima introdução em rascantes e fortes palhetadas das guitarras para "On the Rocks", além dos dinâmicos solos nas conversões ao refrão fazem desta uma releitura pesada, bem medida e dosada do jeitinho certo... Ousado e genial!

Em "Todas as Mulheres do Mundo" na cadência on the road do rockabilly, surge mais um momento especial, descontraído e divertido da apresentação.

Se aproximando do final da apresentação "Ovelha Negra" e "Lança Perfume".

Subindo ao palco por volta das 21h00, Evandro Mesquita e sua Blitz, ao som de "Blitz Cabeluda/ Vai, Vai Love", traz das canções mais antigas da banda, seguida pela divertidíssima e clássica "Weekend".

Para a canção "desbunde" 80's "Betty Frígida", o deboche fica ainda mais evidente nas perfeitas interpretações das backing vocals, num clima de descontração e liberdade total... Amazing!

Para a teatralizada performance de "A Verdadeira História de Adão e Eva", mais momentos divertidíssimos da apresentação. Nota para a bem posicionada percussão permeando os versos com grande propriedade. Great!

Nova e inédita canção do "Aventuras da Blitz II" (2017), "Baile Quente" em parceria com Frejat, traz uma deliciosa pegada dançante, swingada... Trazendo elementos do soul e r&b, numa mistura bem brasileira. Genial!

Mais um grande hit "Geme Geme", trazendo "País Tropical" (Jorge Ben Jor) como

música incidental, levanta o público, que canta junto, em um dos momentos de maior participação da platéia.

Para a reggaeira "Saquarema", uma canção ensolarada, onde o bom humor traz o mote da canção, descontraída e fluida, percebemos a sempre atual linha de trabalho da Blitz, a se reinventar em cada nova "aventura".

Após "A Dois Passos do Paraíso", a inspirada releitura de "Aluga-se" (Raul Seixas) marca mais um importante ponto do show,

trazendo também a releitura repleta de brasilidade por meio da percussão para "Perdidos na Selva" (Gang 90 e as Absurdettes).

Com participação de Luiz Carlini (ex-Mutantes) na guitarra, surge a blueseira releitura para "Bete Balanço", (Cazuza/ Barão Vermelho).

Além desses sucessos "O Romance da Universitária Otária" e "Você Não Soube Me Amar" também constaram do setlist que privilegiou todas as fases da banda.


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