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Acabou Chorare: Novos Baianos em São Paulo

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Publicada em 02, May, 2018 por Marcia Janini

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Na noite da última sexta-feira 27 de abril os Novos Baianos apresentam mais um show de sua turnê de reunião, após hiato de aproximadamente 16 anos na trajetória da banda, onde seus integrantes dedicaram-se a seus projetos solo.

Com grandioso aparato cênico, os integrantes entram no palco em estilizado trio elétrico cenográfico, com o nome da banda em estiloso luminoso retrô formado por lâmpadas, em meio ao colorido e psicodélico cenário. Impactante!

Abrindo a festiva apresentação, a instrumental "Anos 70" traduz novamente a aura de liberdade expressa na melodia em fusão com variados elementos de diversos estilos musicais, num retrospecto interessante do histórico da banda em imagens exibidas nos telões, além de recorte do momento musical brasileiro da década.

A introspectiva "Infinito Circular", na voz melodiosa e tranquila de Baby do Brasil, em acordes suaves e andamento lento antecede a blueseira "Dê Um Rolê".

Após a execução da clássica "A Menina Dança" e após a inspirada declamação de poema por Morais Moreira, surge a interpretação para um de seus maiores sucessos "Preta Pretinha".

O delicioso swing soul de "Colégio de Aplicação", no vocal de Pepeu Gomes e o preciso baixo em dub em perfeito contraponto à bateria cadenciada emolduram com propriedade a melodia. Nas conversões ao refrão, dominadas pelo vigor da distorcida e roqueira guitarra de Pepeu Gomes em riffs de grande complexidade, se anuncia a destreza e técnica do músico. Amazing!

Em mais um bom momento, o samba com elementos de coco em perfeita fusão de brasilidade de "O Samba da Minha Terra" traduz em sua cíclica e simples estrutura mais um bom momento da apresentação.

Para "Tinindo Trincando" na fusão entre o soul e o emblemático baião, surge mais um brilhante momento da guitarra de Pepeu, em riffs alucinantes na tonalidade heavy. Ousadia e irreverência, que marcam a trajetória da banda surgem evidenciadas com propriedade, neste que representou um dos melhores instantes do show! Na finalização, a bateria em alquebrada ascendência traduz ainda maior dinamismo. Great!

Minimalista o cavaquinho na introdução da instrumental "Um Bilhete Pra Didi" ascende para a cadência malemolente do xote, traduzindo também elementos da sonoridade caipira das modas de viola pantaneiras em sua estrutura simples de rondó.

Traduzindo o ataque do frevo na introdução, a roqueira e vigorosa "Swing de Campo Grande" traduz na explosão dinâmica em seu bojo, determinada pelo andamento constante da bateria, o furioso diálogo entre a sonoridade pulsante do frevo e a guitarrada típoca dos trios elétricos, numa das mais clássicas composições da banda. Elementos do progressive rock delineiam-se nas vertiginosas variações dinâmicas numa verdadeira aula instrumental! Perfeito!

Após a execução da clássica "Batucada de Bamba (Na Cadência do Samba)", traduzindo um samba bem carioca com elementos da bossa nova, surge a suave "Amar-te".

Além destas canções, outros grandes sucessos como "Isto Aqui o Que É?", "Acabou Chorare", "Mistério do Planeta", "Besta É Tu" e "Brasil Pandeiro" constaram do repertório apresentado pela banda.


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