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São Paulo Mix Festival 2012

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Publicada em 23, Jul, 2012 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


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Na tarde do último sábado, 21 de julho, a Arena Anhembi recebeu a edição 2012 do Mix Festival, com público de aproximadamente 15 mil pessoas. Como atrações, algumas das bandas ícones do pop rock nacional como Restart, NX Zero, Charlie Brown Jr., O Rappa e Jota Quest.

Abrindo o festival, Restart trouxe toda empolgação e juventude em letras descontraídas, fundindo variadas vertentes do rock em suas canções.

Com interessantes arranjos da bateria na conversão do refrão “A Vida É Uma Só” abre a participação da banda no festival, com letra satírica, traduzindo suavidade ao rock de linhas hardcore.

Inusitada a execução do clássico da Jovem Guarda “O Bom” em versão pop rock, além de pout-porri englobando clássicos do ska como “Te Ver” (Skank) e “Meu Erro” (Paralamas do Sucesso).

A banda empolga o público jovem com canções de sucesso como “O Meu Melhor”, “Levo Comigo”, “Pra Você Lembrar”, “Minha Estrela” e “Menina Estranha”.

Dando sequência às apresentações do festival NX Zero trouxe o peso e a vitalidade do moderno hardcore, com muita categoria.

“Não É Normal” abre o show com guitarras rascantes de acordes precisos, com elementos do punk rock determinados pela bateria cadenciada.

Com melodias fortes, de arranjos poderosos, “Inimigo Invisível” e “Bem ou Mal” traduzem cadências mais próximas ao heavy metal, com belos riffs das guitarras distorcidas e cadência frenética da bateria.

Surgindo como um diferencial na cadência malemolente do ska “Hoje o Céu Abriu”, seguida por “Pela Última Vez” marcaram bons momentos da apresentação da banda.

O recém lançado single “A Maré”, que constará do próximo álbum de trabalho da banda traz letra reflexiva, remetendo a dilemas cotidianos, com sonoridade pop, solta, descontraída.

Canções de sucesso como “Cedo ou Tarde”, “Razões e Emoções”, “Onde Estiver” e “Só Rezo” constaram do set list apresentado pela banda, marcando bons momentos de participação do público.

Uma das mais aguardadas atrações da noite e presença marcante em quase todos os festivais promovidos pela rádio, Charlie Brown Jr., já sobe ao palco incendiando a plateia com o inegável carisma de seu front man Chorão, ao som de Du Surf, belíssima introdução instrumental pautada no classic rock de linhas arrojadas.

Momentos muito especiais surgiram na execução de “Tudo o Que Ela Gosta de Escutar”, “Te Levar” e “Zóio de Lula”.

“Tudo Mudar”, ascendendo para veia hardcore, principia com inusitada introdução em beat box e versos de improviso, no fraseado ágil e cheio de atitude de Chorão, em mais um bom momento do show.

Outros momentos importantes do show surgiram na execução de “Proibida Pra Mim” em versão suavizada, acústica e da perfeita “Céu Azul”, determinando momentos de pura intimidade com o público.

Grandes hits como “Pontes Indestrutíveis”, “Hoje Eu Acordei Feliz”, “Dias de Luta”, “Lutar Pelo que é Meu” e “Papo Reto” também constaram da animada apresentação da banda.

Prosseguindo com as apresentações da noite “O Rappa” sobe ao palco sob a introdução comandada pelo DJ Negralha, com viradas em scratches no melhor estilo hip hop, antecedendo a clássica Reza Vela, de letra ácida, carregada de crítica social, já causando furor logo no início da apresentação.

Outros bons momentos surgiram na execução de “Homem Amarelo”, num bem pontuado protesto ao racismo e “O Que Sobrou do Céu”, traduzindo suaves nuances tropicalistas na introdução.

“Súplica Cearense” traduziu introdução permeada por samplers e bateria eletrônica, numa interessante e diferenciado trabalho da percussão. Modernos recursos com tendências robóticas traduzem charme todo especial à melodia, ascendendo para vertentes do reggae.

Além desses sucessos, “Minha Alma”, “O Salto”, “Monstro Invisível”, “Lado B, Lado A” e “Rodo Cotidiano” fizeram parte do repertório selecionado para esta apresentação.

Encerrando o festival, Jota Quest realiza apresentação intensa, descontraída, em excelente comunicação com a platéia logo na primeira canção executada “É Preciso”, deliciosamente pop, trouxe o charme de elementos eletrônicos em samplers esparsos no decorrer da melodia descontraída e alegre.

Outro excelente momento ocorre com “Já Foi”, trazendo finalização super dançante, pautada na disco music.

Nota para a participação de Lucas Silveira (vocalista da banda Fresno), dividindo os vocais com Rogério Flausino em “Sempre Assim” e “O Sol”.

Momentos importantes também surgiram nas belas releituras para clássicos imortalizados na voz de Roberto Carlos como “Além do Horizonte” e “Não Vou Ficar”.

A participação da banda no festival alternou momentos introspectivos e dançantes, sempre com a marca do carisma que os consagrou como uma das mais importantes bandas do pop rock nacional.

Além destas canções, sucessos como “Do Seu Lado”, “Só Hoje”, “Mais Uma Vez”, “Na Moral” e “Encontrar Alguém” além de outros hits, embalaram o excelente show de finalização do festival.


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