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Popload Festival

Dia: 15/11/2019 (Sexta-feira) - Às: 11:00

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Importante:
A banda americana BEIRUT cancelou a apresentação que faria no Popload Festival em novembro. O show era o único na América Latina e fazia parte da turnê do novo álbum Gallipoli, lançado em fevereiro deste ano. Esta é a segunda vez que o grupo cancela uma apresentação no Festival por motivos fora da responsabilidade da organização. O líder e vocalista Zach Condon cancelou todas as suas apresentações alegando uma "laringite aguda diagnosticada no início de julho".

Estamos extremamente decepcionados com o imprevisto e com mais este cancelamento por parte do Beirut. Torcemos pela recuperação de Zach Condon e esperamos poder ver a banda ao vivo por aqui novamente.













Heineken apresenta mais uma edição do POPLOAD FESTIVAL, um dos eventos de música mais consistentes e autênticos do país e que em seu sétimo ano revela agora parte do seu lineup com um total de dez horas ininterruptas de música! Trata-se de uma edição histórica: será a primeira apresentação da lenda punk PATTI SMITH em São Paulo! Além disso, a escalação tem o supergrupo THE RACONTEURS, do gênio Jack White, a rapper inglesa LITTLE SIMZ e o trio texano KHRUANGBIN, todos estreando em palco brasileiro. A adorada HOT CHIP volta ao Brasil em nova fase e com novos trabalhos de divulgação! A cantora baiana LUEDJI LUNA representa a cena nacional com cortejo especial do bloco afro ILÊ AIYÊ. E completando o line-up, CANSEI DE SER SEXY, TOVE LO e BOY PABLO. O evento tem patrocínio do energy drink TNT e acontece no feriado nacional do dia 15 de novembro no Memorial da América Latina, mesmo local que abrigou a inesquecível edição do ano passado. A edição do festival em 2019 marca o início da associação do Grupo Popload com a TIME FOR FUN (T4F).

O Popload Festival já colocou em seu palco grandes nomes como Wilco, PJ Harvey, Lorde, Phoenix, The XX, Tame Impala e Iggy Pop. Nestes sete anos, consolidou-se como um dos principais festivais de música da cidade, atraindo público de todas as idades e regiões do Brasil. Além da curadoria que é o maior diferencial da marca, o festival se destaca por sua experiência sem filas, pela pontualidade, inovação, diversidade musical, pelo fácil acesso via transporte público, conforto e pela proximidade entre os artistas e os fãs.

Uma das principais figuras femininas da história da música e com suas cinco décadas a serviço não só de canções, mas também da arte e da literatura, é difícil acreditar que PATTI SMITH nunca tenha se apresentado em São Paulo, seja em eventos musicais ou literários (ela veio ao Brasil em 2006, mas passou apenas por Curitiba e Rio de Janeiro). Considerada a precursora do punk, seu disco de estreia Horses, de 1975, com uma sonoridade crua e direta, foi essencial para o movimento que surgia em Nova York nos anos 70. Mais de 40 anos depois, sua presença continua marcante tanto em manifestações artísticas como políticas: as letras, os livros, poemas, seus posts em redes sociais e o já tradicional "spoken word" das apresentações ao vivo são sempre marcados pelo engajamento em causas humanitárias e ambientalistas. Seus shows são viscerais e transformadores. Através das músicas e dos discursos pontuais, ela convida os fãs a participarem ativamente de cada trecho da performance, conscientizando e emocionando. Patti Smith influenciou toda uma geração do rock, de Michael Stipe, do REM, a Courtney Barnett, passando por Karen O (Yeah Yeah Yeahs), The Smiths, Sonic Youth, U2 e Florence and The Machine, citando apenas alguns. Com onze discos no repertório, "Because the Night", hit de 1978 escrito em parceria com Bruce Springsteen, continua sendo sua canção mais conhecida, ao lado de "People Have the Power" (do disco Dream of Life, de 1988). Outros sucessos incluem "Gloria", "Free Money" e "Redondo Beach".

Esta será a primeira apresentação do THE RACONTEURS no Brasil! Além do fenômeno Jack White, o supergrupo americano é formado por Brendan Benson, Jack Lawrence e Patrick Keeler, todos bem-sucedidos com suas respectivas bandas e projetos. Grupo que marcou época no indie no fim da década passada, o Raconteurs voltou à ativa depois de sete anos de hiato (e dez anos após o lançamento do último disco). O primeiro single, "Steady, as She Goes", lançado em 2006, foi indicado ao Grammy e ficou em segundo lugar na lista de melhor música do ano pela revista Rolling Stone. O hit levou o álbum de estreia Broken Boy Soldiers ao segundo lugar nas paradas do Reino Unido (e ao sétimo nas americanas), além de render à banda uma turnê de oito shows com Bob Dylan e mais uma indicação ao Grammy como Melhor Álbum de Rock. Após o lançamento do segundo disco (Consolers of the Lonely), tocaram em festivais como Glastonbury, Lollapalooza e Coachella. O álbum foi indicado a dois Grammy, levando o prêmio de Melhor Engenharia de Som. Em 2018, presentearam os fãs com duas músicas inéditas que estarão no novo álbum Help Us Stranger, que chega às lojas em junho!

