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Clássicos Do Post-Grunge: Creed Em São Paulo

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Publicada em 26, Nov, 2012 por Marcia Janini

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Na noite do último domingo, 25 de novembro, o Credicard Hall recebeu uma das bandas ícones do movimento post-grunge em memorável apresentação. A forte garoa não impediu a forte afluência de público, verificando-se lotação praticamente esgotada.

Subindo ao palco por volta das 20h30, a banda iniciou a apresentação com a execução de “Are You Ready?”, pautando-se na cadência do hard rock na introdução, com andamento suavizado nas estrofes. A guitarra em escala ascendente de Mark Tremonti, aliou-se com maestria ao vocal bem pontuado, repleto de modulações bem construídas de Scott Stapp, variando entre graves quase guturais a belos agudos numa demonstração de técnica e inspiração ímpares.

“Torn” explora na cadência linhas de construção melódicas próximas ao pop rock, com andamento suave. Nota para as conversões ao refrão, onde a guitarra surge forte, marcante, distorcida em acordes preciosos. A melodia remete ligeiramente ao rock progressivo, apresentando boas variações dinâmicas.

Os címbalos e sintetizadores da introdução, denotando suave influência em sonoridades dark traduzem toda uma aura de modernidade e equilíbrio à introspectiva “Wrong Way”, explorando o andamento lento aliado à interpretação inspirada de Stapp com forte carga dramática, fugindo à obviedade. Na conversão ao refrão a guitarra de Tremonti acena para vertentes do classic metal, em acordes rascantes.

Com predomínio da bateria conduzida com excelência por Scott Phillips e baixo em perfeito contraponto de Brian Marshall, “Unforgiven” surge agitada, trazendo arranjos diferenciados, criativos e bem pontuados num dos momentos mais animados do show!

O hit “My Own Prison” apresenta Tremonti na segunda voz e lindo dueto com Stapp no refrão, apresentando cromatismos inusitados. Aos belos riffs da guitarra, alia-se a bateria suave e vigorosa de Phillips, em mais uma condução perfeitamente técnica e bem executada, marcando mais um grande momento da apresentação.

Pautada na cadência do hard rock com influências no heavy metal, “Bullets” apresenta melodia de peso, com acordes e variações dinâmicas consistentes. O uso esparso de recursos do sintetizador traduz a esta canção charme extra, com finalização perfeita.

A introdução da guitarra dedilhada em distorção explora sonoridade que remonta às cítaras indianas, ascendendo para acordes densos, profundos e rascantes, mesclando-se a riffs suaves e elaborados, num excelente trabalho de construção melódica, fazendo de “Higher” mais um momento importante no show.

Além destas canções, “What If”, “A Thousand Faces”, “Say I”, “Faceless Man”, “What`s This Life For” e “One”, constaram do seleto repertório, acrescido em último momento por “Beautiful”, em mais uma surpresa preparada pela banda para seus fãs.

Para o momento do bis, grandes clássicos como “With Arms Wide Open”, “One Last Breath” e “My Sacrifice”, apresentaram maciça participação do público, em perfeita finalização para um grande show!!!!


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