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Celebrating David Bowie em São Paulo

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Publicada em 21, Oct, 2018 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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O Memorial da América Latina em São Paulo recebe mais um show da aclamada turnê tributo a David Bowie, que já excursiona por vários países desde 2016.

Iniciando a apresentação às 21h30 ao som de "The Stars (Are Out Tonight)" com a brilhante e inusitada performance do carismático vocalista Paul Dempsey, já surge a marca de clima festivo que perduraria por toda o espetáculo.

Após a belíssima execução de "Fame", a swingada "Golden Years" tem execução brilhante na perfeita condução da bateria com o apoio do blueseiro baixo em dub...

"John, I´m Only Dancing" com sua aura festiva traduz elementos do rockabilly e das big bands jazzísticas, determinadas pela belíssima atuação do sax tenor de Ron Dziubla.

A linda balada "Rock 'N Roll Suicide" traduzida em toda sua urgência e emoção no perfeito vocal aveludado de Paul Dempsey surge em impecável condução instrumental. À guitarra em arranjos complexos alia-se o violão traduzindo charmosos acentos folk. Amazing!

Brilhante, o sax tenor de Dziubla permeia com graça a melodia blueseira de "Soul Love" apoiando a força do refrão no potente vocal de Angelo Moore. Mantendo andamento e cadência, a técnica e precisa bateria cresce em conversões complexas. Perfeito!

Para "Starman", a força do baixo em contraponto à cadenciada bateria, além de breaks estratégicos apoiando a força do clássico refrão, traduz um dos momentos mais importantes do show, seguida pela emblemática "Major Tom", na espacial viagem de Ziggy Stardust com os robóticos e futuristas efeitos do teremin na aura espacial da canção. Ousadia ditou a tônica deste instante da apresentação, em mais um grande momento da performance de Adrian Belew.

Minimalista em sua introdução, com o violão rascante em acentos folk, a linda balada "Space Oddity" apresenta a grande presença da empostação e impressionante técnica vocal de Moore, que brilha em modulações e alternâncias de alto nível.

Para a balada "Quicksand" o vocal suave de Moore alia-se ao instrumental poderoso permeado pelo belíssimo teclado em junção com a bateria de andamento ralentado e à simples e eficiente linha melódica desenvolvida pelo violão folk, em um dos momentos mais introspectivos da apresentação. Lindo!

Após a execução de "Ziggy Stardust" surge a intensa e visceral participação do brasileiro André Frateschi (atual vocalista da Legião Urbana) para um dos mais aclamados momentos da apresentação na execução de "Life on Mars".

A deliciosamente dançante "Sound and Vision" traduz a deliciosa aura soul/disco reproduzida com propriedade pelos acordes em diálogo das guitarra rítmica e melódica em dedilhados descontraídos. O baixo potente em dub de Anthony Chaba auxilia a bateria na manutenção do andamento em grande estilo. Na finalização, solo do baixo tenor coroa de êxito a belíssima execução.

Traduzindo a aura new wave 80´s, "Ashes to Ashes" é executada com precisão cirúrgica no irretocável vocal e na impactante condução instrumental. Mais uma vez, a importante participação do minimalista teclado acrescenta brilho extra à canção.

Em um dos mais importantes momentos do show, a execução de "The Man Who Sold the World" traduz a aura de excitação e vitalidade que marcaram várias gerações do rock. Nota para as conversões nada óbvias da bateria de Michael Urbano e às guitarras em ascendência na finalização. Great!

A roqueira e frenética execução de "Suffragette City" antecede mais um momento de peso na apresentação com a execução de "Beauty and the Beast" pautada na cadência ácida e cortante do post-punk, bem delineada pela firme condução da bateria e pelo baixo em dub.

Blueseira "D.J/ Boys Keep Swinging" com aura de grande jam session em ambientação descontraída, surge com compasso ousadamente marcado pelo teclado, em contraponto à percussão forte e límpida da bateria de Urbano. Explodindo em riffs de acordes altos, a guitarra melódica de Belew sobressai nas conversões ao refrão.

Mais uma canção swingada traduzindo a dançante aura soul com intensidade e dinâmica marcantes "Stay" brilha no imponente vocal de Paul Dempsey.

Além destas canções, outros clássicos surgiram em versões fiéis às originais, traduzindo todo o brilhantismo e genialidade dos aproximadamente 50 anos de carreira de Bowie, tais como "Blue Jean", "Rebel Rebel", "Modern Love", "All the Young Dudes" e "Heroes".


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