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Dark Dimensions Fest: Accept e W.A.S.P. em Guarulhos

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Publicada em 10, Dec, 2019 por Marcia Janini

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Accept_2019.jpg
Na tarde do último domingo, 08 de dezembro, o Internacional Eventos em Guarulhos recebeu a edição 2019 do Dark Dimensions Fest, trazendo no line up importantes nomes do heavy metal como as clássicas bandas Accept (Alemanha) e W.A.S.P. (EUA), com abertura da nacional Trend Kill Ghosts.

Subindo ao palco às 17h00, os guarulhenses do Trend Kill Ghosts traz show de debut de seu primeiro álbum, o elaborado "Kill Your Ghosts".

Inicia sua apresentação ao som de "Like Animals", uma canção que traz elementos do progressive metal determinados pelos variados movimentos de intensas variações dinâmicas da melodia. Na introdução, o intenso e marcante coro em cantochão inspirado no baixo medievo, ascende para o rock de linhas hard, apontando elementos do metal melódico.

Após a execução da boa "Promise", surge "Deceivers", traduzindo tétrica aura medieval na introdução em cânones, ascendendo para o heavy de linhas clássicas, onde os rascantes riffs da guitarra de Rogério Oliveira alinham-se em perfeito diálogo com a bateria cadenciada de Lendro Tristane.

Intensa "Fight" apresenta grande momento da performance vocal de Diogo Nunes, numa explosão de dinâmica e técnica, explorando tessituras altas em vocalizes precisos nas finalizações. Digno de menção o trabalho da bateria, em afretados e conversões nada óbvias, esbanjando ousadia e criatividade. Amazing!

Para "Ghost's Revolution", outro grande momento de sua passagem pelo palco, o baixo em dub de Danilo Perez realiza o perfeito contraponto à bateria em frenética cadência, apoiando o potência do vocal de Diogo Nunes. A guitarra em riffs ágeis explora cromatismos em dedilhados intensos. Great!

Com rascantes riffs da guitarra em ascendência "Living a Lie" traduz momento suavizado à dinâmica apresentação, em uma melodia na gostoso andamento do hard rock, bem determinada pela bateria em intensos cadenciados, apoiando o belíssimo trabalho vocal de Diogo Nunes.

Encerrando sua passagem pelo palco, "Frozen" demonstra com precisão toda a técnica e suavidade do vocal em uma introdução delicada. Ascendendo em alucinante cadência heavy, com elementos do metal melódico, prossegue em mais um intenso trabalho da bateria aliada ao instrumental técnico de guitarra e baixo, estabelecendo intensos diálogos nas conversões, que exploram variações dinâmicas intensas.

Subindo ao palco do festival às 18h30 ao som do hit "Die By the Sword", com sua cadência alucinante bem desenvolvida pela bateria alquebrada e pelas guitarras em cromatismos de notas encadeadas, a apreentação já inicia com ponto alto de sinergia público/platéia.

Para "Stalingrad", variações dinâmicas ágeis traduzem ao andamento ralentado em progressão, bem determinado pelos riffs rascantes das guitarras em correspondência com a bateria, importante momento do show, emoldurando com propriedade o potente vocal de Mark Tornillo. Nota para o poderoso bocking vocal realizado pelos demais integrantes da banda, traduzindo à canção ares de grande hino!

Denotando em sua introdução na cadência frenética do heavy esparsos elementos da sonoridade soul na introdução, "Restless and Wild" surge como mais um petardo na avalanche sonora desenvolvida pelo firme instrumental, onde às guitarras ágeis em cromatismos alia-se a perfeição da bateria em conversões intensas. O perfeito vocal de Tornillo, explorando tessituras agudas para a urgência expressa pela letra encerra o grande momento da apresentação.

Para "London Leatherboys", em sua cíclica estrutura, surgem as guitarras em riffs altos de rascantes intensos, aliadas à potência desenvolvida pela bateria cadenciada. Great!

Após a execução de "Breaker" surge a ousada "Analog Man", trazendo na cadência do hard rock a perfeição técnica da bateria de Christopher Williams. Nas conversões ao refrão riffs ágeis em glissandos das guitarras, aliados em baixo poderoso de Peter Baltes em doom traduzem ao firme e potente vocal em regiões altas de intensos agudos de Mark toda a dinâmica e fúria de mais um grande momento do show.

