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Em Apresentações Explosivas Foo Fighters e Queens of the Stone Age Brilham em São Paulo

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Publicada em 02, Mar, 2018 por Marcia Janini


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Abrindo as apresentações da turnê conjunta de Foo Fighters e Queens of the Stone Age, o nu metal pesado de Ego Kill Talent têm início às 18h00 do último dia 27, terça-feira.

Após "Just You Call You Mine" e a execução da visceral "Sublimated", a banda traz a cadência levemente suavizada para "We All", de melodia marcante, determinada pela bateria em ousadas conversões e os potentes acordes das guitarras rascantes. Repleta de boas variações dinâmicas a finalização apoia a urgência expressa na letra com grande propriedade.

Em "The Searcher", de melodia consistente e bateria com deliciosos acentos da sonoridade celta na forte cadência com reforço de bass, surgem possibilidades atuais na bem executada condução.

Urgente "Same Old Story" na poderosa cadência do hardcore, apresenta breaks estratégicos apoiando a força do refrão. Brilhante em seu fraseado vocal ralentado, o vocalista Jonathan Correa traduz toda a potência da letra, em meio ao incrível instrumental. Consistente!

Para "Old Love and Skulls" os solapados acordes das guitarras determinam vitalidade à canção, de andamento pautado no heavy metal.

Finalizando sua firme passagem pela noite, ao som de "Heroes, Kings and Gods", a banda impressionou o público pela qualidade estética do trabalho apresentado, em uma apresentação linear e bem realizada!

Iniciando sua apresentação por volta das 19h00, com iluminação que traduz aura levemente sombria à apresentação na predominância de strobos e tons frios na iluminação, além de pedestais em neon dispostos por todo o proscênio e meio de cena, o Queens of the Stone Age executa a suave "If I Had a Tail", com melodia que apresenta esparsos elementos do dark wave na empostação vocal e nos melodiosos acordes da guitarra.

A deliciosa cadência de "Smooth Sailing" remete ao frenético cadenciado do post-punk, em uma melodia fluida e descontraída, características também apresentadas por "My God is the Sun".

Para "Feet Don't Fall Me" com melodia cadenciada de densos acordes, determinado pelo constante e alquebrado andamento desenvolvido pela bateria aliado às dedilhadas guitarras, surge mais um bom momento do show. Permeando com elegância as conversões, acordes encadeados do teclado de Dean Fertita em suspensão auxilia na manutenção da aura arrojada.

Após a frenética "The Way You Used To Do", encerrando um ponto alto do show, surge a sensual "You Think I Ain't Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire".

O grande hit "No One Knows" apresenta impecável solo de bateria de Jon Theodore em show de agilidade e técnica em sua porção média, em um dos momentos mais dinâmicos da apresentação, seguido pelo pontual solo do baixo de Michael Shuman na finalização. Great!

Com a ascendência das guitarras em riffs rascantes na introdução "The Evil Has Landed" traduz em meio à potência sonora interessantes variações dinâmicas. Apoiando o marcante refrão breaks estratégicos e vocalizes bem modulados, ditam a tônica da canção.

"I Sat by the Ocean" e "Make It Wit Chu" canção que apresenta sua crueza em cadência linear, traduzem suas vísiveis influências no dark wave, determinada pela sonoridade rascante extraídas das cordas e o contraponto do baixo em dub step.

Além destas canções, outros grandes hits como "Domesticated Animals", "Little Sister", "Go With the Flow" e "A Song for the Dead" constaram do repertório.

Subindo ao palco por volta das 21h00, trazendo a privilegiada iluminação com spots de placas de led, num incrível trabalho da cenotécnica na adoção dos mais modernos recursos tecnológicos, o Foo Fighters já inicia sua apresentação com a descontraída "Run", em frenética e progressiva cadência, seguida pela energia contagiante de "All My Life" em seus rascantes acordes determinados pelas guitarras em ascenção e pelo grande hit "Learn to Fly".

Para "The Pretender", muito bem ambientada pelos densos teclados de Rami Jaffee em acordes suspensos na introdução, alia-se o andamento frenético do hardcore. Nota para o vibrante vocal de Dave Grohl nesta canção, em fraseado ágil. Repletas de cromatismos, as incendiárias guitarras realizam importante diálogo na conversão ao refrão, aliando-se com precisão ao baixo de Nate Mendel em contraponto, mantendo juntamente com a bateria o andamento da canção em intensas variações dinâmicas. Na finalização, o trio feminino de backing vocals surge em vocalizes emolduradas pelos glissandos cromáticos pesadíssimos das cordas. Grande momento do show!

"The Sky is a Neighborhood", canção suavizada na cadência do hard rock com acentos blueseiros traduz velada intensidade ao show, apresentando em suas conversões precisas ricos acordes das guitarras dedilhadas de Chris Shiflett e Pat Smear.

A frenética "Hope" surge em agalopado movimento da bateria. Encadeadas, as notas das guitarras apresentam alucinantes riffs, de grande agilidade e destreza técnica. Com perícia a bateria de Taylor Hawkins une-se aos riffs das guitarras altas na finalização, em mais um bom momento da apresentação. Impactante!

Antecedendo "Sunday Rain", o perfeito solo da bateria, literalmente eleva-se a outros patamares por meio da enorme plataforma pantográfica, que eleva o baterista, em performance que aguçou os sentidos, inclusive visuais, dos presentes. Em mais uma mostra de sua enorme versatilidade e talento, o carismático baterista executa também o vocal principal de "Sunday Rain". Amazing!

Em versão acústica acompanhado apenas pelos melodiosos acordes de sua guitarra, Dave Grohl entoa a delicada "My Hero", acompanhado pelo público em coro uníssono. Na finalização, o potente instrumental surge absoluto. Emocionante instante, lindo de se ver e ouvir!

Mantendo a atmosfera introspectiva, a progressiva "These Days" traduz em seu bojo todas as características do grunge, com poderosa finalização do exímio instrumental.

Mais gratas surpresas foram preparadas para brindar os fãs, por meio das inspiradas releituras para grandes clássicos do rock de todos os tempos, como nas versões para "Under My Wheels" (Alice Cooper), o ousado medley entre "Another One Bites the Dust"/ "Miss You" (Rolling Stones)/ "Blitzkrieg Bop" e "Love of My Life" (canções de Queen e Ramones), "Under Pressure" (Queen e David Bowie) e "Let There Be Rock" (AC/DC).
Um dos mais importantes momentos do show ficou por conta da execução para o grande hit "Breakout", que contou com inusitado pedido de casamento do casal de fãs Guilherme e Lygia após a finalização da faixa. Congratulations!

Além destas canções outros grandes hits constaram do setlist da apresentação como "I'll Stick Around", "Run", "All My Life" e o festivo bis com "Wheels", "This is a Call" e "Best of You".


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