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The Human League: Precursores do Synthpop de Volta ao Brasil

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Publicada em 10, Apr, 2011 por Marcia Janini

Clique aqui e veja as fotos deste show.


Na última quarta-feira, dia 6 de abril, o Via Funchal recebeu uma das bandas que iniciaram o movimento synthpop em meio à new wave 80`s, a banda Human League, trouxe gratas surpresas ao público, estimado em cerca de 4 mil pessoas, intrepretando além de seus maiores sucessos, canções de fases mais recentes da carreira e músicas de trabalho do novo álbum.

A apresentação, com início por volta das 21h30, inicia com canção do último álbum de estúdio “Secrets”, lançado pela banda em 2001, “Never Let Me Go”, de andamento cadenciado, tranquilo, suave, nos moldes do lounge, com belíssimo coro de Joanne e Susan. Traduz na melodia elementos do synthpop original, determinado pelos teclados e bateria eletrônica, porém, em sua introdução demonstra o ar modernizador por meio de traços da moderna música eletrônica, como o trance.

Outra canção do último trabalho, “Egomaniac”, traz sonoridade mais aproximada ao technopop 80`s na introdução, ascendendo para a cadência dark wave. Belos vocais de Phil Oakley nesta canção a tornam mais densa e introspective, com bem pontuada condução da bateria e apoio em samplers e sintetizadores. Ótima canção!

Como um dos grandes momentos do show, a também recente “Night People” empolga pela criatividade na fusão de sons, traduzindo esparsas notas de techno, house e até trance! Entretanto, a cadência e o andamento desta canção são pautadas em vertentes dark alternativas, como o EBM e industrial, especilamente na bem construída finalização.

“All I Ever Wanted” já principia com a versatilidade do EBM, traduzindo elementos robóticos do technopop, com maior peso e letra densa, numa composição voltada ao dark, super inovadora e alternativa, revelando-se em mais um momento de forte verticalização no show, demonstrando que a banda continua com um forte trabalho de pesquisa sonora, agradando à praticamente todas as tribos do alternativo, com a bem dosada adoção de variadas sonoridades em suas melodias.

Já no momento do bis a balada pop “Seconds” traduz o peso do synthpop com suavidade, numa cadência gostosa e bem pontuada pelos instrumentos, traduzindo à canção esparsos elementos modernizantes.

Nota para o belo trabalho da cenotécnica, trazendo imagens do futurismo retrô durante toda a apresentação nos telões de fundo, auxiliando na ambientação do espetáculo, além da iluminação, numa inspiração mais voltada ao dark, rememorando de forma charmosa os porões alternativos onde surgiu toda esta sonoridade nos anos 80.

Além destas canções, grandes clássicos da banda foram executados, colocando os presentes para dançar como “Heart Like a Wheel”, “Empire State Human”, “Love Action”, “Fascination”, “Mirror Man”, “Don`t Want Me” e “Together in Electric Dreams”.


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