Já na introdução o diálogo entre as guitarras de Wolf Hoffmann e Uwe Lulis em acordes rascantes e a bateria em cadência frenética, num instante ímpar de agilidade e precisão técnica, apoiam a intensidade vocal para "Final Journey". Nota para a explosão da guitarra melódica de Hoffmann.

Melodiosos, os acordes iniciais de "Shadow Soldiers" traduzem na introdução esparsos elementos soul/ country ascendendo para os acordes de riffs solapados das guitarras, em uma canção suavizada, de andamento constante desenvolvido com maestria pela bateria de Williams, encerrando um dos momentos mais belos e técnicos da apresentação! Amazing!

Linda em sua perfeita introdução em cromatismos dedilhados "Princess of the Dawn" explora na ascensão instrumental e nos breaks estratégicos de apoio ao forte refrão linha melódica firme, num flerte com sonoridades e cadências pop apoiadas no baixo em dub de Peter Baltes. Atemporal!

Após a execução do hit "Midnight Mover", na alucinante cadência do heavy clássico, seguida pela densa "Up to the Limit", surge a urgente "Pandemic".

Encerrando a apresentação "Fast as a Shark", em mais uma explosão dinâmica.

Para o bis, grandes sucessos da banda como "Metal Heart", "Teutonic Terror" e "Balls to the Wall" foram reservados, numa grata surpresa aos fãs.

Iniciando sua apresentação por volta das 20h40, ao som do hit "On Your Knees" o W.A.S.P., mais aguardada atração do festival, segue com a execução da enérgica "Inside the Electric Circus", onde à bateria em cadenciado frenético se aliam as guitarras em riffs rascantes. No contraponto, o baixo em doom apoia o potente vocal de Blackie Lawless.

Após a impactante releitura para a clássica "The Real Me" (The Who), surge o grande sucesso "L.O.V.E. Machine", trazendo o apelo de sonoridades extraídas do hard rock 70's, determinada pela cadência desenvolvida pela bateria de Aquiles Priester e pelo fraseado vocal, repleto de vibratos e vocalizes de grande técnica, apoiando-se em tessituras agudas. Dedilhados em cromatismos e glissandos das guitarras compõem para o instrumental a deliciosa aura retrô. Bom momento do show!

Trazendo riffs em slides e cromatismos nos dedilhados introdutórios, surge a densa e introspectiva aura para a balada "Crazy", que apresenta também um dos mais especiais momentos do personalizado vocal de Lawless, traduzindo ainda maior urgência e intensidade dinâmica à letra. Digna de nota a finalização, com o instrumental em crescendo... Aos riffs vigorosos das guitarras de Doug Blair e Lawless, aliados ao baixo contrapontístico, a bateria realiza um belíssimo trabalho na manutenção da cadência. Great!

No andamento frenético do heavy "Hellion" traz a metálica sonoridade dos címbalos, desenvolvendo agilidade progressiva, no intenso diálogo com o baixo de Mike Duda em doom. Guitarras em slide apoiam o poderoso vocal. Breaks estratégicos marcam a intensidade da variação dinâmica, numa incomum junção para o medley entre a explosiva "Hellion" e a cadenciada "I Don't Need No Doctor", uma canção irreverente e ousada!

Dinâmica "Arena of Pleasure" numa explosão sonora em ascendência, traz rascantes introdutórios, evoluindo para ágil andamento. O vocal de Blackie em vibratos traduz intensidade à linha melódica, desenvolvida com propriedade pelo firme instrumental. Mais um grande momento do show!

Nos instantes finais da apresentação "Chainsaw Charlie" (Murders in the New Morgue), seguida por "The Great Misconceptions of Me", que ascende de uma linda rock ballad para mais um petardo de peso, encerram mais pontos altos da apresentação, em verdadeiras avalanches sonoras de técnica e atitude! Amazing!

Para o bis, os hits "Wild Child" e "I Wanna Be Somebody" encerram a noite.


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