A banda electroindie britânica HOT CHIP vem animando pistas há quase vinte anos. Formado em Londres no comecinho dos anos 00 pela dupla Alexis Taylor e Joe Goddard, o grupo se consolidou como representante tanto da cena eletrônica (com suas batidas inconfundíveis) como na cena indie (com suas letras reflexivas e, em alguns momentos, até melancólicas). A grande responsável pela onipresença do grupo em festas de todos os gêneros é "Over and Over", do disco Warning (2006), uma das músicas mais tocadas até hoje. Ainda entram para a lista de hits-de-encher-pista: a deliciosa "Ready for the Floor", lançada em 2008 e indicada ao Grammy, "Boy from School", "Thieves in the Night" e "One Life Stand", as duas últimas de 2010. Ao vivo, com uma banda de sete integrantes, as canções são desconstruídas, reinventadas e organicamente improvisadas, como numa grande mixagem ao vivo. Hot Chip volta ao Brasil com seis álbuns, inúmeros mixes e um novo disco na bagagem, prometido para o fim deste ano.

Em plena ascensão, a rapper londrina Simbi Ajikawo, conhecida por LITTLE SIMZ, traz ao festival sua mistura perfeita de neo-soul, jazz, grime e hip-hop. Apesar de seus 25 anos, está na estrada há nove e já recebeu elogios de Damon Albarn, Kendrick Lamar e Dizzee Rascal, saiu em turnê com Lauryn Hill e NAS e sua lista de colaborações e parcerias inclui de Gorillaz (na faixa "Garage Palace", do disco Humanz) a Khalid, sendo a mais recente com Serge Pizzorno, guitarrista da banda Kasabian, que lançou "Favourites", primeiro single de seu novo projeto solo, em parceria com Simz. Sempre à frente de seu tempo, ela criou um selo próprio para lançar seus EPs, discos e mixtapes, misturando a esses lançamentos diversos gêneros, um pouco de experimentalismo, muita poesia, performances e conceitos ousados: seu segundo álbum, Stillness in Wonderland (2016), veio acompanhado de um pacote que incluía um curta-metragem, uma história em quadrinhos, uma exposição e até um festival próprio. Little Simz vem ao Brasil acompanhada de sua banda e com o show da turnê de seu elogiado terceiro disco, o versátil Grey Area, que contém o hit "Selfish".

O trio instrumental KHRUANGBIN, do Texas, descreve seu estilo como chill-funk. O nome trava-língua significa "avião" em tailandês e tem a ver com a sonoridade da banda: uma homenagem aos álbuns psicodélicos de "funk tailandês" dos anos 60 e 70 que eles ouviram intensamente antes de gravarem o primeiro disco. O grupo é conhecido por misturar inúmeras influências de world music: soul music (do Oriente Médio) com batidas de hip-hop antigo, psicodelia e até pop espanhol, podendo ir do melancólico ao surf music. "Quase que uma trilha sonora de um filme do Tarantino", como bem define a baixista Laura Lee. O guitarrista Mark Speer e o baterista Donald "DJ" Johnson completam a formação. Em seu programa de rádio na BBC 6 Music, Iggy Pop disse ser fã da banda! No ano passado, lançaram seu segundo disco, o elogiado Con Todo El Mundo.

A cantora e compositora baiana LUEDJI LUNA tem uma das vozes mais marcantes desta nova geração de artistas incríveis da cena musical nacional. Com sonoridade única, é suave, potente e doce ao mesmo tempo. Residindo em São Paulo há quatro anos, tem participado de projetos audiovisuais (como o Sofar Sound) e se apresentado em várias casas de shows tradicionais da cidade! A "africanidade pop" de seu disco de estreia tem influências do jazz, da MPB, do blues e de ritmos afro-brasileiros. Esta diversidade é um reflexo de seus instrumentistas: um cubano (Aniel Someillan, no baixo), um sueco (Sebastian Notini nos arranjos), um soteropolitano (Rudson Daniel, na percussão), um filho de congolês (François Muleka, no violão) e Kato Change (na guitarra), do Kênia. A música "Um Corpo No Mundo", seu hit, viralizou nas redes sociais antes mesmo do lançamento do álbum homônimo, em 2017. Luedji Luna abre esta edição do Popload Festival acompanhada de um cortejo muito especial do ILÊ AIYÊ, o mais antigo bloco afro do Carnaval de Salvador e o mais belo ("dos belos") do país. É impossível não se deixar levar pelos batuques do Ilê! Na ativa desde 1974 e com mais de 3000 associados, é considerado um patrimônio da cultura baiana.

