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O Terno, Wander Wildner e Inocentes na Clash Club

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Publicada em 21, Jan, 2014 por Claudinha Rebel

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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No último sábado, no Clash Club, o trio paulistano O Terno, composto por Tim Bernardes (voz e guitarra), Guilherme "Peixe" (baixo) e Victor Chaves (bateria), abriu a noite com seu rock sessentista. O público era pouco mas o trio contou com a empolgação dos fãs que ficaram grudados ao palco e cantavam animadamente todas as canções. No repertório, esteve presente a música “Papa Francisco perdoa Tom Zé”, composta em parceria com Tom Zé, para o seu EP Tribunal do Feicebuqui.

Na sequência e já com a casa um pouco mais cheia, sobe ao palco Wander Wildner (ex-Replicantes) que está em turnê com seu sétimo álbum solo – Mocochinchi Folksom, acompanhado de Arthur de Faria na gaita e teclado, Mauricio Chaise na guitarra, Gustavo Chaise no baixo e Pitchu Ferraz na bateria. A apresentação seguiu animadíssima com fãs cantando e dançando todas as canções do punk brega. No repertório, além de músicas do novo álbum, estiveram presentes os sucessos Bebendo Vinho, Um Lugar do Caralho (que levou o público ao êxtase), La Playa e Eu Não Consigo Ser Alegre o Tempo Inteiro.

E para fechar a noite, o clima que lembrava muito as festas interioranas, deu lugar ao bate cabeça! Sobe ao palco a banda punk Inocentes com Anselmo Monstro no baixo, Clemente Nascimento na voz e guitarra, Nonô na bateria e Ronaldo Passos na guitarra. A apresentação teve vários pontos altos, no repertório estiveram presentes as aclamadas Pátria Amada, Pânico em SP (com fãs se lançando do palco) e São Paulo - música da banda 365 -, cantadas em uníssono pelo público. A apresentação teve a participação de Wander Wildner, que cantou e empolgou o público com Surfista Calhorda. O show foi curto, pois as apresentações da noite iniciaram com atraso de mais de uma hora. A banda punk Inocentes terminou o show agradecendo a presença de todos e com a frase “Estamos sendo expulsos”, pois o Clash Club receberia outro evento na sequência. Além desta frase, teve outra que marcou a noite “aqui não é um lugar do caralho, porque a cerveja tá cara!”. No final do show o público ganhou palhetas, baquetas, e alguns fãs subiram ao palco para abraçar seus ídolos. Clemente, que não deixou que os seguranças expulsassem os fãs do palco, posou para fotos ao lado dos “invasores”.


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