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Coberturas de shows

John Wayne + Meshuggah no Carioca Club

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Publicada em 07, Sep, 2016 por Anderson Lisboa


Aqui não é muito comum shows às segundas-feiras como acontece na Europa. Apesar de ser uma semana de feriado, talvez isso explique porquê o Carioca Club não estava lotado em 100% de sua capacidade. Ainda assim, um bom publico esteve presente para conferir os shows do John Wayne e da grande atração da noite: os suecos o Meshuggah.

A abertura ficou a cargo da banda paulista John Wayne, que faz um som extremo, de guitarras pesadas e vocal gritado. A impressão é que eles conseguiram mesclar várias influências como Thrash Metal, Death Metal e Crossover e criaram um som com bastante identidade.

O show começou pontualmente e mostrou uma banda muito precisa, em uma apresentação energéticaica apesar do público ainda pequeno. Foram aos poucos ganhando o público que gritava “liga o P.A.” quando o sistema de som da casa apresentou algum problema.

No fim, o público já era maior e reconhecia os méritos do John Wayne ao fim de cada música. A alcunha de uma das melhores bandas da nova safra é justa!

Após uma rápida troca de palco, as luzes se apagam e um barulho contínuo de introdução que durou pelo menos uns 3 minutos, era o momento da grande banda da noite, o Meshuggah.

Ativa desde o final dos anos 80, o Meshuggah é uma banda de metal extremo da Suécia e que mantém a tradição da bandas nórdicas de música extrema. São conhecidos por mesclarem diferentes estilos, de death metal a jazz fusion, para criarem uma sonoridade muito característica. Não a toa, na dificuldade de classificar a banda em uma categoria, é considerada hoje uma banda de metal experimental.

O show, apesar do clima introspectivo, mostra uma banda bastante intensa e que funciona como um relógio. Cada nota é milimetricamente colocada e o maestro parece ser o baterista, de uma precisão absurda. O som cheio de volume e peso fica a cargo das guitarras em baixas afinações e cheias de distorção.

O ótimo vocalista de timbre rasgado interage pouco com o público, tendo dito apenas um “obrigado São Paulo” durante todo o show, o que não soou arrogante, apenas contido e introspectivo, assim como o público silencioso na maior parte do tempo mas que ovacionava a banda entre uma música e a outra.

Com cerca de 1h30 de duração a apresentação foi encerrada com o tradicional “bis” de mais duas músicas, para delírio dos metaleiros presentes ali.

Com certeza, uma segunda feira atípica para um paulistano como eu, e com mais um belo show na coleção!


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