Cansei de ser sexy
Com apresentação de Heineken e rumo a sua sétima edição, a ser realizada no dia 15 de novembro em São Paulo com Patti Smith e The Raconteurs puxando sua escalação, o POPLOAD FESTIVAL traz agora um novo e inesperado anúncio. O festival vai promover, em seu palco principal, o incrível retorno à ativa da explosiva banda paulistana CANSEI DE SER SEXY. Ou CSS, como o grupo da cantora Lovefoxxx foi amplamente conhecido por cenas musicais no mundo inteiro, quando atuou desde 2003 e por mais de dez anos.

O quarteto de meninas, que mexeu forte com a música independente na década passada e parte desta, ajudando a pavimentar uma rota internacional para bandas indies brasileiras, não dá as caras ao vivo desde um show em Hong Kong, na China, em junho de 2014. Antes desse concerto derradeiro, fez cerca de 2000 apresentações em lugares tão díspares como Marrocos, Áustria, Tasmânia (Austrália) e na boate de entretenimento adulto Love Story, no centro de São Paulo. E tocou em praticamente todos os principais festivais do mundo, de Coachella e Glastonbury a Fuji Rock e Lollapalooza. Duas vezes em cada. E agora vai botar o Popload Festival nesse rico currículo.

Lovefoxxx, Ana Rezende, Luiza Sá e Carolina Parra, que já tiveram a companhia do multiinstrumentista e produtor Adriano Cintra e da baixista Iracema Trevisan em sua formação clássica, colecionam feitos notáveis para uma banda que nasceu "de farra", tinha mais relação com a moda do que especificamente com a música e que parte de seus integrantes não sabia tocar nenhum instrumento.

Com menos de um ano de atividade, o Cansei de Ser Sexy (@csssuxxx) se apresentou no à época importantíssimo Tim Festival, foi uma das bandas que mais cedo souberam usar a Internet a seu favor, assinou contrato com a gravadora americana Sub Pop (que revelou o Nirvana) logo para o primeiro disco, teve música em comercial nacional da Apple nos EUA (veiculado no Superbowl!!!) e em trilha sonora do Fifa Soccer, um dos jogos eletrônicos mais vendidos no planeta. Entre várias outras façanhas.

A banda paulistana tem quatro álbuns lançados e alguns EPs do início, que hoje são verdadeiros artigos de colecionador. Os discos deles são "Cansei de Ser Sexy" (2005, versão brasileira) / "CSS" (versão americana, 2006), "Donkey" (2008), "La Liberacion" (2011) e "Planta" (2013). Entre os principais hits do "Cansei", como a banda também é conhecida, estão "Alala", "Off the Hook", "Meeting Paris Hilton", "Let?s Make Love and Listen to Death from Above", "Move" e "Hits Me Like a Rock" (que conta com a participação de Bobby Gillespie, do Primal Scream).

"A banda nunca acabou. Nunca anunciamos um fim. Só pausamos o babado", diz Lovefoxxx. "Cada uma de nós foi viver um pouco sua vida, criar alguma raiz, porque passamos muitos anos viajando sem parar de tocar. As meninas moram hoje em Los Angeles, eu vivi um tempo nos EUA, voltei ao Brasil e agora estou construindo minha casa no litoral de Santa Catarina. Depois que paramos eu fui estudar construção sustentável natural. Hoje estou envolvida com agrofloresta. A ideia de voltar com a banda sempre existiu, mas foi ficando bem complicada por causa da vida de cada uma. Agora vai dar certo. Estamos muito felizes com o convite do Popload Festival", completa a vocalista.

"A gente já estava pensando em uns shows comemorativos. Tocar no Brasil, fazer uma apresentação aqui na Califórnia. Estamos já trabalhando em algumas músicas novas, como gravar um projeto para o Japão, mas isso não significa um novo álbum. Precisamos ainda testar essa dinâmica criativa de vivermos nos EUA e a Lovefoxxx no Brasil. Então não dá para sair em turnê sem disco novo. Só shows especiais mesmo. Foi aí que apareceu o Popload Festival. Oportunidade perfeita para o que queríamos", afirma Ana Rezende, tecladista e guitarrista do Cansei.

Quando se apresentar no Popload Festival, em novembro, o Cansei de Ser Sexy vai estar fazendo seu primeiro show em São Paulo em quase nove anos. O último show deles na cidade foi no extinto Clash Club, na Barra Funda, em abril de 2011.



Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
Barra Funda - São Paulo - SP - BR
www.memorial.org.br

Ingressos de R$380 a R$800
www.ticketload.com



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